Saturday, March 29, 2014

13 dicas para se concentrar na hora dos estudos

Por mais que você tente, está difícil fazer sua mente focar nos estudos? Veja as dicas de especialistas para resolver seu problema

Ana Carolina Prado | 17/04/2012 16h 30

Nosso cérebro é meio fanfarrão: na hora de pensar em estratégias para aquele jogo complicado de videogame ou de ler aquela revista que você adora, ele coopera facilmente. Mas quando é preciso sentar e estudar um pouco, parece não haver jeito de alcançar a concentração.

Isso fica ainda mais desesperador quando estamos em ano de vestibular e não temos tempo a perder. Para ajudar você nisso, o GUIA DO ESTUDANTE conversou com especialistas e pediu dicas para ajudar seu cérebro a se concentrar. Como cada pessoa tem um jeito de funcionar, nem todas elas serão igualmente eficientes para todo mundo. Então é bom fazer uns testes até descobrir quais dão certo para você.

- Transtorno de Atenção pode ser controlado para melhorar rendimento escolar, diz psicóloga

Não se contente em ler: escreva!
Segundo o professor e autor de livros com dicas para estudos Pierluigi Piazzi, é importante estudar escrevendo, e não só lendo. "Quem só lê perde a concentração. Quem escreve consegue entender o assunto e mantê-lo na mente", explica ele.

Escreva à mão em vez de digitar
Pesquisas já mostraram que os alunos que fazem isso aprendem mais do que quem só digita. "Você tem movimentos totalmente distintos para escrever cada letra a mão, mas isso não existe quando você está digitando. Isso faz com que mais redes neurais sejam ativadas no processo da escrita", diz o professor.

Como saber o que vale colocar no papel
Faça resumos, fichamentos e esquemas da matéria. Mas nada de ficar copiando todo o conteúdo dos livros. Para saber o que vale escrever, faça de conta que você está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta-la, é preciso ser conciso, mas ao mesmo tempo abordar os pontos principais. É disso que você precisa quando for estudar.

Revise a matéria que aprendeu em aula no mesmo dia
Além de evitar acumular matérias, estudar o conteúdo visto em sala de aula no mesmo dia fará com que seu cérebro entenda que aquilo é importante e o memorize.

Estude sozinho
Vamos combinar que, por mais legal que seja se reunir com os amigos para estudar, você acaba falando mais de outras coisas e as dúvidas permanecem. O professor Pierluigi é um grande defensor da ideia de que só se aprende mesmo no estudo solitário. "Estudar em grupo é útil se você for a pessoa que explica a matéria para os outros. Quem ouve não aproveita", diz ele. A melhor dica para um bom estudo, aliás, e explicar a matéria para si mesmo.

Use as aulas para entender as matérias e tirar dúvidas
Um erro comum, segundo o professor Pierluigi, é fazer dois cursinhos para ter um maior numero de aulas - o que realmente vai fazer diferença no vestibular é o momento em que você estuda sozinho, não o número de aulas que pegou. Mas isso não significa que vale cabular ou dormir nas aulas: elas são importantes para entender a matéria e tirar dúvidas.

Desligue todos os aparelhos eletrônicos.
Na hora de estudar, nada de deixar o celular por perto avisando você de cada notificação no Facebook. E nem caia na tentação de abrir o Facebook só por "dois minutinhos". Esses dois minutinhos sempre se estendem e acabam com toda a sua concentração. Reserve um tempinho do seu dia só para as redes sociais e faça isso virar rotina para que se acostume a checá-la apenas nesse tempo específico.

Estude em um local organizado e tranquilo
O resto da sua casa até pode ser uma bagunça, mas o local onde você costuma estudar precisa estar sempre organizado e silencioso. Ter muitas coisas espalhadas pode atrapalhar a sua concentração e há o risco de perder tempo procurando coisas que sumiram na bagunça.

Música? Só em línguas que você não entenda
Não é proibido estudar ouvindo música - há quem precise dela para se concentrar. Mas evite ouvir músicas em idiomas que você entenda - isso pode fazer com que você desvie sua atenção para a letra e esqueça a matéria.

Use marca-texto
Usar canetas coloridas e marca-texto para enfatizar os pontos principais é uma boa ajuda para manter o foco no que for importante, especialmente se você tem problemas mais sérios de déficit de atenção. Post-its também podem ser úteis.

Respeite seu tempo
Se você é mais produtivo de manhã, deixe para estudar as matérias mais difíceis nesse período. Quando sentir que a concentração não está rolando de jeito nenhum, faça uma pequena parada e depois volte. Manter intervalos regulares é fundamental - e a frequência vai depender do seu ritmo.

Tenha uma programação organizada, mas seja flexível
Use uma agenda ou quadro branco para organizar suas tarefas e respeite-a! Mas faça programações realistas para que você não se desanime. Definir que você vai estudar durante oito horas por dia se você tem várias outras atividades, por exemplo, não é algo razoável. E esteja aberto para mudanças, caso seja necessário.

Crie um pequeno ritual antes de estudar
Sempre que for mergulhar nos estudos, crie e respeite um ritualzinho antes. Pode ser um alongamento, pegar um copo de suco para deixar na sua mesa, ou que mais achar melhor. Com o tempo, seu cérebro vai entender que é hora dos estudos e ficará mais fácil se concentrar.

Quando a dificuldade de concentração é crônica

Às vezes, a falta de atenção pode ser crônica e estar associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). "Todo mundo pode ser os sintomas, mas não o TDAH de fato. O que conta é chama é a persistência e o prejuízo que isso traz para as pessoas do ponto de vista educacional (como evasão e não conclusão dos estudos) e sociais (dificuldade de inserção no mercado de trabalho, inadaptação social etc.)", explica Cláudia Machado Siqueira, neuropediatra e coordenadora do Laboratório de Estudos dos Transtornos de Aprendizagem (LETRA) do Hospital das Clínicas da UFMG.

