Monday, February 11, 2013

Tri PT: Amigo Dor, ou inimigo? - Tri PT: Pain, Friend or Foe?





Dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. O truque é entender o que ele está tentando dizer.

Por Christopher Johnson e Brence Joe, do PT.

Apesar da dor mau rap recebe, gostaríamos de persuadi-lo de que não é sempre uma coisa ruim, mas um sistema de alarme elaborado e necessário para proteger o corpo.

Uma analogia muitas vezes usamos na educação triatletas que sofrem de dor é a de um alarme de incêndio. Quando um alarme de incêndio é acionado, ele serve como um sistema de alerta que nos leva a agir. Em alguns casos, o alarme pode soar simplesmente por causa do excesso de calor ou fumaça de cozinhar em um fogão com pouca ventilação. Por outro lado, isso pode indicar que o apartamento está pegando fogo e perigo é iminente. Às vezes, o alarme pode até sair sem motivo aparente devido a uma avaria simples. Você pode imaginar, no entanto, se a bateria tinha morrido e que o alarme de fumaça não estava funcionando ainda havia monóxido de carbono no ar? Isso representaria uma ameaça potencialmente letal. Da mesma forma, o que se o corpo do sistema dor tinha defeito e tentamos completar uma corrida com um caco de vidro no nosso sapato?

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor é definida como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Dor desempenha um papel vital em nos proteger de qualquer real ou potencial perigo assim que nós tomamos medidas imediatas e apropriadas para voltar a treinar em tempo hábil. Infelizmente, um lema comum entre os triatletas é "sem dor, sem ganho". Apesar de empurrando através de dores e dores muitas vezes vem com o território, triatletas seria melhor servido a adotar o slogan, "conhecer a dor ou nenhum ganho."

Abaixo estão nove coisas que gostaríamos que você entenda sobre a dor.

1. A dor é uma produção do cérebro.  Este é um dos fatos mais importantes sobre a dor. Existem vários exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo comum é o facto de o membro-fantasma. Muitos amputados muitas vezes se queixam de dor em um membro, que não existe mais. Esta sensação esquisita ocorre porque um mapa do caminho para esse membro, que existe dentro do cérebro, não foi re-escrito desde o membro foi perdido. Assim, a pessoa vai continuar a sentir dor, em um membro, apesar de que membros ter ido. Ainda mais louco, a pesquisa foi realizada em abordagens de tratamento que usam espelhos, para fazer o membro intacto refletir uma imagem saudável para aparecer como o membro amputado.

2. Dor depende de contexto.  Você já percebeu que suas dores muitas vezes desaparecem magicamente como você estão se fechando sobre a linha de chegada de um triathlon? Isso provavelmente ocorre secundária a regulação hormonal através do que chamamos de neuromatriz. Eu posso atestar pessoalmente esta experiência durante o último ano do Ironman St. George, que teve lugar em condições traiçoeiras. Apesar de encontrar-me de uma forma ruim durante a segunda metade da maratona, eu de alguma forma conseguiu encontrar ainda engrenagem outro durante os últimos dois quilômetros de corrida.

3. A quantidade de dor não está necessariamente relacionada com a quantidade de dano tecidual.  Tudo o que precisamos fazer é considerar como doloroso uma unha encravada é apreciar este fato a dor. Como se relaciona com triathlon, a quantidade de dor não se correlaciona necessariamente com a quantidade de danos nos tecidos. Podemos, por vezes, com um pé fraturado, e não sinto nenhuma dor, ou tem uma unha encravada e experimentar um monte de dor. A dor é um sistema de alerta, mas a sua intensidade, nem sempre é previsível ao longo de um grande prejuízo.

4. Triatletas iniciantes provavelmente irá sentir mais dor do que um triatleta experiente.  Depois de estar envolvido com o esporte de triathlon por alguns anos, a pessoa começa a se familiarizar com certos dores e dores. Para um novato, no entanto, essas dores e dores pode muito bem ser percebida como uma ameaça maior porque eles são mais prováveis ​​sensações estrangeiros. Isso pode acabar provocando uma resposta à dor, o que poderia levá-los a deter brevemente a sua formação enquanto não pode mesmo registar-se como dor de um triatleta veterano. Mais uma vez não só os tecidos precisam se adaptar às ameaças, mas o cérebro faz tão bem. Condicionado deve cultivar a mente eo corpo.

