Monday, April 07, 2014

Cinco alimentos para estimular a memória e a concentração equipe eCycle

Cinco alimentos que podem melhorar desempenho de funções básicas do seu cérebro

Já são muito difundidos os benefícios de nos alimentarmos de forma adequada para suprirmos as necessidades do nosso organismo e mantê-lo saudável. Entre as regras básicas, estão: aumentar o consumo de frutas, vegetais, legumes, sementes, peixes e carnes magras e reduzir a ingestão de alimentos processados, com altas taxas de gorduras, açúcar e sal.

Mas para além disso, existe um grupo de alimentos que pode contribuir para melhorar a concentração e a capacidade e o estímulo da memória. Que tal inclui-los na sua alimentação diária e deixar seu cérebro tinindo? Vamos a eles:

1. Blueberries (Mirtilos)

Com alta função antioxidante e ricos em vitamina C, os blueberries têm sido usados em diversos estudos para combater a perda de memória de curto prazo. Alimentar-se da fruta contribui para a coordenação e equilíbrio, entre outros benefícios. Você pode prepará-lo para fazer sucos ou smothies ou ingeri-los como fruta em seu formato normal.

2. Óleo de peixe

Espécies de peixes como salmão, cavala, arenque e sardinha são riscos em ômega 3. Essa substância é essencial para o desenvolvimento e manutenção do tecido cerebral. Para uma dieta equilibrada, certos nutricionistas recomendam duas porções de peixes ricos em ômega 3 por dia.  No entanto, é sempre bom estar atento aos problemas relacionados aos microplásticos.

3. Abacate

Embora a fruta apresente taxas altas de gordura e colesterol, o abacate apresenta benefícios para facilitar o fluxo de sangue para o cérebro. Esse processo, por sua vez, é responsável por manter a mente em alerta e o foco na concentração de atividades do dia a dia, e pode também ajudar a reduzir a pressão sanguínea geral no corpo. A fruta não precisa ser evitada, mas é necessário que haja consumo moderado.

4. Sementes de abóbora

Outro alimento rico em ômega 3 e zinco. As sementes são perfeitas para quem é vegetariano (principalmente os que não consomem peixes). As sementes contribuem na manutenção da parte do cérebro que equilibra a função sensorial. Podem ser consumidas em lanches, saladas e até mesmo junto com o mingau de aveia no café da manhã.

5. Chocolates

Um dos alimentos preferidos mundialmente. O "verdadeiro" chocolate é o feito com leite, tem cor escura e uma pequena porcentagem de sólidos de cacau. Consumir pequenos pedaços desse chocolate te ajudará a fornecer antioxidantes e melhorar a sua memória. Alimentando-se todos os dias de pequenas porções de chocolate (consulte seu nutricionista) poderá melhorar funções motoras e agilizar velocidade de reação.

Saturday, March 29, 2014

13 dicas para se concentrar na hora dos estudos

Por mais que você tente, está difícil fazer sua mente focar nos estudos? Veja as dicas de especialistas para resolver seu problema

Ana Carolina Prado | 17/04/2012 16h 30

Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.

Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.

- Transtorno de Atenção pode ser controlado para melhorar rendimento escolar, diz psicóloga

Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.

Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.

Como saber o que vale colocar no papel
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar.

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize.

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, e explicar a matéria para si mesmo.

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas.

Desligue todos os aparelhos eletrônicos.
Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça.

Música? Só em línguas que você não entenda
Não é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.

Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis.

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.

Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.

Quando a dificuldade de concentração é crônica

Às vezes, a falta de atenção pode ser crônica e estar associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). "Todo mundo pode ser os sintomas, mas não o TDAH de fato. O que conta é chama é a persistência e o prejuízo que isso traz para as pessoas do ponto de vista educacional (como evasão e não conclusão dos estudos) e sociais (dificuldade de inserção no mercado de trabalho, inadaptação social etc.)", explica Cláudia Machado Siqueira, neuropediatra e coordenadora do Laboratório de Estudos dos Transtornos de Aprendizagem (LETRA) do Hospital das Clínicas da UFMG.

Os sintomas do TDAH, tanto de desatenção quanto de hiperatividade, aparecem por volta dos 3 a 7 anos de idade. Na vida adulta, o que fica geralmente é a dificuldade de se concentrar na metade dos casos - a hiperatividade diminui. Pesquisas apontam fatores genéticos e neurológicos como as principais causas prováveis do problema, embora fatores sociais possam contribuir no desenvolvimento de problemas associados.

Nesse caso, é necessário procurar um especialista. "O problema não tem cura, porque é o jeito como seu cérebro funciona", explica Cláudia Siqueira. Mas existe tratamento, geralmente feito com medicamentos e com a chamada terapia cognitivo comportamental (um segmento da psicologia que ajuda a criar estratégias para ajudar a pessoa na organização, planejamento e cumprimento de tarefas e objetivos, como as que a gente listou aqui).
- Será que você tem TDAH? Faça o teste

Wednesday, February 05, 2014

As 6 startups que prometem ser um sucesso nos próximos anos

Desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis incentivou o surgimento de startups
Por Juliana Américo Lourenço da Silva
15h20 | 03-02-2014

SÃO PAULO – A quantidade de startups que estão surgindo pelo mundo está aumentando, inspiradas principalmente pelo Facebook e Google, além do incentivo para a criação de aplicativos para dispositivos móveis.