Os sintomas do TDAH, tanto de desatenção quanto de hiperatividade, aparecem por volta dos 3 a 7 anos de idade. Na vida adulta, o que fica geralmente é a dificuldade de se concentrar na metade dos casos - a hiperatividade diminui. Pesquisas apontam fatores genéticos e neurológicos como as principais causas prováveis do problema, embora fatores sociais possam contribuir no desenvolvimento de problemas associados.

Nesse caso, é necessário procurar um especialista. "O problema não tem cura, porque é o jeito como seu cérebro funciona", explica Cláudia Siqueira. Mas existe tratamento, geralmente feito com medicamentos e com a chamada terapia cognitivo comportamental (um segmento da psicologia que ajuda a criar estratégias para ajudar a pessoa na organização, planejamento e cumprimento de tarefas e objetivos, como as que a gente listou aqui).
- Será que você tem TDAH? Faça o teste

Wednesday, February 05, 2014

As 6 startups que prometem ser um sucesso nos próximos anos

Desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis incentivou o surgimento de startups
Por Juliana Américo Lourenço da Silva
15h20 | 03-02-2014

SÃO PAULO – A quantidade de startups que estão surgindo pelo mundo está aumentando, inspiradas principalmente pelo Facebook e Google, além do incentivo para a criação de aplicativos para dispositivos móveis.

Durante a Campus Party, que aconteceu em São Paulo entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, 250 startups participaram de uma área inédita no evento, a “Startup&Makers Camp”, em que las puderam expor, vender e buscar formas de financiamento para os seus projetos.

Entre as novas empresas que estavam no evento, algumas se destacaram, sendo consideradas pelos organizadores e entidades de investidores anjos como promissoras. Confira:
250 startups participaram da Campus Party (InfoMoney/Juliana Américo) 250 startups participaram da Campus Party (InfoMoney/Juliana Américo)
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Atestados.med.br
A startup criou uma ferramenta que permite que as empresas controlem e verifiquem a autenticidade de atestados médicos. O sistema conta com um banco de dados atualizado em tempo real, que pode ser acessado tanto na web quanto em um aplicativo compatível com os sistemas operacionais Android e iOS.

A ferramenta promete ser vantajosa para todos: as empresas podem diminuir o índice de absenteísmo, se previne contra possíveis processos trabalhistas e tem acessório a um relatório sobre a saúde de seus funcionários; já os serviços médicos impedem a fraude de formulários e documentos; e os pacientes têm a garantia de respaldo médico legítimo e histórico de afastamento online.

Beved
Você é bom em alguma coisa? Se sim, a Beved permite que qualquer pessoa ensine o que faz de melhor em aulas online. A diferença do serviço, em comparação com outros sites que também oferecem aulas pela internet, é que o aluno paga pela aula e pode acessar o seu conteúdo quando quiser e quantas vezes achar necessário.

Além disso, o aluno tem acesso ao professor, podendo fazer perguntas, interagir com outros alunos, baixar materiais extra que forem disponibilizados pela aula e recebe um certificado de participação. O valor das aulas varia de acordo com o professor, mas também são oferecidas aulas gratuitas.

Designoteca
A startup criou um site onde as pessoas podem encontrar produtos de design, moda e arte diretamente dos criadores dos itens. Ao criar uma conta na Designoteca, você indica suas preferências e pode seguir criadores que mais admira e colecionar produtos e criações que mais gosta e votar em projetos de produtos que ainda não se tornaram realidade.

Além disso, o site estabelece parcerias com marcas e criadores locais para que pessoas que buscam designs diferentes possam encontrar sem pagar nada por isso.

Hand Talk
A empresa desenvolveu um sistema que permite traduzir sites e vídeos para Libras (linguagem de sinais) e, em sete meses de funcionamento, mais de 107 mil downloads já foram realizados. A ferramenta conta com a ajuda do Hugo, um simpático personagem que realiza a tradução.

O serviço, que já recebeu mais de R$ 500 mil em investimentos, é gratuito e está disponível para web e os sistemas operacionais Android e iOS.

TraktoPro
A ferramenta auxilia profissionais autônomos e empresas a preparar o orçamento da prestação de um serviço calculando o valor do trabalho, incluindo impostos, tempo necessário e gastos extras. Além disso, o aplicativo envia propostas comerciais customizadas com gráficos explicativos diretamente do celular do cliente.

Wiki4Fit
A startup criou um aplicativo para academias que permite que o aluno veja como são feitos os exercícios e envia alertas automáticos para aqueles que estão ausentes. Além disso, os professores recebem relatórios semanais sobre o monitoramento dos alunos, frequências, históricos de exercícios, entre outros.


 
http://www.infomoney.com.br/negocios/startups/noticia/3174949/startups-que-prometem-ser-sucesso-nos-proximos-anos

Saturday, January 18, 2014

5 coisas que pessoas super bem sucedidas fazem pela manhã

Se você é uma pessoa amiga ou inimiga das primeiras horas matinais, tanto faz. A questão é que muitas pessoas com histórias de sucesso aproveitam as primeiras horas da manhã antes do trabalho. Muitos presidentes de empresa, pessoas responsáveis por cargos de comando e pessoas influentes tem isso como parte da rotina.

Margaret Thatcher acordava às 5h. Frank Lloyd Wright, o gênio da arquitetura e criador da casa cascata acordava às 4h. E Robert Iger, o CEO of Disney acorda às 4:30h.

E se você é daquele tipo de pessoa que assim como eu afirma que é mais produtiva a noite, diz o estudo da  Inc. Magazine que não é bem assim. Segundo a revista, as pessoas da manhã costumam ser mais proativas e produtivas – além de obterem hábitos mais saudáveis. Então vamos á lista do que as pessoas bem sucedidas fazem pela manhã.