5. Os resultados de resultados de teste de diagnóstico pode não ser uma direta correlação com a quantidade de dor experiências de um triatleta.  Dada a incidência relativamente alta de dor lombar associada com o ciclismo, não é incomum para os triatletas para eventualmente acabar sob ir testes de diagnóstico.Em muitos casos, triatletas têm marcado mudanças estruturais em suas estruturas espinhais ainda mínima para sem queixas de dor. Pelo contrário, eu tenho trabalhado com alguns triatletas, que têm ressonâncias magnéticas virgens, ainda estão se queixando de dor extrema. Isso nos lembra que resultados de testes de diagnóstico, muitas vezes não se correlacionam com queixas subjetivas de dor. Os testes de diagnóstico descartar patologia importante, não dor.

6. As condições meteorológicas não são verdadeiramente preditivo da dor que você vai sentir nesse dia.  Talvez uma das perguntas mais comuns que recebemos como fisioterapeutas é, "Você acha que o tempo tem nada a ver com os meus sintomas?" Como todos sabemos, é fácil de encontrar tantos problemas quando é chovendo. A verdade da questão, no entanto, é que o mau tempo não significa que você vai ter mais dor naquele dia. Então, pare de fingir que você é um previsor de tempo com base em como você se sente quando joelhos está chovendo.

7. Fortalecimento do núcleo não é mais eficaz do que o exercício geral para a melhora da dor.  Enquanto fortalecimento do núcleo pode proporcionar benefícios de desempenho, não tem se mostrado mais eficaz do que "o exercício geral" quando se trata de melhora da dor. Apesar desta informação, médicos e profissionais de fitness continuar a dizer aos seus pacientes e clientes que precisam de "fortalecer seu núcleo" para melhorar a sua dor lombar. Portanto, tenha cuidado de subscrever a desinformação, porque tal conselho foi cientificamente invalidada.

8. A dor é simplesmente dizer que algum comportamento precisa mudar.  Há inúmeros exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo que vem à mente é desenvolver o desenvolvimento de dor lombar de tentar holdholding uma posição aero enquanto trialing tempo. Em algum momento, quando a dor se torna insuportável, somos forçados a fazer uma mudança. Isto normalmente toma a forma de levantar o fundo do assento de esticar as pernas ou simplesmente para vir a sair da posição de aero para diminuir a pressão estática sobre os tecidos da região lombar.

9. Movimento é loção.  Como seres humanos, sempre amar soundbites audição e este é um que eu uso frequentemente com triatletas. O corpo humano é projetado para se mover. Através do movimento, somos capazes de oferecer aos nossos articulações e os tecidos vontade nutrição e saúde geral valioso. Isto é particularmente importante quando se trata de as articulações do nosso corpo, que normalmente são lubrificados com fluido sinovial. Troca deste fluido desempenha um papel integral na integridade das nossas articulações. Então, eu sempre digo triatletas que "o movimento é loção", e que "a sua posição seguinte é a sua melhor posição."

No fechamento, a dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. Ele nos fornece informações críticas que promove a tomada de decisão em última instância bom que nos permite continuar a participar do esporte. Enquanto a dor pode, por vezes, nos levar para baixo, confiar na capacidade inerente do corpo de se reparar. Ao tomar o tempo para entender melhor a dor, venha a ser percebida como uma ameaça menor e mais como um sistema de alarme de trabalho para proteger nossos corpos.

Chris Johnson é uma das principais da cidade de Nova York terapeuta físico, que é especializada no atendimento de atletas de endurance. Além de ser o proprietário e diretor de Chris Johnson PT, localizado no Flatiron District de Manhattan, ele também é co-fundador do Clube de Triatlo de fórmula, e um triatleta norte-americano. Chris também compartilha dicas e conselhos para atletas multi em seu blog Canto do bicho, de, no chrisjohnsonpt.com . Joe

Brence é um fisioterapeuta com sede em Pittsburgh, PA, especializado no tratamento da dor. Ele corre forwardthinkingpt.com e está ativamente envolvido na pesquisa.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2KdsMS9AZ





Pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. The trick is understanding what it's trying to tell you.