Durante a Campus Party, que aconteceu em São Paulo entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, 250 startups participaram de uma área inédita no evento, a “Startup&Makers Camp”, em que las puderam expor, vender e buscar formas de financiamento para os seus projetos.

Entre as novas empresas que estavam no evento, algumas se destacaram, sendo consideradas pelos organizadores e entidades de investidores anjos como promissoras. Confira:
250 startups participaram da Campus Party (InfoMoney/Juliana Américo) 250 startups participaram da Campus Party (InfoMoney/Juliana Américo)
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Atestados.med.br
A startup criou uma ferramenta que permite que as empresas controlem e verifiquem a autenticidade de atestados médicos. O sistema conta com um banco de dados atualizado em tempo real, que pode ser acessado tanto na web quanto em um aplicativo compatível com os sistemas operacionais Android e iOS.

A ferramenta promete ser vantajosa para todos: as empresas podem diminuir o índice de absenteísmo, se previne contra possíveis processos trabalhistas e tem acessório a um relatório sobre a saúde de seus funcionários; já os serviços médicos impedem a fraude de formulários e documentos; e os pacientes têm a garantia de respaldo médico legítimo e histórico de afastamento online.

Beved
Você é bom em alguma coisa? Se sim, a Beved permite que qualquer pessoa ensine o que faz de melhor em aulas online. A diferença do serviço, em comparação com outros sites que também oferecem aulas pela internet, é que o aluno paga pela aula e pode acessar o seu conteúdo quando quiser e quantas vezes achar necessário.

Além disso, o aluno tem acesso ao professor, podendo fazer perguntas, interagir com outros alunos, baixar materiais extra que forem disponibilizados pela aula e recebe um certificado de participação. O valor das aulas varia de acordo com o professor, mas também são oferecidas aulas gratuitas.

Designoteca
A startup criou um site onde as pessoas podem encontrar produtos de design, moda e arte diretamente dos criadores dos itens. Ao criar uma conta na Designoteca, você indica suas preferências e pode seguir criadores que mais admira e colecionar produtos e criações que mais gosta e votar em projetos de produtos que ainda não se tornaram realidade.

Além disso, o site estabelece parcerias com marcas e criadores locais para que pessoas que buscam designs diferentes possam encontrar sem pagar nada por isso.

Hand Talk
A empresa desenvolveu um sistema que permite traduzir sites e vídeos para Libras (linguagem de sinais) e, em sete meses de funcionamento, mais de 107 mil downloads já foram realizados. A ferramenta conta com a ajuda do Hugo, um simpático personagem que realiza a tradução.

O serviço, que já recebeu mais de R$ 500 mil em investimentos, é gratuito e está disponível para web e os sistemas operacionais Android e iOS.

TraktoPro
A ferramenta auxilia profissionais autônomos e empresas a preparar o orçamento da prestação de um serviço calculando o valor do trabalho, incluindo impostos, tempo necessário e gastos extras. Além disso, o aplicativo envia propostas comerciais customizadas com gráficos explicativos diretamente do celular do cliente.

Wiki4Fit
A startup criou um aplicativo para academias que permite que o aluno veja como são feitos os exercícios e envia alertas automáticos para aqueles que estão ausentes. Além disso, os professores recebem relatórios semanais sobre o monitoramento dos alunos, frequências, históricos de exercícios, entre outros.


 
http://www.infomoney.com.br/negocios/startups/noticia/3174949/startups-que-prometem-ser-sucesso-nos-proximos-anos

Saturday, January 18, 2014

5 coisas que pessoas super bem sucedidas fazem pela manhã

Se você é uma pessoa amiga ou inimiga das primeiras horas matinais, tanto faz. A questão é que muitas pessoas com histórias de sucesso aproveitam as primeiras horas da manhã antes do trabalho. Muitos presidentes de empresa, pessoas responsáveis por cargos de comando e pessoas influentes tem isso como parte da rotina.

Margaret Thatcher acordava às 5h. Frank Lloyd Wright, o gênio da arquitetura e criador da casa cascata acordava às 4h. E Robert Iger, o CEO of Disney acorda às 4:30h.

E se você é daquele tipo de pessoa que assim como eu afirma que é mais produtiva a noite, diz o estudo da  Inc. Magazine que não é bem assim. Segundo a revista, as pessoas da manhã costumam ser mais proativas e produtivas – além de obterem hábitos mais saudáveis. Então vamos á lista do que as pessoas bem sucedidas fazem pela manhã.

Preparar-se para o dia de trabalho depois de uma sessão de atividade física é recomendado incessantemente. Por todos que já o fazem, pelos médicos, pelo inconsciente coletivo. Aqui em Santos vamos combinar que temos uma vantagem competitiva gigantesca: quem mora perto da praia pode optar por uma caminhada de 30 minutos, ou por uma pedalada similar (veja como usar o Bike Santos passo-a-passo). Santos também possui algumas academias que abrem às 6h da manhã como a Agonn e a SmartFit.

E mesmo quem não quer fazer nada disso pode ir a pé para o trabalho ou usar as ciclovias. Claro que depende do calor do dia e da localização geográfica do sei local de trabalho.

Ah! Quem caminha pela manhã na praia de Santos geralmente se depara com essa cena. Tirei a foto numa caminhada, por volta de 8 da manhã.