Preparar-se para o dia de trabalho depois de uma sessão de atividade física é recomendado incessantemente. Por todos que já o fazem, pelos médicos, pelo inconsciente coletivo. Aqui em Santos vamos combinar que temos uma vantagem competitiva gigantesca: quem mora perto da praia pode optar por uma caminhada de 30 minutos, ou por uma pedalada similar (veja como usar o Bike Santos passo-a-passo). Santos também possui algumas academias que abrem às 6h da manhã como a Agonn e a SmartFit.

E mesmo quem não quer fazer nada disso pode ir a pé para o trabalho ou usar as ciclovias. Claro que depende do calor do dia e da localização geográfica do sei local de trabalho.

Ah! Quem caminha pela manhã na praia de Santos geralmente se depara com essa cena. Tirei a foto numa caminhada, por volta de 8 da manhã.

Planejar o dia pela manhã, avaliar a agenda, fazer listas do que precisa ser feito ajudará a priorizar as tarefas, ter uma noção de “controle” melhor do tempo e das atividades. Eu uso bastante as ferramentas do Google para me ajudarem nessa missão, como o Google Calendar e o Google Drive (se você tem um e-mail do GMail certamente essas ferramentas estão disponíveis para você).

As primeiras horas da manhã proporcionam maior clareza e reflexão para definir as prioridades. Outra técnica é considerar métodos para organização do tempo, com pequenas recompensas para ajudar na saúde mental sem que isso impacte na produtividade.

Tomar um café da manhã saudável evita que você seja distraído pelo chamado do seu estômago ainda pela manhã. Além disso o café da manhã é uma excelente hora para socialização. Em casa é uma excelente opção para ganhar um tempinho com a família. Se você toma café da manhã na rua pode ser uma boa opção para socializar com conhecidos e amigos: na padaria ou no empório perto da sua casa.

Colocar os pensamentos em ordem ou fazer um exercício de visualização é mais estratégico nas horas mais quietas da manhã. Ficar um tempo quieto(a) refletindo sobre coisas e pensamentos positivos ajuda no humor e a recarregar as energias. Sempre é importante ter um tempo para colocar os pensamentos em ordem e cada um encontra sua forma de fazê-lo. Seja quieto no escritório, seja praticando uma atividade física ou no banho.

Existem algumas tarefas mais chatas, pesadas e que acabam no balaio da procrastinação. E enquanto você procrastina a tarefa persegue você! Uma dica é eliminar esse “pior trabalho” pela manhã aproveitando a sua disposição, assim o dia será gradativamente mais fácil. E você já terá aquela sensação de missão cumprida que é altamente motivadora.

Baseado no artigo 5 Things Super Successful People Do Before 8 AM da Forbes
http://www.forbes.com/sites/jennifercohen/2013/10/02/5-things-super-successful-people-do-before-8-am/

Monday, January 06, 2014

13 Coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem

Nota: este artigo foi traduzido a partir de um artigo publicado no site da Forbes em 18/Nov/2013. Para ler o artigo na íntegra (em inglês), clique aqui.

http://www.forbes.com/sites/cherylsnappconner/2013/11/18/mentally-strong-people-the-13-things-they-avoid/


Pessoas de mentalidade forte possuem hábitos saudáveis. Elas lidam com suas emoções, pensamentos e comportamentos de forma a empodera-las para o sucesso na vida. Verifique essas coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem para que você também possa ter uma mente forte.

1) Elas não perdem tempo sentindo pena de si mesmas
Pessoas de mentalidade forte não ficam sentindo pena de suas circunstâncias ou como os outros as trataram. Ao invés disso, elas assumem a responsabilidade por seu papel na vida e compreendem que a vida nem sempre é fácil ou justa.

2) Elas não deixam de lado seu poder
Elas não permitem que os outros as controlem, e elas não permitem alguém tenha poder sobre elas. Elas não dizem coisas como, “Meu chefe me faz sentir mal”, porque elas compreendem que elas estão no controle sobre suas emoções e elas possuem a escolha de como reagir.

3) Elas não fogem dos desafios
Pessoas mentalmente fortes não tentam evitar o desafio. Ao invés disso, elas dão boas vindas de forma positiva às mudanças e estão sempre querendo ser flexíveis. Elas compreendem que a mudança é inevitável e acreditam em suas habilidades de adaptação.

4) Elas não gastam energia com coisas que não podem controlar
Você não ouve uma pessoa mentalmente forte reclamando da mala perdida ou do trânsito. Ao invés disso, elas focam naquilo que podem controlar em suas vidas. Elas reconhecem que algumas vezes, a única coisa que podem controlar, é sua atitude.

5) Elas não se preocupam em agradar todo mundo
Pessoas mentalmente fortes reconhecem que não precisam agradar todo mundo o tempo todo. Elas não têm medo de dizer não ou falar quando é necessário. Elas buscam ser gentis e justas, mas podem lidar com outras pessoas chateadas se elas as fizeram felizes.

6) Elas não têm medo de assumir riscos calculados
Elas não assumem ricos bobos ou fáceis, mas não se importam de assumir riscos calculados. Pessoas mentalmente fortes investem tempo pesando os riscos e benefícios antes de tomar uma grande decisão, e elas estão completamente informadas dos problemas possíveis antes de tomarem ação.

7) Elas não renegam o passado
Pessoas mentalmente fortes não gastam tempo renegando o passado e querendo que as coisas fossem diferentes. Elas reconhecem o passado e podem dizer o que elas aprenderam com ele. Entretanto, elas não revivem constantemente as experiências ruins ou fantasiam sobre os dias gloriosos. Ao invés disso, elas vivem para o presente e planejam para o futuro.

8) Elas não cometem o mesmo erro várias vezes
Pessoas mentalmente fortes aceitam a responsabilidade por seu comportamento e aprendem com os erros do passado. Como resultado, elas não ficam repetindo os mesmos erros sempre. Ao invés disso, elas seguem em frente e tomam melhores decisões no futuro.