By Christopher Johnson and Joe Brence, PT's.

Despite the bad rap pain receives, we would like to persuade you that it's not always a bad thing, but an elaborate and necessary alarm system to protect the body.

An analogy we often use in educating triathletes suffering from pain is that of a smoke alarm. When a smoke alarm is triggered, it serves as a warning system that prompts us to take action. In some cases, the alarm may sound simply because of excess heat or smoke from cooking on a stove with poor ventilation. On the other hand, it may indicate that the apartment is on fire and danger is imminent. Sometimes, the alarm may even go off for no apparent reason due to a simple malfunction. Can you imagine, however, if the battery had died and the smoke alarm was not working yet there was carbon monoxide in the air? This would pose a potentially lethal threat. Similarly, what if the body’s pain system had malfunctioned and we tried completing a run with a shard of glass in our shoe?

According to the International Association for the Study of Pain, pain is defined as “an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential tissue damage, or described in terms of such damage.” Pain plays a vital role in protecting us from any actual or potential danger so we take prompt and appropriate action to get back to training in a timely manner. Unfortunately, a common motto among triathletes is “no pain, no gain.” Though pushing through aches and pain often comes with the territory, triathletes would be better served to adopt the slogan, "know pain or no gain.”

Below are nine things we would like you to understand about pain.

1. Pain is an output of the brain. This is one of the most important facts about pain. There are several examples illustrating this point. A common example is that of the phantom limb. Many amputees will often complain about pain in a limb, which no longer exists. This freaky sensation occurs because a road map to that limb, which exists within the brain, has not been re-written since the limb was lost. So the person will still feel pain, in a limb, despite that limb being gone. Even crazier, research has been performed on treatment approaches which use mirrors, to make the intact limb reflect a healthy image to appear as the amputated limb.

2. Pain relies on context. Have you ever noticed that your aches and pains often magically disappear as you are closing in on the finish line of a triathlon? This most likely occurs secondary to hormonal regulation through what we call the neuromatrix. I can personally attest to this experience during the final year of Ironman St. George, which took place under treacherous conditions. Despite finding myself in a bad way during the second half of the marathon, I somehow managed to find yet another gear during the final two miles of the race.

3. The amount of pain does not necessarily correlate with the amount of tissue damage. All we need to do is consider how painful a hangnail is to appreciate this pain fact. As it relates to triathlon, the amount of pain doesn't necessarily correlate to the amount of tissue damage.  We can sometimes run on a fractured foot, and feel no pain, or have a hangnail and experience a lot of pain.  Pain is a warning system but its intensity, is not always predictive over a major injury.

4. Novice triathletes will likely experience more pain than a seasoned triathlete. After being involved with the sport of triathlon for a few years, one starts to become acquainted with certain aches and pains. To a beginner, however, such aches and pains may very well be perceived as a greater threat because they are most likely foreign sensations. This may wind up triggering a pain response, which could prompt them to briefly halt their training whereas it may not even register as pain to a veteran triathlete. Again not only do the tissues need to adapt to threats, but the brain does as well.  Conditioning should cultivate both mind and body.

5. Findings from diagnostic test results may not be a direct correlate of the amount of pain a triathlete experiences. Given the relatively high incidence of low back pain associated with cycling, it is not uncommon for triathletes to eventually wind up under going diagnostic tests. In many cases, triathletes have marked structural changes in their spinal structures yet have minimal to no complaints of pain. On the contrary, I have worked with certain triathletes, who have pristine MRIs, yet are complaining of extreme pain. This reminds us that findings from diagnostic tests often do not correlate with subjective complaints of pain. Diagnostic tests rule out major pathology; not pain.

6. Weather conditions are not truly predictive of the pain you will experience that day. Perhaps one of the most common questions that we receive as physical therapists is, “Do you think the weather has anything to do with my symptoms?” As we all know, it is easy to find so many woes when it is pouring down rain. The truth of the matter, however, is that bad weather does not mean that you are going to have more pain that day. So stop pretending you are a weather forecaster based on how you knees feel when it’s raining.