Planejar o dia pela manhã, avaliar a agenda, fazer listas do que precisa ser feito ajudará a priorizar as tarefas, ter uma noção de “controle” melhor do tempo e das atividades. Eu uso bastante as ferramentas do Google para me ajudarem nessa missão, como o Google Calendar e o Google Drive (se você tem um e-mail do GMail certamente essas ferramentas estão disponíveis para você).

As primeiras horas da manhã proporcionam maior clareza e reflexão para definir as prioridades. Outra técnica é considerar métodos para organização do tempo, com pequenas recompensas para ajudar na saúde mental sem que isso impacte na produtividade.

Tomar um café da manhã saudável evita que você seja distraído pelo chamado do seu estômago ainda pela manhã. Além disso o café da manhã é uma excelente hora para socialização. Em casa é uma excelente opção para ganhar um tempinho com a família. Se você toma café da manhã na rua pode ser uma boa opção para socializar com conhecidos e amigos: na padaria ou no empório perto da sua casa.

Colocar os pensamentos em ordem ou fazer um exercício de visualização é mais estratégico nas horas mais quietas da manhã. Ficar um tempo quieto(a) refletindo sobre coisas e pensamentos positivos ajuda no humor e a recarregar as energias. Sempre é importante ter um tempo para colocar os pensamentos em ordem e cada um encontra sua forma de fazê-lo. Seja quieto no escritório, seja praticando uma atividade física ou no banho.

Existem algumas tarefas mais chatas, pesadas e que acabam no balaio da procrastinação. E enquanto você procrastina a tarefa persegue você! Uma dica é eliminar esse “pior trabalho” pela manhã aproveitando a sua disposição, assim o dia será gradativamente mais fácil. E você já terá aquela sensação de missão cumprida que é altamente motivadora.

Baseado no artigo 5 Things Super Successful People Do Before 8 AM da Forbes
http://www.forbes.com/sites/jennifercohen/2013/10/02/5-things-super-successful-people-do-before-8-am/

Monday, January 06, 2014

13 Coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem

Nota: este artigo foi traduzido a partir de um artigo publicado no site da Forbes em 18/Nov/2013. Para ler o artigo na íntegra (em inglês), clique aqui.

http://www.forbes.com/sites/cherylsnappconner/2013/11/18/mentally-strong-people-the-13-things-they-avoid/


Pessoas de mentalidade forte possuem hábitos saudáveis. Elas lidam com suas emoções, pensamentos e comportamentos de forma a empodera-las para o sucesso na vida. Verifique essas coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem para que você também possa ter uma mente forte.

1) Elas não perdem tempo sentindo pena de si mesmas
Pessoas de mentalidade forte não ficam sentindo pena de suas circunstâncias ou como os outros as trataram. Ao invés disso, elas assumem a responsabilidade por seu papel na vida e compreendem que a vida nem sempre é fácil ou justa.

2) Elas não deixam de lado seu poder
Elas não permitem que os outros as controlem, e elas não permitem alguém tenha poder sobre elas. Elas não dizem coisas como, “Meu chefe me faz sentir mal”, porque elas compreendem que elas estão no controle sobre suas emoções e elas possuem a escolha de como reagir.

3) Elas não fogem dos desafios
Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar o desafio. Ao invés disso, elas dão boas vindas de forma positiva às mudanças e estão sempre querendo ser flexíveis. Elas compreendem que a mudança é inevitável e acreditam em suas habilidades de adaptação.

4) Elas não gastam energia com coisas que não podem controlar
Você não ouve uma pessoa mentalmente forte reclamando da mala perdida ou do trânsito. Ao invés disso, elas focam naquilo que podem controlar em suas vidas. Elas reconhecem que algumas vezes, a única coisa que podem controlar, é sua atitude.

5) Elas não se preocupam em agradar todo mundo
Pessoas mentalmente fortes reconhecem que não precisam agradar todo mundo o tempo todo. Elas não têm medo de dizer não ou falar quando é necessário. Elas buscam ser gentis e justas, mas podem lidar com outras pessoas chateadas se elas as fizeram felizes.

6) Elas não têm medo de assumir riscos calculados
Elas não assumem ricos bobos ou fáceis, mas não se importam de assumir riscos calculados. Pessoas mentalmente fortes investem tempo pesando os riscos e benefícios antes de tomar uma grande decisão, e elas estão completamente informadas dos problemas possíveis antes de tomarem ação.

7) Elas não renegam o passado
Pessoas mentalmente fortes não gastam tempo renegando o passado e querendo que as coisas fossem diferentes. Elas reconhecem o passado e podem dizer o que elas aprenderam com ele. Entretanto, elas não revivem constantemente as experiências ruins ou fantasiam sobre os dias gloriosos. Ao invés disso, elas vivem para o presente e planejam para o futuro.

8) Elas não cometem o mesmo erro várias vezes
Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade por seu comportamento e aprendem com os erros do passado. Como resultado, elas não ficam repetindo os mesmos erros sempre. Ao invés disso, elas seguem em frente e tomam melhores decisões no futuro.

9) Elas não ficam ressentidas pelo sucesso alheio
Pessoas mentalmente fortes conseguem apreciar e celebrar o sucesso na vida de outras pessoas. Elas não ficam invejosas ou se sentem trapaceadas quando outros as superam. Ao invés disso, elas reconhecem que o sucesso é conquistado através de trabalho duro, e elas estão querendo o trabalho duro para própria chance de sucesso.