9) Elas não ficam ressentidas pelo sucesso alheio
Pessoas mentalmente fortes conseguem apreciar e celebrar o sucesso na vida de outras pessoas. Elas não ficam invejosas ou se sentem trapaceadas quando outros as superam. Ao invés disso, elas reconhecem que o sucesso é conquistado através de trabalho duro, e elas estão querendo o trabalho duro para própria chance de sucesso.

10) Elas não desistem depois da primeira falha
Pessoas mentalmente fortes não percebem uma falha como razão para desistir. Ao invés disso, elas usam o erro como uma oportunidade de crescer e melhorar. Elas querem continuar tentando até conseguirem fazer o certo.

11) Elas não temem a solidão
Pessoas mentalmente fortes conseguem tolerar a solidão e elas não temem o silêncio. Elas não têm medo de ficarem sozinhas com seus pensamentos e elas podem usar esses momentos para serem produtivas. Elas curtem sua própria companhia e não são dependentes de outros para companhia e diversão todo o tempo, mas conseguem ser felizes sozinhas.

12) Elas não acham que o mundo deve alguma coisa a elas
Particularmente na economia atual, executivos e empregados em qualquer nível estão começando a perceber que o mundo não lhes deve um salário, um pacote de benefícios e uma vida confortável,  independente de sua preparação e educação. Pessoas mentalmente fortes entram no mundo preparadas para trabalhar e serem bem sucedidas por seus méritos, em cada estágio do jogo.

13) Elas não esperam resultados imediatos
Seja uma rotina de treinos, um regime nutricional ou começar um novo negócio, pessoas mentalmente fortes estão comprometidas com o longo prazo. Elas sabem muito bem não esperar por resultados imediatos. Elas dedicam suas energias e tempo em doses medidas e celebram a cada meta e aumento de sucesso ao longo do caminho. Elas possuem o “poder de permanecer”. E elas compreender que mudanças genuínas levam tempo.

Wednesday, July 17, 2013

Reabilitação cognitiva ajuda a tratar dependentes químicos

17/07/2013

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – O efeito da maconha, da cocaína e do crack no cérebro e o dano causado por essas drogas em funções cognitivas como memória, atenção, capacidade de planejamento e de tomada de decisões foram os temas de uma palestra apresentada pelo neuropsicólogo Paulo Jannuzzi Cunha, do Laboratório de Neuroimagem da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), no World Congress on Brain, Behavior and Emotions.

Durante o evento, realizado em São Paulo no fim de junho, Cunha apresentou dados de pesquisas recentes que mostram como a reabilitação cognitiva – feita por meio de estímulos como o jogo de xadrez – pode ajudar a recuperar parte das habilidades perdidas pelo consumo de drogas e ser fundamental para evitar a recaída de dependentes químicos em tratamento.

Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Cunha à Agência FAPESP

Agência FAPESP – De que forma a maconha, a cocaína e o crack afetam o cérebro?
Paulo Jannuzzi Cunha – Cada droga tem seu mecanismo de ação particular, mas todas atingem de alguma forma o sistema de recompensa cerebral, que envolve o córtex pré-frontal, a área tegmentar ventral, onde há um conjunto de neurônios responsáveis pela liberação do neurotransmissor dopamina, e o núcleo accumbens. Quando sentimos prazer – seja por um estímulo físico, como comida, seja por um estímulo emocional –, ocorre a liberação de dopamina na sinapse, que é o espaço de conexão entre um neurônio e outro. Mas não ficamos alegres o tempo todo e, para retornar à situação de equilíbrio, essa dopamina precisa ser recapturada pelo neurônio que a liberou inicialmente. As drogas impedem esse processo de recaptura e fazem com que um excesso de dopamina permaneça na fenda sináptica, estimulando a comunicação entre os neurônios do sistema de recompensa, intensificando e prolongando a sensação de prazer.

Agência FAPESP – De que maneira isso pode ser prejudicial?
Cunha – Como as drogas estimulam muito o sistema de recompensa, mas de maneira artificial, o cérebro começa a ficar preguiçoso para produzir e liberar dopamina. Na medida em que o uso da droga vai se tornando crônico, a pessoa literalmente começa a perder os prazeres da vida e a sensação de bem-estar vai ficando cada vez mais restrita ao uso da droga.

Agência FAPESP – Mas como isso afeta as funções cognitivas?
Cunha – Tudo o que fazemos precisa envolver um certo grau de prazer e bem-estar; caso contrário, não conseguimos manter a atenção por muito tempo na atividade. Então o sistema de recompensa está de alguma forma relacionado com funções executivas, memória, atenção, planejamento e tomada de decisões. Além disso, no uso agudo da cocaína e do crack, ocorre uma vasoconstrição e aumento da pressão arterial. Isso aumenta o risco de um acidente vascular cerebral e de entupimentos de pequenos vasos sanguíneos (isquemias). O uso crônico dessas drogas faz com que várias regiões do cérebro fiquem mal irrigadas, o que também pode afetar o processamento cognitivo. Os danos são ainda maiores quando a cocaína é associada ao consumo de álcool, pois a mistura das duas drogas causa a formação no fígado de um metabólito chamado cocaetileno, que intoxica os neurônios e pode causar danos ao coração. O crack, por ser absorvido mais rapidamente, causa os mesmos efeitos da cocaína e de forma ainda mais intensa. Já a maconha não causa a vasoconstrição, mas há estudos que mostram outras alterações vasculares, aumento no risco de derrame e a diminuição de certas regiões do cérebro como a amígdala e o hipocampo, que são ricas em receptores para o tetrahidrocanabinol (THC). Isso pode afetar diretamente a capacidade de memorização e a regulação de emoções como medo e agressividade.