7. Core strengthening is no more effective than general exercise for pain amelioration. While core strengthening may afford performance benefits, it has not been shown to be any more effective than “general exercise” when it comes to pain amelioration. Despite this information, medical and fitness professionals continue to tell their patients and clients that they need to “strengthen their core” to improve their low back pain. So be careful of subscribing to such misinformation because such advice has been scientifically invalidated.

8. Pain is simply telling you that some behavior needs to change. There are countless examples that illustrate this point. One example that comes to mind is developing the development of low back pain from trying to holdholding an aero position while time trialing. At some point, when the pain becomes too unbearable, we are forced to make a change. This typically takes the form of lifting your bottom off the seat to stretch the legs or to simply come coming out of the aero position to decrease the static strain on the tissues of the low back.

9. Motion is lotion. As humans we always love hearing soundbites and this is one that I often use with triathletes. The human body is designed to move. Through movement we are able to provide our joints and tissues will valuable nourishment and overall health. This is particularly important when it comes to the joints of our bodies, which are typically lubricated with synovial fluid. Exchange of this fluid plays an integral role in the integrity of our joints. So I always tell triathletes that “motion is lotion,” and that “your next position is your best position.”

In closing, pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. It provides us with critical information that fosters good decision making that ultimately allows us to continue participating in the sport. While pain may sometimes get us down, trust in the body’s inherent ability to repair itself. By taking the time to better understand pain, it will hopefully be perceived as less of a threat and more as an alarm system working to protect our bodies.

Chris Johnson is a leading New York City physical therapist who specializes in the care of endurance athletes. In addition to being the owner and director of Chris Johnson PT, located in the Flatiron District of Manhattan, he is also a co-founder of Formula Triathlon Club, and an all-American triathlete. Chris also shares tips and advice for multisport athletes on his blog, Critter’s Corner, at chrisjohnsonpt.com. Joe

Brence is a physical therapist based in Pittsburgh, PA who specializes in pain management. He runs forwardthinkingpt.com and is actively involved in research.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2Kdsk3Shn

Monday, February 04, 2013

Recebido da amiga Monica Nunes:

ALECRIM, A ERVA DA MENTE

Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando pensei: "Vou tomar um chá de alecrim!"

Fui ao jardim e lá encontrei um viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e me servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti a sensação de enorme felicidade. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e veja só que maravilha.

O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedí-la em casamento!

Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos etimula o metabolismo.

Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício. Foi-lhe indicado que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.

Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. 'O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais'. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. "Obrigada, gentil alecrim! disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria."

...e assim foi!

BOM CHÁ PARA VOCÊ !!!

Thursday, January 17, 2013

100 coisas para se prestar atenção em 2013

 Levantamento da JWT destaca o alcance da Amazon, o horário nobre para a Alphen: Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve.
A JWT divulga sua lista anual das “100 Coisas para se prestar atenção ao longo desse ano”. A agência aponta o crescimento da Amazon, que se instalou no Brasil recentemente, compras no estilo Clique-Retire e horário nobre para a segunda tela. No sétimo ano em que produz o levantamento, muitos itens envolvem tecnologia, como a proliferação dos “Appcessórios”, Ecossistemas digitais, Monitores de materiais flexíveis e o Web Design Ajustável.
Fernand Alphen, diretor de estratégia da JWT Brasil, explica que a agência está sempre preocupada em abastecer suas equipes e clientes com dados sobre novos produtos, tecnologias e mudanças de comportamento que podem vir a estourar a curto ou médio prazo. “Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve. Dependendo da área de atuação, podem até mesmo antecipar um problema ou apresentar uma solução”, explica Alphen
Confira abaixo a lista completa. As descrições de cada item podem ser encontradas na seção “2013 e além”, no site JWTIntelligence.com.