10) Elas não desistem depois da primeira falha
Pessoas mentalmente fortes não percebem uma falha como razão para desistir. Ao invés disso, elas usam o erro como uma oportunidade de crescer e melhorar. Elas querem continuar tentando até conseguirem fazer o certo.

11) Elas não temem a solidão
Pessoas mentalmente fortes conseguem tolerar a solidão e elas não temem o silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e elas podem usar esses momentos para serem produtivas. Elas curtem sua própria companhia e não são dependentes de outros para companhia e diversão todo o tempo, mas conseguem ser felizes sozinhas.

12) Elas não acham que o mundo deve alguma coisa a elas
Particularmente na economia atual, executivos e empregados em qualquer nível estão começando a perceber que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável,  independente de sua preparação e educação. Pessoas mentalmente fortes entram no mundo preparadas para trabalhar e serem bem sucedidas por seus méritos, em cada estágio do jogo.

13) Elas não esperam resultados imediatos
Seja uma rotina de treinos, um regime nutricional ou começar um novo negócio, pessoas mentalmente fortes estão comprometidas com o longo prazo. Elas sabem muito bem não esperar por resultados imediatos. Elas dedicam suas energias e tempo em doses medidas e celebram a cada meta e aumento de sucesso ao longo do caminho. Elas possuem o “poder de permanecer”. E elas compreender que mudanças genuínas levam tempo.

Wednesday, July 17, 2013

Reabilitação cognitiva ajuda a tratar dependentes químicos

17/07/2013

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – O efeito da maconha, da cocaína e do crack no cérebro e o dano causado por essas drogas em funções cognitivas como memória, atenção, capacidade de planejamento e de tomada de decisões foram os temas de uma palestra apresentada pelo neuropsicólogo Paulo Jannuzzi Cunha, do Laboratório de Neuroimagem da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), no World Congress on Brain, Behavior and Emotions.

Durante o evento, realizado em São Paulo no fim de junho, Cunha apresentou dados de pesquisas recentes que mostram como a reabilitação cognitiva – feita por meio de estímulos como o jogo de xadrez – pode ajudar a recuperar parte das habilidades perdidas pelo consumo de drogas e ser fundamental para evitar a recaída de dependentes químicos em tratamento.

Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Cunha à Agência FAPESP

Agência FAPESP – De que forma a maconha, a cocaína e o crack afetam o cérebro?
Paulo Jannuzzi Cunha – Cada droga tem seu mecanismo de ação particular, mas todas atingem de alguma forma o sistema de recompensa cerebral, que envolve o córtex pré-frontal, a área tegmentar ventral, onde há um conjunto de neurônios responsáveis pela liberação do neurotransmissor dopamina, e o núcleo accumbens. Quando sentimos prazer – seja por um estímulo físico, como comida, seja por um estímulo emocional –, ocorre a liberação de dopamina na sinapse, que é o espaço de conexão entre um neurônio e outro. Mas não ficamos alegres o tempo todo e, para retornar à situação de equilíbrio, essa dopamina precisa ser recapturada pelo neurônio que a liberou inicialmente. As drogas impedem esse processo de recaptura e fazem com que um excesso de dopamina permaneça na fenda sináptica, estimulando a comunicação entre os neurônios do sistema de recompensa, intensificando e prolongando a sensação de prazer.

Agência FAPESP – De que maneira isso pode ser prejudicial?
Cunha – Como as drogas estimulam muito o sistema de recompensa, mas de maneira artificial, o cérebro começa a ficar preguiçoso para produzir e liberar dopamina. Na medida em que o uso da droga vai se tornando crônico, a pessoa literalmente começa a perder os prazeres da vida e a sensação de bem-estar vai ficando cada vez mais restrita ao uso da droga.

Agência FAPESP – Mas como isso afeta as funções cognitivas?
Cunha – Tudo o que fazemos precisa envolver um certo grau de prazer e bem-estar; caso contrário, não conseguimos manter a atenção por muito tempo na atividade. Então o sistema de recompensa está de alguma forma relacionado com funções executivas, memória, atenção, planejamento e tomada de decisões. Além disso, no uso agudo da cocaína e do crack, ocorre uma vasoconstrição e aumento da pressão arterial. Isso aumenta o risco de um acidente vascular cerebral e de entupimentos de pequenos vasos sanguíneos (isquemias). O uso crônico dessas drogas faz com que várias regiões do cérebro fiquem mal irrigadas, o que também pode afetar o processamento cognitivo. Os danos são ainda maiores quando a cocaína é associada ao consumo de álcool, pois a mistura das duas drogas causa a formação no fígado de um metabólito chamado cocaetileno, que intoxica os neurônios e pode causar danos ao coração. O crack, por ser absorvido mais rapidamente, causa os mesmos efeitos da cocaína e de forma ainda mais intensa. Já a maconha não causa a vasoconstrição, mas há estudos que mostram outras alterações vasculares, aumento no risco de derrame e a diminuição de certas regiões do cérebro como a amígdala e o hipocampo, que são ricas em receptores para o tetrahidrocanabinol (THC). Isso pode afetar diretamente a capacidade de memorização e a regulação de emoções como medo e agressividade.