Agência FAPESP – É por esse motivo que a maconha é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de transtornos psicóticos?
Cunha – A maconha aumenta o risco de desenvolver sintomas psicóticos, mas os mecanismos relacionados a esse fato ainda estão sendo estudados. A suscetibilidade parece estar ligada tanto a características genéticas como ao histórico de vida do usuário de maconha, a forma como ocorreu seu desenvolvimento neuropsicológico e seu estado psicológico no momento em que faz uso da droga. Há estudos que indicam que portadores de um determinado polimorfismo no gene que codifica a enzima catecol-O-metiltransferase (COMT) apresentam risco maior de desenvolver sintomas psicóticos se consumirem maconha. Um estudo do nosso grupo reforça a hipótese de que o cérebro de portadores de transtornos psicóticos – entre eles esquizofrenia e transtorno bipolar – que usam maconha é diferente do cérebro de portadores de psicoses sem história de uso de maconha.

Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Os dados foram coletados durante o doutorado da Maristela Schaufelberger, na FMUSP, hoje docente na USP de Ribeirão Preto, e parte deles foi analisada durante meu pós-doutorado, que conta com apoio da FAPESP. Os resultados foram divulgados na edição de julho da revista Schizophrenia Research. Nós comparamos, por meio de exames de neuroimagem, o volume de certas áreas cerebrais de 80 voluntários sadios e não usuários de drogas, com 78 portadores de transtornos psicóticos não usuários de droga e com 28 portadores de transtornos psicóticos com histórico de uso de maconha. Também comparamos o desempenho de cada grupo em testes que mediam fluência verbal, memória operacional e a amplitude da atenção.

Agência FAPESP – Quais foram os resultados?
Cunha – Era de se esperar que os psicóticos usuários de maconha se saíssem pior nas duas avaliações, mas curiosamente eles tiveram resultados mais parecidos com os do grupo controle. Os psicóticos não usuários da droga apresentaram volume cerebral menor, principalmente no córtex pré-frontal – ligado às funções executivas – e nas áreas hipocampais – ligadas à memória. Outros estudos recentes também estão apontando essa relação.

Agência FAPESP – Haveria algum efeito benéfico da maconha?
Cunha – Não parece ser o caso. Do ponto de vista dos efeitos cerebrais, a maconha fumada está cada vez mais potente e mais rica em THC, que é o princípio ativo da droga e que está associado fortemente com problemas cognitivos e sintomas psicóticos. Por outro lado, há autores que defendem a hipótese de que o canabidiol (CBD), outra substância presente na maconha, poderia ter algum efeito neuroprotetor. Mas nossos dados não permitem afirmar isso, até porque não temos informações sobre a concentração de CBD e THC na maconha que os pacientes fumaram. Além disso, quem fuma maconha não absorve apenas canabidiol, mas também altas doses de THC, que conhecidamente causa danos cerebrais. Nossa hipótese é de que as pessoas que desenvolvem algum tipo de transtorno psicótico mesmo sem usar nenhum tipo de droga já apresentam algum prejuízo anterior no neurodesenvolvimento, talvez desde a infância, que faz com que o quadro inicial seja mais severo e as anormalidades cerebrais também. Já o paciente psicótico com história de uso de uso de maconha teria inicialmente um perfil neuropsicológico mais preservado, mas com a desestruturação funcional decorrente da psicose, em sua fase inicial. Mas, à medida que a doença avança, o quadro se torna igualmente grave nos dois grupos, pior ainda se o uso de maconha persistir. Os usuários de maconha não apresentam uma psicose mais leve que os demais.

Agência FAPESP – Por que certas pessoas são mais suscetíveis aos prejuízos causados pelas drogas e outras mais resistentes?
Cunha – Há fatores genéticos e ambientais. Todos os estímulos que recebemos ao longo da vida, a cultura adquirida, o aprendizado de línguas e de novas habilidades, fazem com que o cérebro forme um maior número de sinapses e isso gera uma reserva cognitiva. Quanto maior for essa reserva, maior é a resistência ao déficit causado pelas drogas ou por doenças como Alzheimer nas funções executivas e na memória. Agora estamos estudando como a reabilitação cognitiva, que é uma espécie de musculação cerebral, pode ajudar a compensar o déficit funcional causado pelas drogas. Já temos dados que indicam que, quanto maior o prejuízo às funções executivas, maior o risco de um dependente em tratamento voltar a usar a droga.

Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Participaram 32 pacientes com diagnóstico de dependência de cocaína ou de crack, entre 18 e 45 anos, internados na Enfermaria do Comportamento Impulsivo do HC-FMUSP. Após a semana de desintoxicação, quando o teste toxicológico deixou de detectar os metabólitos da droga na urina dos pacientes, eles foram submetidos a diversos testes de avaliação das funções executivas, como atenção sustentada (manter o foco por período prolongado), atenção alternada (observar dois estímulos sequenciais, como números e letras, ao mesmo tempo), capacidade de abstração, flexibilidade cognitiva (adaptar-se a novos padrões de raciocínio), planejamento e tomada de decisões pensando no futuro. Após o período de internação de aproximadamente cinco semanas, o seguimento foi feito por telefone durante um mês. Os pacientes que recaíram durante esse período de seguimento foram os que apresentaram no início do tratamento o pior desempenho nos testes de avaliação das funções executivas. Dessa forma, os déficits cognitivos podem ser interpretados como indicadores da probabilidade de recaída dos dependentes. A pesquisa foi desenvolvida durante o mestrado da neuropsicóloga Priscila Dib Gonçalves, que contou com apoio da FAPESP e foi orientada por Arthur Guerra de Andrade. Agora, durante o doutorado, ela está avaliando o impacto da reabilitação cognitiva no tratamento, a partir de um novo modelo de reabilitação cognitiva que nós criamos, chamado “Xadrez Motivacional”.