1. Impressão Biológica em 3D

2. Playgrounds para Adultos

3. Estrelas Africanas da Tecnologia

4. Livre de Alergênicos

5. Moedas de Marcas Alternativas

6. Emboscado pela Amazon

7. Appcessórios

8. A Internet Arábica

9. Parcerias B2C/P2P

10. Veneno de Abelha

11. Autenticação Biométrica

12. Bloqueio de publicações chatas nas Mídias Sociais

13. Sementes de Chia

14. Compras estilo Clique-Retire

15. “Cloaking” – escolha de privacidade por um período de horas

16. Marcas de Coaching

17. Acampamentos Tecnologia

18. Tradução Colaborativa

19. Extinção do Intermediário

20. Guerra Cibernética

21. Pais nos Corredores

22. Cientistas de Dados: Os Novos Figurões

23. Declínio da Ostentação Chinesa

24. Dessalinização

25. Vida de Desintoxicação

26. Ecossistemas Digitais

27. Robôs em geral (Drones)

28. Caixa Eletrônico Ecológico

29. Congelamento de Ovos

30. Reconhecimento de Emoções

31. O Fim das Secretárias Eletrônicas

32. Carne Artificial

33. Estar em Forma Fora da Academia

34. Monitores ou telas flexíveis

35. Compartilhamento de Alimentos

36. Mercados de Fronteira

37. O G20 Involui para o G-Zero

38. Brinquedos com Limitações de Gêneros não Definidas

39. Delimitação Geográfica

40. Crescimento Verde

41. Caligrafia = Hieróglifos

42. Hotéis na África

43. Tecnologia Focada nos Seres Humanos

44. Alimentos Humanitários

45. Atendimento Hiperpersonalizado ao Consumidor

46. Terceirização de impacto

47. Imperfeições

48. Atenção Individual

49. Apps para limpeza instantânea de arquivos

50. JOMO (da sigla em inglês Joy Of Missing Out - Alegria em Não Participar)

51. Vida Transmitida ao Vivo

52. Robôs de Baixo Custo

53. Carregamento de Bateria de Baixa Tecnologia

54. Mídias que Conhecem Você

55. Smartphones Médicos

56. Jantares Sem Cardápio

57. Alimentos de Calorias Médias

58. Vida Consciente

59. Otimizações para Celulares se Tornam Populares

60. Estrelas do MOOC (da sigla em inglês para Cursos Online de Participação Massiva)

61. Natureza como Antídoto

62. Neurotecnologia

63. Nova Realeza Digital

64. Resumos de Notícias

65. Tags NFC

66. Objetos com Atitude

67. Pensamento Compensatório (Offset Thinking)

68. Supermercado Online

69. Educação sem Papel

70. Senhas 2.0

71. Renda via Patchwork

72. Propriedade de Dados Pessoais

73. Horário Nobre para a Segunda Tela

74. Etiqueta de Privacidade

75. Produtos Silenciosos

76. Doces com Menos Culpa

77. Web Design Ajustável

78. Varejistas Possibilitam a Reciclagem

79. Cruzeiros em Rios

80. Autosserviços

81. Ficção Digital Seriada

82. Turismo em Locações de Filmes

83. Hotéis Shopping

84. Hackers de Mídias Sociais

85. Mesas para se Trabalhar em Pé

86. Apps de Monitoramento de Estresse

87. Sugru – Substância de silicone

88. Compra por Tablet

89. Da Fazenda para a Mesa - Viabilizado pela Tecnologia

90. Semente de Teff

91. Cursos técnicos

92. Classificação de Confiança

93. Seguros Baseados no Usuário

94. Precificação Variável

95. Caixas Vegetais

96. Cultivo Vertical

97. Vídeo Games como Arte

98. Namorar Vitrines

99. Carregamento de Baterias sem Fio

100. Lojas de Iogurte

Tuesday, January 15, 2013

A evolução das práticas de gestão
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, uma seleção baseada no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes

Monica Paiva e Roberta Hummel*
Há algo que sustenta as melhores empresas para trabalhar no mundo. Algo que é comum a qualquer relacionamento, organização ou família de sucesso. Algo que, quando desenvolvido, tem a capacidade de criar sucesso e prosperidade. Estamos falando da confiança, a palavra-chave da gestão das melhores empresas.

colegas_alegres350A palavra trabalho vem de um instrumento de tortura da idade média chamado “tripalho”. Por aí vemos que o conceito da antiguidade sobre trabalho não era dos melhores: estava relacionado a sacrifício e tortura.  Mudar isso é o grande desafio deste século.