Agência FAPESP – É por esse motivo que a maconha é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de transtornos psicóticos?
Cunha – A maconha aumenta o risco de desenvolver sintomas psicóticos, mas os mecanismos relacionados a esse fato ainda estão sendo estudados. A suscetibilidade parece estar ligada tanto a características genéticas como ao histórico de vida do usuário de maconha, a forma como ocorreu seu desenvolvimento neuropsicológico e seu estado psicológico no momento em que faz uso da droga. Há estudos que indicam que portadores de um determinado polimorfismo no gene que codifica a enzima catecol-O-metiltransferase (COMT) apresentam risco maior de desenvolver sintomas psicóticos se consumirem maconha. Um estudo do nosso grupo reforça a hipótese de que o cérebro de portadores de transtornos psicóticos – entre eles esquizofrenia e transtorno bipolar – que usam maconha é diferente do cérebro de portadores de psicoses sem história de uso de maconha.

Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Os dados foram coletados durante o doutorado da Maristela Schaufelberger, na FMUSP, hoje docente na USP de Ribeirão Preto, e parte deles foi analisada durante meu pós-doutorado, que conta com apoio da FAPESP. Os resultados foram divulgados na edição de julho da revista Schizophrenia Research. Nós comparamos, por meio de exames de neuroimagem, o volume de certas áreas cerebrais de 80 voluntários sadios e não usuários de drogas, com 78 portadores de transtornos psicóticos não usuários de droga e com 28 portadores de transtornos psicóticos com histórico de uso de maconha. Também comparamos o desempenho de cada grupo em testes que mediam fluência verbal, memória operacional e a amplitude da atenção.

Agência FAPESP – Quais foram os resultados?
Cunha – Era de se esperar que os psicóticos usuários de maconha se saíssem pior nas duas avaliações, mas curiosamente eles tiveram resultados mais parecidos com os do grupo controle. Os psicóticos não usuários da droga apresentaram volume cerebral menor, principalmente no córtex pré-frontal – ligado às funções executivas – e nas áreas hipocampais – ligadas à memória. Outros estudos recentes também estão apontando essa relação.

Agência FAPESP – Haveria algum efeito benéfico da maconha?
Cunha – Não parece ser o caso. Do ponto de vista dos efeitos cerebrais, a maconha fumada está cada vez mais potente e mais rica em THC, que é o princípio ativo da droga e que está associado fortemente com problemas cognitivos e sintomas psicóticos. Por outro lado, há autores que defendem a hipótese de que o canabidiol (CBD), outra substância presente na maconha, poderia ter algum efeito neuroprotetor. Mas nossos dados não permitem afirmar isso, até porque não temos informações sobre a concentração de CBD e THC na maconha que os pacientes fumaram. Além disso, quem fuma maconha não absorve apenas canabidiol, mas também altas doses de THC, que conhecidamente causa danos cerebrais. Nossa hipótese é de que as pessoas que desenvolvem algum tipo de transtorno psicótico mesmo sem usar nenhum tipo de droga já apresentam algum prejuízo anterior no neurodesenvolvimento, talvez desde a infância, que faz com que o quadro inicial seja mais severo e as anormalidades cerebrais também. Já o paciente psicótico com história de uso de uso de maconha teria inicialmente um perfil neuropsicológico mais preservado, mas com a desestruturação funcional decorrente da psicose, em sua fase inicial. Mas, à medida que a doença avança, o quadro se torna igualmente grave nos dois grupos, pior ainda se o uso de maconha persistir. Os usuários de maconha não apresentam uma psicose mais leve que os demais.

Agência FAPESP – Por que certas pessoas são mais suscetíveis aos prejuízos causados pelas drogas e outras mais resistentes?
Cunha – Há fatores genéticos e ambientais. Todos os estímulos que recebemos ao longo da vida, a cultura adquirida, o aprendizado de línguas e de novas habilidades, fazem com que o cérebro forme um maior número de sinapses e isso gera uma reserva cognitiva. Quanto maior for essa reserva, maior é a resistência ao déficit causado pelas drogas ou por doenças como Alzheimer nas funções executivas e na memória. Agora estamos estudando como a reabilitação cognitiva, que é uma espécie de musculação cerebral, pode ajudar a compensar o déficit funcional causado pelas drogas. Já temos dados que indicam que, quanto maior o prejuízo às funções executivas, maior o risco de um dependente em tratamento voltar a usar a droga.

Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Participaram 32 pacientes com diagnóstico de dependência de cocaína ou de crack, entre 18 e 45 anos, internados na Enfermaria do Comportamento Impulsivo do HC-FMUSP. Após a semana de desintoxicação, quando o teste toxicológico deixou de detectar os metabólitos da droga na urina dos pacientes, eles foram submetidos a diversos testes de avaliação das funções executivas, como atenção sustentada (manter o foco por período prolongado), atenção alternada (observar dois estímulos sequenciais, como números e letras, ao mesmo tempo), capacidade de abstração, flexibilidade cognitiva (adaptar-se a novos padrões de raciocínio), planejamento e tomada de decisões pensando no futuro. Após o período de internação de aproximadamente cinco semanas, o seguimento foi feito por telefone durante um mês. Os pacientes que recaíram durante esse período de seguimento foram os que apresentaram no início do tratamento o pior desempenho nos testes de avaliação das funções executivas. Dessa forma, os déficits cognitivos podem ser interpretados como indicadores da probabilidade de recaída dos dependentes. A pesquisa foi desenvolvida durante o mestrado da neuropsicóloga Priscila Dib Gonçalves, que contou com apoio da FAPESP e foi orientada por Arthur Guerra de Andrade. Agora, durante o doutorado, ela está avaliando o impacto da reabilitação cognitiva no tratamento, a partir de um novo modelo de reabilitação cognitiva que nós criamos, chamado “Xadrez Motivacional”.