Agência FAPESP – Como funciona esse modelo?
Cunha – Usamos o jogo de xadrez aliado a técnicas de uma abordagem científica conhecida como Entrevista Motivacional, em que a terapeuta ajuda o dependente a entender as motivações que o levam a usar drogas e o auxilia a traçar metas para o futuro e estratégias para manter-se longe das drogas. Por meio de exames de ressonância magnética, estamos também investigando as regiões cerebrais ativadas durante a reabilitação, com apoio de Geraldo Busatto, que coordena o Laboratório de Neuroimagem da USP, com auxílio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sabemos que os dependentes químicos têm danos generalizados em várias regiões, mas pensamos que aqueles da região pré-frontal – que coordena as funções executivas – são os mais relacionados com as recaídas e a dificuldade de aderir ao tratamento. Por isso, focamos na reabilitação dessas áreas pré-frontais. Nosso objetivo é investigar se o treinamento de fato faz com que essas regiões cerebrais funcionem melhor.

Agência FAPESP – Como a reabilitação cognitiva atua sobre o cérebro?
Cunha – Trazer de volta os neurônios que já morreram é impossível, mas podemos estimular as áreas que continuam preservadas e deixá-las mais fortes para compensar o déficit cognitivo. É a chamada neuroplasticidade. Os dados preliminares já evidenciam melhoria cognitiva nesses pacientes, mas precisamos ir além e entender de que forma isso representaria melhoria na vida diária e na recuperação deles a longo prazo.
http://agencia.fapesp.br/17566

Monday, February 11, 2013

Tri PT: Amigo Dor, ou inimigo? - Tri PT: Pain, Friend or Foe?





Dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. O truque é entender o que ele está tentando dizer.

Por Christopher Johnson e Brence Joe, do PT.

Apesar da dor mau rap recebe, gostaríamos de persuadi-lo de que não é sempre uma coisa ruim, mas um sistema de alarme elaborado e necessário para proteger o corpo.

Uma analogia muitas vezes usamos na educação triatletas que sofrem de dor é a de um alarme de incêndio. Quando um alarme de incêndio é acionado, ele serve como um sistema de alerta que nos leva a agir. Em alguns casos, o alarme pode soar simplesmente por causa do excesso de calor ou fumaça de cozinhar em um fogão com pouca ventilação. Por outro lado, isso pode indicar que o apartamento está pegando fogo e perigo é iminente. Às vezes, o alarme pode até sair sem motivo aparente devido a uma avaria simples. Você pode imaginar, no entanto, se a bateria tinha morrido e que o alarme de fumaça não estava funcionando ainda havia monóxido de carbono no ar? Isso representaria uma ameaça potencialmente letal. Da mesma forma, o que se o corpo do sistema dor tinha defeito e tentamos completar uma corrida com um caco de vidro no nosso sapato?

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor é definida como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Dor desempenha um papel vital em nos proteger de qualquer real ou potencial perigo assim que nós tomamos medidas imediatas e apropriadas para voltar a treinar em tempo hábil. Infelizmente, um lema comum entre os triatletas é "sem dor, sem ganho". Apesar de empurrando através de dores e dores muitas vezes vem com o território, triatletas seria melhor servido a adotar o slogan, "conhecer a dor ou nenhum ganho."

Abaixo estão nove coisas que gostaríamos que você entenda sobre a dor.

1. A dor é uma produção do cérebro.  Este é um dos fatos mais importantes sobre a dor. Existem vários exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo comum é o facto de o membro-fantasma. Muitos amputados muitas vezes se queixam de dor em um membro, que não existe mais. Esta sensação esquisita ocorre porque um mapa do caminho para esse membro, que existe dentro do cérebro, não foi re-escrito desde o membro foi perdido. Assim, a pessoa vai continuar a sentir dor, em um membro, apesar de que membros ter ido. Ainda mais louco, a pesquisa foi realizada em abordagens de tratamento que usam espelhos, para fazer o membro intacto refletir uma imagem saudável para aparecer como o membro amputado.

2. Dor depende de contexto.  Você já percebeu que suas dores muitas vezes desaparecem magicamente como você estão se fechando sobre a linha de chegada de um triathlon? Isso provavelmente ocorre secundária a regulação hormonal através do que chamamos de neuromatriz. Eu posso atestar pessoalmente esta experiência durante o último ano do Ironman St. George, que teve lugar em condições traiçoeiras. Apesar de encontrar-me de uma forma ruim durante a segunda metade da maratona, eu de alguma forma conseguiu encontrar ainda engrenagem outro durante os últimos dois quilômetros de corrida.

3. A quantidade de dor não está necessariamente relacionada com a quantidade de dano tecidual.  Tudo o que precisamos fazer é considerar como doloroso uma unha encravada é apreciar este fato a dor. Como se relaciona com triathlon, a quantidade de dor não se correlaciona necessariamente com a quantidade de danos nos tecidos. Podemos, por vezes, com um pé fraturado, e não sinto nenhuma dor, ou tem uma unha encravada e experimentar um monte de dor. A dor é um sistema de alerta, mas a sua intensidade, nem sempre é previsível ao longo de um grande prejuízo.

4. Triatletas iniciantes provavelmente irá sentir mais dor do que um triatleta experiente.  Depois de estar envolvido com o esporte de triathlon por alguns anos, a pessoa começa a se familiarizar com certos dores e dores. Para um novato, no entanto, essas dores e dores pode muito bem ser percebida como uma ameaça maior porque eles são mais prováveis ​​sensações estrangeiros. Isso pode acabar provocando uma resposta à dor, o que poderia levá-los a deter brevemente a sua formação enquanto não pode mesmo registar-se como dor de um triatleta veterano. Mais uma vez não só os tecidos precisam se adaptar às ameaças, mas o cérebro faz tão bem. Condicionado deve cultivar a mente eo corpo.