Fazendo uma retrospectiva, podemos notar que cada época exigiu um modelo de relacionamento entre empresas e funcionários. Na Era Industrial, o trabalho em linha de produção exigia o máximo aproveitamento do tempo do funcionário para manter a produtividade. Na Era da Informação, na qual o capital intelectual passou a ser o valor mais importante para diferenciar uma empresa de sua concorrência, as promoções eram dadas aos melhores técnicos.

Hoje, estamos em plena evolução para a Era das Pessoas, na qual não basta só o esforço braçal e o conhecimento intelectual. O relacionamento é o grande diferencial para o êxito das empresas. São as ideias, o entusiasmo e a paixão pelo trabalho que geram empresas de sucesso.

Um novo modelo de trabalho se faz necessário para que as pessoas se envolvam de corpo, mente e coração no que fazem. Esse é o modelo da confiança, que, ao contrário do que muitos acham, é tangível e mensurável através da pesquisa do Great Place to Work®, que gera o Trust Index de cada empresa participante da Lista das Melhores Empresas para Trabalhar publicada anualmente.

Quando confiamos nas pessoas, naturalmente elas retribuem com empenho e comprometimento, gerando um círculo virtuoso que aumenta cada vez mais à medida que delegamos, confiamos e orientamos as pessoas que lideramos.

O Great Place to Work® realiza pesquisas com as empresas para entender como realizam a gestão de pessoas e como fazem para manter um ambiente de confiança. Recentemente, Robert Levering, fundador do instituto, nos trouxe mais uma visão para entendermos os melhores ambientes de trabalho. Analisando ano a ano as práticas das Melhores Empresas, Robert formulou o que chamamos de “As Nove Práticas Culturais das Melhores Empresas para Trabalhar”. Trata-se das nove práticas mais importantes para uma boa gestão de pessoas.

Essas práticas culturais são as seguintes: Contratar e Receber, Inspirar, Falar, Escutar, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Celebrar e Compartilhar. A análise dessas práticas permite identificar necessidades e fortalezas e apoiar as transformações que as empresas desejam realizar em seu ambiente de trabalho. Outro conceito relevante é o Giftwork®, a possibilidade de o trabalho ser um lugar onde as pessoas possam trocar “presentes”. Isto mesmo: presentes generosos, únicos, personalizados e surpreendentes. Um “presente” pode ser um feedback, um sorriso, uma ideia, a confiança nas pessoas com quem trabalhamos, uma ajuda em um momento difícil ou o esforço extra para terminar um trabalho.

Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, um relacionamento baseado no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes, na busca de resultados que beneficiam a todos numa relação ganha-ganha.

Este é o futuro que já chegou para muitas empresas que estão na lista do Great Place to Work®.

E sua empresa, já está na Era das Pessoas?

Wednesday, December 19, 2012

16, dezembro, 2012

 

avast! detecta 100% do malware para celular móvel

Testes realizados com o aplicativo de verificação do Google para o Android 4.2  só reconheceram 15,3% dos malwares. A taxa de detecção do Google (20,41%) ficou atrás de todos os principais antivírus disponíveis para Android. Os resultados do teste com 1.260 amostras pertencentes a 49 famílias de malwares foram publicados no dia 30 de novembro passado.
Além do serviço interno do Google, foram testados o avast!, AVG, TrendMicro, Symantec, BitDefender, ClamAV, F-Secure, Fortinet, Kaspersky e Kingsoft. As taxas de detecção variaram entre 51,02% a 100%. O avast! atingiu 100%. No gráfico abaixo, a primeira barra da esquerda para a direita representa o aplicativo (serviço) do Google e a segunda (AV1) é do avast!. O serviço está pensado para escanear apps de todas as lojas (fontes alternativas), incluindo a oficial Google Play, e utiliza as definições de vírus baseando-se na nuvem.
Comparação entre o novo serviço (app) de verificação do Android 4.2 e 10 outros antivírus representativos para Android.
Mesmo comprando o serviço VirusTotal em setembro do ano passado (serviço que utiliza diferentes antivírus para escanear os arquivos), o Google não conseguiu mostrar-se eficaz. O serviço parece atualmente utilizar o valor SHA1 das amostras para determinar se são ou não infectadas. Conhecidamente, este mecanismo é frágil e os malwares podem facilmente esconder-se por trás dele.
O avast! detectou 100% das amostras utilizadas neste teste. Acho que é hora de você proteger o seu Android com o avast! Mobile Security. O avast! Mobile Security instalado nos aparelhos Android (clientes) escaneia cada instalação de aplicativos por dentro, utilizando também detecção genérica e análise de comportamento. Se algo suspeito é detectado, o app é enviado ao Laboratório de Vírus do avast! e novas definições de vírus são enviadas todos os dias às dezenas de milhões de usuários ao avast! gratuitamente.