Agência FAPESP – Como funciona esse modelo?
Cunha – Usamos o jogo de xadrez aliado a técnicas de uma abordagem científica conhecida como Entrevista Motivacional, em que a terapeuta ajuda o dependente a entender as motivações que o levam a usar drogas e o auxilia a traçar metas para o futuro e estratégias para manter-se longe das drogas. Por meio de exames de ressonância magnética, estamos também investigando as regiões cerebrais ativadas durante a reabilitação, com apoio de Geraldo Busatto, que coordena o Laboratório de Neuroimagem da USP, com auxílio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sabemos que os dependentes químicos têm danos generalizados em várias regiões, mas pensamos que aqueles da região pré-frontal – que coordena as funções executivas – são os mais relacionados com as recaídas e a dificuldade de aderir ao tratamento. Por isso, focamos na reabilitação dessas áreas pré-frontais. Nosso objetivo é investigar se o treinamento de fato faz com que essas regiões cerebrais funcionem melhor.

Agência FAPESP – Como a reabilitação cognitiva atua sobre o cérebro?
Cunha – Trazer de volta os neurônios que já morreram é impossível, mas podemos estimular as áreas que continuam preservadas e deixá-las mais fortes para compensar o déficit cognitivo. É a chamada neuroplasticidade. Os dados preliminares já evidenciam melhoria cognitiva nesses pacientes, mas precisamos ir além e entender de que forma isso representaria melhoria na vida diária e na recuperação deles a longo prazo.
http://agencia.fapesp.br/17566

Monday, February 11, 2013

Tri PT: Amigo Dor, ou inimigo? - Tri PT: Pain, Friend or Foe?





Dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. O truque é entender o que ele está tentando dizer.

Por Christopher Johnson e Brence Joe, do PT.

Apesar da dor mau rap recebe, gostaríamos de persuadi-lo de que não é sempre uma coisa ruim, mas um sistema de alarme elaborado e necessário para proteger o corpo.

Uma analogia muitas vezes usamos na educação triatletas que sofrem de dor é a de um alarme de incêndio. Quando um alarme de incêndio é acionado, ele serve como um sistema de alerta que nos leva a agir. Em alguns casos, o alarme pode soar simplesmente por causa do excesso de calor ou fumaça de cozinhar em um fogão com pouca ventilação. Por outro lado, isso pode indicar que o apartamento está pegando fogo e perigo é iminente. Às vezes, o alarme pode até sair sem motivo aparente devido a uma avaria simples. Você pode imaginar, no entanto, se a bateria tinha morrido e que o alarme de fumaça não estava funcionando ainda havia monóxido de carbono no ar? Isso representaria uma ameaça potencialmente letal. Da mesma forma, o que se o corpo do sistema dor tinha defeito e tentamos completar uma corrida com um caco de vidro no nosso sapato?

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor é definida como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Dor desempenha um papel vital em nos proteger de qualquer real ou potencial perigo assim que nós tomamos medidas imediatas e apropriadas para voltar a treinar em tempo hábil. Infelizmente, um lema comum entre os triatletas é "sem dor, sem ganho". Apesar de empurrando através de dores e dores muitas vezes vem com o território, triatletas seria melhor servido a adotar o slogan, "conhecer a dor ou nenhum ganho."

Abaixo estão nove coisas que gostaríamos que você entenda sobre a dor.

1. A dor é uma produção do cérebro.  Este é um dos fatos mais importantes sobre a dor. Existem vários exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo comum é o facto de o membro-fantasma. Muitos amputados muitas vezes se queixam de dor em um membro, que não existe mais. Esta sensação esquisita ocorre porque um mapa do caminho para esse membro, que existe dentro do cérebro, não foi re-escrito desde o membro foi perdido. Assim, a pessoa vai continuar a sentir dor, em um membro, apesar de que membros ter ido. Ainda mais louco, a pesquisa foi realizada em abordagens de tratamento que usam espelhos, para fazer o membro intacto refletir uma imagem saudável para aparecer como o membro amputado.

2. Dor depende de contexto.  Você já percebeu que suas dores muitas vezes desaparecem magicamente como você estão se fechando sobre a linha de chegada de um triathlon? Isso provavelmente ocorre secundária a regulação hormonal através do que chamamos de neuromatriz. Eu posso atestar pessoalmente esta experiência durante o último ano do Ironman St. George, que teve lugar em condições traiçoeiras. Apesar de encontrar-me de uma forma ruim durante a segunda metade da maratona, eu de alguma forma conseguiu encontrar ainda engrenagem outro durante os últimos dois quilômetros de corrida.

3. A quantidade de dor não está necessariamente relacionada com a quantidade de dano tecidual.  Tudo o que precisamos fazer é considerar como doloroso uma unha encravada é apreciar este fato a dor. Como se relaciona com triathlon, a quantidade de dor não se correlaciona necessariamente com a quantidade de danos nos tecidos. Podemos, por vezes, com um pé fraturado, e não sinto nenhuma dor, ou tem uma unha encravada e experimentar um monte de dor. A dor é um sistema de alerta, mas a sua intensidade, nem sempre é previsível ao longo de um grande prejuízo.