5. Os resultados de resultados de teste de diagnóstico pode não ser uma direta correlação com a quantidade de dor experiências de um triatleta.  Dada a incidência relativamente alta de dor lombar associada com o ciclismo, não é incomum para os triatletas para eventualmente acabar sob ir testes de diagnóstico.Em muitos casos, triatletas têm marcado mudanças estruturais em suas estruturas espinhais ainda mínima para sem queixas de dor. Pelo contrário, eu tenho trabalhado com alguns triatletas, que têm ressonâncias magnéticas virgens, ainda estão se queixando de dor extrema. Isso nos lembra que resultados de testes de diagnóstico, muitas vezes não se correlacionam com queixas subjetivas de dor. Os testes de diagnóstico descartar patologia importante, não dor.

6. As condições meteorológicas não são verdadeiramente preditivo da dor que você vai sentir nesse dia.  Talvez uma das perguntas mais comuns que recebemos como fisioterapeutas é, "Você acha que o tempo tem nada a ver com os meus sintomas?" Como todos sabemos, é fácil de encontrar tantos problemas quando é chovendo. A verdade da questão, no entanto, é que o mau tempo não significa que você vai ter mais dor naquele dia. Então, pare de fingir que você é um previsor de tempo com base em como você se sente quando joelhos está chovendo.

7. Fortalecimento do núcleo não é mais eficaz do que o exercício geral para a melhora da dor.  Enquanto fortalecimento do núcleo pode proporcionar benefícios de desempenho, não tem se mostrado mais eficaz do que "o exercício geral" quando se trata de melhora da dor. Apesar desta informação, médicos e profissionais de fitness continuar a dizer aos seus pacientes e clientes que precisam de "fortalecer seu núcleo" para melhorar a sua dor lombar. Portanto, tenha cuidado de subscrever a desinformação, porque tal conselho foi cientificamente invalidada.

8. A dor é simplesmente dizer que algum comportamento precisa mudar.  Há inúmeros exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo que vem à mente é desenvolver o desenvolvimento de dor lombar de tentar holdholding uma posição aero enquanto trialing tempo. Em algum momento, quando a dor se torna insuportável, somos forçados a fazer uma mudança. Isto normalmente toma a forma de levantar o fundo do assento de esticar as pernas ou simplesmente para vir a sair da posição de aero para diminuir a pressão estática sobre os tecidos da região lombar.

9. Movimento é loção.  Como seres humanos, sempre amar soundbites audição e este é um que eu uso frequentemente com triatletas. O corpo humano é projetado para se mover. Através do movimento, somos capazes de oferecer aos nossos articulações e os tecidos vontade nutrição e saúde geral valioso. Isto é particularmente importante quando se trata de as articulações do nosso corpo, que normalmente são lubrificados com fluido sinovial. Troca deste fluido desempenha um papel integral na integridade das nossas articulações. Então, eu sempre digo triatletas que "o movimento é loção", e que "a sua posição seguinte é a sua melhor posição."

No fechamento, a dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. Ele nos fornece informações críticas que promove a tomada de decisão em última instância bom que nos permite continuar a participar do esporte. Enquanto a dor pode, por vezes, nos levar para baixo, confiar na capacidade inerente do corpo de se reparar. Ao tomar o tempo para entender melhor a dor, venha a ser percebida como uma ameaça menor e mais como um sistema de alarme de trabalho para proteger nossos corpos.

Chris Johnson é uma das principais da cidade de Nova York terapeuta físico, que é especializada no atendimento de atletas de endurance. Além de ser o proprietário e diretor de Chris Johnson PT, localizado no Flatiron District de Manhattan, ele também é co-fundador do Clube de Triatlo de fórmula, e um triatleta norte-americano. Chris também compartilha dicas e conselhos para atletas multi em seu blog Canto do bicho, de, no chrisjohnsonpt.com . Joe

Brence é um fisioterapeuta com sede em Pittsburgh, PA, especializado no tratamento da dor. Ele corre forwardthinkingpt.com e está ativamente envolvido na pesquisa.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2KdsMS9AZ





Pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. The trick is understanding what it's trying to tell you.

By Christopher Johnson and Joe Brence, PT's.

Despite the bad rap pain receives, we would like to persuade you that it's not always a bad thing, but an elaborate and necessary alarm system to protect the body.

An analogy we often use in educating triathletes suffering from pain is that of a smoke alarm. When a smoke alarm is triggered, it serves as a warning system that prompts us to take action. In some cases, the alarm may sound simply because of excess heat or smoke from cooking on a stove with poor ventilation. On the other hand, it may indicate that the apartment is on fire and danger is imminent. Sometimes, the alarm may even go off for no apparent reason due to a simple malfunction. Can you imagine, however, if the battery had died and the smoke alarm was not working yet there was carbon monoxide in the air? This would pose a potentially lethal threat. Similarly, what if the body’s pain system had malfunctioned and we tried completing a run with a shard of glass in our shoe?

According to the International Association for the Study of Pain, pain is defined as “an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential tissue damage, or described in terms of such damage.” Pain plays a vital role in protecting us from any actual or potential danger so we take prompt and appropriate action to get back to training in a timely manner. Unfortunately, a common motto among triathletes is “no pain, no gain.” Though pushing through aches and pain often comes with the territory, triathletes would be better served to adopt the slogan, "know pain or no gain.”

Below are nine things we would like you to understand about pain.

1. Pain is an output of the brain. This is one of the most important facts about pain. There are several examples illustrating this point. A common example is that of the phantom limb. Many amputees will often complain about pain in a limb, which no longer exists. This freaky sensation occurs because a road map to that limb, which exists within the brain, has not been re-written since the limb was lost. So the person will still feel pain, in a limb, despite that limb being gone. Even crazier, research has been performed on treatment approaches which use mirrors, to make the intact limb reflect a healthy image to appear as the amputated limb.