Tuesday, October 23, 2012


Muitos profissionais não sabem quanto cobrar pelo seu trabalho. Para ajudar nessa difícil tarefa, apresento algumas “Tabelas Referenciais de Valores”.
Vender ilustração é diferente de vender peixe ou pãozinho. Cada trabalho é um caso isolado e terá um preço diferente. Nossos valores dependem de uma série de fatores que devem ser levados em consideração (tamanho do cliente, onde será veiculado, durante quanto tempo, em que veículos, dificuldade de execução, prazo, etc) na hora de enviar um orçamento.
E o ilustrador precisa aprender a reconhecer quanto vale o seu trabalho.
A melhor maneira de se começar é sabendo qual é o valor mínimo de uma ilustração e, para cumprir essa função, existem tabelas de preços de associações ou sindicatos.
Para oferecer alguns parâmeros, seguem Tabelas Referenciais de Valores de diversos órgãos e entidades.
Indice Referencial de Valores (IRV) da SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil: http://www.sib.org.br
Márcio Morais: o ilustrador Márcio Morais criou uma tabela que chegou a valores (médios e mínimos) com a ajuda de diversos outros ilustradores profissionais:http://www.marciomorais.com.br/referencia/referencia_valores_ilustracoes.pdf
Tabela Ilustrador Montalvo Machado (Info/Downloads): www.montalvomachado.com.br
Troféu HQ Mix: http://tinyurl.com/6ex6h67
Além de consultar as tabelas, é sempre bom conversar com alguns colegas ilustradores na hora de apresentar propostas de valores para os clientes.
Ganhar concorrências apostando no preço baixo é um caminho que pode ser bom a curto prazo. Mas esse é o tipo de aposta bastante arriscada, pois sempre poderá aparecer outro alguém disposto a cobrar menos. E aí?
Se o ilustrador não souber valorizar o seu trabalho, nenhum cliente o fará.
Para concluir, sugiro a leitura do artigo do cartunista Maurício de Souza: “A arte de cobrar pela arte”.
http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron031.htm

Wednesday, October 17, 2012


7 jeitos inusitados para ficar mais criativo

• Sábado, 30 de junho de 2012 - 10h31
São Paulo - Esqueça todas as teorias que argumentam que criatividade é um dom ou está relacionada com uma propensão genética ou é habilidade exclusiva de um seleto grupo de pessoas com um QI fora do normal. Pesquisas recentes comprovam: o ato de pensar fora da caixa e ter soluções inovadoras é o tipo de habilidade que pode, sim, ser desenvolvida.Boa parte dos estudos mostram que ideias e soluções criativas não surgem por geração espontânea. Antes, geralmente, elas são fruto da combinação de diferentes ideias já existentes.