4. Triatletas iniciantes provavelmente irá sentir mais dor do que um triatleta experiente.  Depois de estar envolvido com o esporte de triathlon por alguns anos, a pessoa começa a se familiarizar com certos dores e dores. Para um novato, no entanto, essas dores e dores pode muito bem ser percebida como uma ameaça maior porque eles são mais prováveis ​​sensações estrangeiros. Isso pode acabar provocando uma resposta à dor, o que poderia levá-los a deter brevemente a sua formação enquanto não pode mesmo registar-se como dor de um triatleta veterano. Mais uma vez não só os tecidos precisam se adaptar às ameaças, mas o cérebro faz tão bem. Condicionado deve cultivar a mente eo corpo.

5. Os resultados de resultados de teste de diagnóstico pode não ser uma direta correlação com a quantidade de dor experiências de um triatleta.  Dada a incidência relativamente alta de dor lombar associada com o ciclismo, não é incomum para os triatletas para eventualmente acabar sob ir testes de diagnóstico.Em muitos casos, triatletas têm marcado mudanças estruturais em suas estruturas espinhais ainda mínima para sem queixas de dor. Pelo contrário, eu tenho trabalhado com alguns triatletas, que têm ressonâncias magnéticas virgens, ainda estão se queixando de dor extrema. Isso nos lembra que resultados de testes de diagnóstico, muitas vezes não se correlacionam com queixas subjetivas de dor. Os testes de diagnóstico descartar patologia importante, não dor.

6. As condições meteorológicas não são verdadeiramente preditivo da dor que você vai sentir nesse dia.  Talvez uma das perguntas mais comuns que recebemos como fisioterapeutas é, "Você acha que o tempo tem nada a ver com os meus sintomas?" Como todos sabemos, é fácil de encontrar tantos problemas quando é chovendo. A verdade da questão, no entanto, é que o mau tempo não significa que você vai ter mais dor naquele dia. Então, pare de fingir que você é um previsor de tempo com base em como você se sente quando joelhos está chovendo.

7. Fortalecimento do núcleo não é mais eficaz do que o exercício geral para a melhora da dor.  Enquanto fortalecimento do núcleo pode proporcionar benefícios de desempenho, não tem se mostrado mais eficaz do que "o exercício geral" quando se trata de melhora da dor. Apesar desta informação, médicos e profissionais de fitness continuar a dizer aos seus pacientes e clientes que precisam de "fortalecer seu núcleo" para melhorar a sua dor lombar. Portanto, tenha cuidado de subscrever a desinformação, porque tal conselho foi cientificamente invalidada.

8. A dor é simplesmente dizer que algum comportamento precisa mudar.  Há inúmeros exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo que vem à mente é desenvolver o desenvolvimento de dor lombar de tentar holdholding uma posição aero enquanto trialing tempo. Em algum momento, quando a dor se torna insuportável, somos forçados a fazer uma mudança. Isto normalmente toma a forma de levantar o fundo do assento de esticar as pernas ou simplesmente para vir a sair da posição de aero para diminuir a pressão estática sobre os tecidos da região lombar.

9. Movimento é loção.  Como seres humanos, sempre amar soundbites audição e este é um que eu uso frequentemente com triatletas. O corpo humano é projetado para se mover. Através do movimento, somos capazes de oferecer aos nossos articulações e os tecidos vontade nutrição e saúde geral valioso. Isto é particularmente importante quando se trata de as articulações do nosso corpo, que normalmente são lubrificados com fluido sinovial. Troca deste fluido desempenha um papel integral na integridade das nossas articulações. Então, eu sempre digo triatletas que "o movimento é loção", e que "a sua posição seguinte é a sua melhor posição."

No fechamento, a dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. Ele nos fornece informações críticas que promove a tomada de decisão em última instância bom que nos permite continuar a participar do esporte. Enquanto a dor pode, por vezes, nos levar para baixo, confiar na capacidade inerente do corpo de se reparar. Ao tomar o tempo para entender melhor a dor, venha a ser percebida como uma ameaça menor e mais como um sistema de alarme de trabalho para proteger nossos corpos.

Chris Johnson é uma das principais da cidade de Nova York terapeuta físico, que é especializada no atendimento de atletas de endurance. Além de ser o proprietário e diretor de Chris Johnson PT, localizado no Flatiron District de Manhattan, ele também é co-fundador do Clube de Triatlo de fórmula, e um triatleta norte-americano. Chris também compartilha dicas e conselhos para atletas multi em seu blog Canto do bicho, de, no chrisjohnsonpt.com . Joe

Brence é um fisioterapeuta com sede em Pittsburgh, PA, especializado no tratamento da dor. Ele corre forwardthinkingpt.com e está ativamente envolvido na pesquisa.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2KdsMS9AZ





Pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. The trick is understanding what it's trying to tell you.

By Christopher Johnson and Joe Brence, PT's.

Despite the bad rap pain receives, we would like to persuade you that it's not always a bad thing, but an elaborate and necessary alarm system to protect the body.

An analogy we often use in educating triathletes suffering from pain is that of a smoke alarm. When a smoke alarm is triggered, it serves as a warning system that prompts us to take action. In some cases, the alarm may sound simply because of excess heat or smoke from cooking on a stove with poor ventilation. On the other hand, it may indicate that the apartment is on fire and danger is imminent. Sometimes, the alarm may even go off for no apparent reason due to a simple malfunction. Can you imagine, however, if the battery had died and the smoke alarm was not working yet there was carbon monoxide in the air? This would pose a potentially lethal threat. Similarly, what if the body’s pain system had malfunctioned and we tried completing a run with a shard of glass in our shoe?