Por isso, os cientistas afirmam: quanto mais exposto a diferentes conceitos, culturas e valores, melhor. Mas para fazer essas conexões valiosas é preciso estar relaxado. Em outras palavras, quanto "mais de boa", melhor.
Por isso, ingerir bebidas alcóolicas, ter amigos de outras áreas e sonhar acordado podem ser hábitos essenciais para você virar o tipo de pessoa que vê como uma enorme teia de soluções criativas. Confira:
1 - Vá para um café
Quando faltarem ideias e você estiver mergulhado em um marasmo de criatividade, qual é a melhor opção: uma biblioteca (extremamente silenciosa) ou um café? De acordo com pesquisa da University of Illinois em Urbana-Champaign, a segunda opção é mais favorável para a criatividade.
Para chegar a esta conclusão, o professor Ravi Mehta e sua equipe observaram o desempenho dos participantes em um ambiente com 70 decibéis e em outro de 50. Aqueles que ficaram no ambiente menos silencioso, tiveram o melhor desempenho em tarefas de criatividade.
2 - Fique bêbado (ou quase)
Em uma pesquisa recente, cientistas da Universidade de Illinois em Chicago compararam o desempenho de estudantes sóbrios e bêbados em atividades que exigiam habilidades criativas. Aqueles que haviam ingerido bebidas alcoólicas conseguiram resolver 30% mais problemas do que os sóbrios.
Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Os participantes da pesquisa que tinham ingerido vodca tiveram mais “insights” ao resolver um conjunto de problemas linguísticos.
Mais: eles foram mais rápidos do que os que não tinham bebido uma gota da bebida, que por sua vez ficaram mais focados. Porém, pouco criativos.
3 - Divirta-se no YouTube
Chefes que proíbem acesso a redes sociais e sites de vídeos, como o YouTube, deveriam rever seus conceitos. Pesquisadores da University of Western Ontario dividiram os participantes do estudo em três grupos.
O primeiro ouviu um trecho de uma música de Mozart e assistiu a um vídeo de um bebê sorrindo; o segundo, um trecho da trilha sonora do filme “A lista de Schindler” e assistiu a uma reportagem sobre um terremoto, enquanto o último grupo ouviu uma música e assistiu a um vídeo que não alterou o humor deles.
Resultado: o grupo que foi exposto a vídeos e músicas mais felizes teve um desempenho melhor ao resolver problemas que exigiam criatividade. Ponto para o YouTube (e para o bom humor) durante o expediente.
4 - É uma pessoa noturna? Faça brainstorm de manhã
Qual é o período do dia que você está mais alerta e consegue se concentrar melhor? Então, estimule sua criatividade no período exatamente oposto a este. Isso mesmo.
Segundo estudo da psicóloga Mareike Wieth, publicado em dezembro passado, somos mais criativos no período em que estamos menos alerta no dia. Isso significa que se você é uma pessoa noturna, provavelmente terá insights no período matutino.
Na pesquisa, os voluntários conseguiram ter uma performance até 50% melhor em tarefas que exigiam criatividade no período em que eles, geralmente, ficavam menos alertas.
5 - Faça amigos. De preferência, longe da sua área de atuação
A criatividade é fruto da combinação de diferentes ideias já existentes. Por isso, quer ter mais e melhores insights? Expanda seus horizontes cognitivos e sociais.
Em um estudo com alunos da Stanford Business School, o sociólogo Martin Ruef , da Universidade de Princeton, constatou que aqueles que tinham amigos de outros setores eram mais inovadores.
6 - More no exterior
Na mesma toada, o contato com outras culturas também pode incrementar sua criatividade. A dupla de professores Willian Madduz e Adam Galinsky, respectivamente do INSEAD e Kellogg School of Management, comprovaram isso após observar o desempenho de estudantes americanos e estrangeiros (que moravam nos EUA) em um problema que exigia criatividade.
Segundo os pesquisadores, 60% dos estudantes estrangeiros e dos americanos que viveram no exterior conseguiram resolver a tarefa. Daqueles que nunca cruzaram a fronteira dos Estados Unidos, apenas 42% tiveram um “insight” para solucionar a atividade.
7 - Sonhe acordado
Freud estava errado. A arte de divagar, ou melhor, sonhar acordado não é um ato infantil ou neurótico, como ele pontuou. Em vez disso, pode ser uma excelente estratégia para aguçar a sua criatividade, entre outros fatores. Em pesquisa do professor Jonathan Schooler, da Universidade de Santa Bárbara (EUA), pessoas que tem uma propensão a sonhar acordado se dão melhor em testes de criatividade.