According to the International Association for the Study of Pain, pain is defined as “an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential tissue damage, or described in terms of such damage.” Pain plays a vital role in protecting us from any actual or potential danger so we take prompt and appropriate action to get back to training in a timely manner. Unfortunately, a common motto among triathletes is “no pain, no gain.” Though pushing through aches and pain often comes with the territory, triathletes would be better served to adopt the slogan, "know pain or no gain.”

Below are nine things we would like you to understand about pain.

1. Pain is an output of the brain. This is one of the most important facts about pain. There are several examples illustrating this point. A common example is that of the phantom limb. Many amputees will often complain about pain in a limb, which no longer exists. This freaky sensation occurs because a road map to that limb, which exists within the brain, has not been re-written since the limb was lost. So the person will still feel pain, in a limb, despite that limb being gone. Even crazier, research has been performed on treatment approaches which use mirrors, to make the intact limb reflect a healthy image to appear as the amputated limb.

2. Pain relies on context. Have you ever noticed that your aches and pains often magically disappear as you are closing in on the finish line of a triathlon? This most likely occurs secondary to hormonal regulation through what we call the neuromatrix. I can personally attest to this experience during the final year of Ironman St. George, which took place under treacherous conditions. Despite finding myself in a bad way during the second half of the marathon, I somehow managed to find yet another gear during the final two miles of the race.

3. The amount of pain does not necessarily correlate with the amount of tissue damage. All we need to do is consider how painful a hangnail is to appreciate this pain fact. As it relates to triathlon, the amount of pain doesn't necessarily correlate to the amount of tissue damage.  We can sometimes run on a fractured foot, and feel no pain, or have a hangnail and experience a lot of pain.  Pain is a warning system but its intensity, is not always predictive over a major injury.

4. Novice triathletes will likely experience more pain than a seasoned triathlete. After being involved with the sport of triathlon for a few years, one starts to become acquainted with certain aches and pains. To a beginner, however, such aches and pains may very well be perceived as a greater threat because they are most likely foreign sensations. This may wind up triggering a pain response, which could prompt them to briefly halt their training whereas it may not even register as pain to a veteran triathlete. Again not only do the tissues need to adapt to threats, but the brain does as well.  Conditioning should cultivate both mind and body.

5. Findings from diagnostic test results may not be a direct correlate of the amount of pain a triathlete experiences. Given the relatively high incidence of low back pain associated with cycling, it is not uncommon for triathletes to eventually wind up under going diagnostic tests. In many cases, triathletes have marked structural changes in their spinal structures yet have minimal to no complaints of pain. On the contrary, I have worked with certain triathletes, who have pristine MRIs, yet are complaining of extreme pain. This reminds us that findings from diagnostic tests often do not correlate with subjective complaints of pain. Diagnostic tests rule out major pathology; not pain.

6. Weather conditions are not truly predictive of the pain you will experience that day. Perhaps one of the most common questions that we receive as physical therapists is, “Do you think the weather has anything to do with my symptoms?” As we all know, it is easy to find so many woes when it is pouring down rain. The truth of the matter, however, is that bad weather does not mean that you are going to have more pain that day. So stop pretending you are a weather forecaster based on how you knees feel when it’s raining.

7. Core strengthening is no more effective than general exercise for pain amelioration. While core strengthening may afford performance benefits, it has not been shown to be any more effective than “general exercise” when it comes to pain amelioration. Despite this information, medical and fitness professionals continue to tell their patients and clients that they need to “strengthen their core” to improve their low back pain. So be careful of subscribing to such misinformation because such advice has been scientifically invalidated.

8. Pain is simply telling you that some behavior needs to change. There are countless examples that illustrate this point. One example that comes to mind is developing the development of low back pain from trying to holdholding an aero position while time trialing. At some point, when the pain becomes too unbearable, we are forced to make a change. This typically takes the form of lifting your bottom off the seat to stretch the legs or to simply come coming out of the aero position to decrease the static strain on the tissues of the low back.

9. Motion is lotion. As humans we always love hearing soundbites and this is one that I often use with triathletes. The human body is designed to move. Through movement we are able to provide our joints and tissues will valuable nourishment and overall health. This is particularly important when it comes to the joints of our bodies, which are typically lubricated with synovial fluid. Exchange of this fluid plays an integral role in the integrity of our joints. So I always tell triathletes that “motion is lotion,” and that “your next position is your best position.”

In closing, pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. It provides us with critical information that fosters good decision making that ultimately allows us to continue participating in the sport. While pain may sometimes get us down, trust in the body’s inherent ability to repair itself. By taking the time to better understand pain, it will hopefully be perceived as less of a threat and more as an alarm system working to protect our bodies.

Chris Johnson is a leading New York City physical therapist who specializes in the care of endurance athletes. In addition to being the owner and director of Chris Johnson PT, located in the Flatiron District of Manhattan, he is also a co-founder of Formula Triathlon Club, and an all-American triathlete. Chris also shares tips and advice for multisport athletes on his blog, Critter’s Corner, at chrisjohnsonpt.com. Joe

Brence is a physical therapist based in Pittsburgh, PA who specializes in pain management. He runs forwardthinkingpt.com and is actively involved in research.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2Kdsk3Shn