2. Pain relies on context. Have you ever noticed that your aches and pains often magically disappear as you are closing in on the finish line of a triathlon? This most likely occurs secondary to hormonal regulation through what we call the neuromatrix. I can personally attest to this experience during the final year of Ironman St. George, which took place under treacherous conditions. Despite finding myself in a bad way during the second half of the marathon, I somehow managed to find yet another gear during the final two miles of the race.

3. The amount of pain does not necessarily correlate with the amount of tissue damage. All we need to do is consider how painful a hangnail is to appreciate this pain fact. As it relates to triathlon, the amount of pain doesn't necessarily correlate to the amount of tissue damage.  We can sometimes run on a fractured foot, and feel no pain, or have a hangnail and experience a lot of pain.  Pain is a warning system but its intensity, is not always predictive over a major injury.

4. Novice triathletes will likely experience more pain than a seasoned triathlete. After being involved with the sport of triathlon for a few years, one starts to become acquainted with certain aches and pains. To a beginner, however, such aches and pains may very well be perceived as a greater threat because they are most likely foreign sensations. This may wind up triggering a pain response, which could prompt them to briefly halt their training whereas it may not even register as pain to a veteran triathlete. Again not only do the tissues need to adapt to threats, but the brain does as well.  Conditioning should cultivate both mind and body.

5. Findings from diagnostic test results may not be a direct correlate of the amount of pain a triathlete experiences. Given the relatively high incidence of low back pain associated with cycling, it is not uncommon for triathletes to eventually wind up under going diagnostic tests. In many cases, triathletes have marked structural changes in their spinal structures yet have minimal to no complaints of pain. On the contrary, I have worked with certain triathletes, who have pristine MRIs, yet are complaining of extreme pain. This reminds us that findings from diagnostic tests often do not correlate with subjective complaints of pain. Diagnostic tests rule out major pathology; not pain.

6. Weather conditions are not truly predictive of the pain you will experience that day. Perhaps one of the most common questions that we receive as physical therapists is, “Do you think the weather has anything to do with my symptoms?” As we all know, it is easy to find so many woes when it is pouring down rain. The truth of the matter, however, is that bad weather does not mean that you are going to have more pain that day. So stop pretending you are a weather forecaster based on how you knees feel when it’s raining.

7. Core strengthening is no more effective than general exercise for pain amelioration. While core strengthening may afford performance benefits, it has not been shown to be any more effective than “general exercise” when it comes to pain amelioration. Despite this information, medical and fitness professionals continue to tell their patients and clients that they need to “strengthen their core” to improve their low back pain. So be careful of subscribing to such misinformation because such advice has been scientifically invalidated.

8. Pain is simply telling you that some behavior needs to change. There are countless examples that illustrate this point. One example that comes to mind is developing the development of low back pain from trying to holdholding an aero position while time trialing. At some point, when the pain becomes too unbearable, we are forced to make a change. This typically takes the form of lifting your bottom off the seat to stretch the legs or to simply come coming out of the aero position to decrease the static strain on the tissues of the low back.

9. Motion is lotion. As humans we always love hearing soundbites and this is one that I often use with triathletes. The human body is designed to move. Through movement we are able to provide our joints and tissues will valuable nourishment and overall health. This is particularly important when it comes to the joints of our bodies, which are typically lubricated with synovial fluid. Exchange of this fluid plays an integral role in the integrity of our joints. So I always tell triathletes that “motion is lotion,” and that “your next position is your best position.”

In closing, pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. It provides us with critical information that fosters good decision making that ultimately allows us to continue participating in the sport. While pain may sometimes get us down, trust in the body’s inherent ability to repair itself. By taking the time to better understand pain, it will hopefully be perceived as less of a threat and more as an alarm system working to protect our bodies.

Chris Johnson is a leading New York City physical therapist who specializes in the care of endurance athletes. In addition to being the owner and director of Chris Johnson PT, located in the Flatiron District of Manhattan, he is also a co-founder of Formula Triathlon Club, and an all-American triathlete. Chris also shares tips and advice for multisport athletes on his blog, Critter’s Corner, at chrisjohnsonpt.com. Joe

Brence is a physical therapist based in Pittsburgh, PA who specializes in pain management. He runs forwardthinkingpt.com and is actively involved in research.

Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2Kdsk3Shn

Monday, February 04, 2013

Recebido da amiga Monica Nunes:

ALECRIM, A ERVA DA MENTE

Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando pensei: "Vou tomar um chá de alecrim!"

Fui ao jardim e lá encontrei um viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e me servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti a sensação de enorme felicidade. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e veja só que maravilha.

O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedí-la em casamento!

Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos etimula o metabolismo.

Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício. Foi-lhe indicado que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.

Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. 'O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais'. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. "Obrigada, gentil alecrim! disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria."

...e assim foi!

BOM CHÁ PARA VOCÊ !!!

Thursday, January 17, 2013

100 coisas para se prestar atenção em 2013

 Levantamento da JWT destaca o alcance da Amazon, o horário nobre para a Alphen: Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve.
A JWT divulga sua lista anual das “100 Coisas para se prestar atenção ao longo desse ano”. A agência aponta o crescimento da Amazon, que se instalou no Brasil recentemente, compras no estilo Clique-Retire e horário nobre para a segunda tela. No sétimo ano em que produz o levantamento, muitos itens envolvem tecnologia, como a proliferação dos “Appcessórios”, Ecossistemas digitais, Monitores de materiais flexíveis e o Web Design Ajustável.
Fernand Alphen, diretor de estratégia da JWT Brasil, explica que a agência está sempre preocupada em abastecer suas equipes e clientes com dados sobre novos produtos, tecnologias e mudanças de comportamento que podem vir a estourar a curto ou médio prazo. “Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve. Dependendo da área de atuação, podem até mesmo antecipar um problema ou apresentar uma solução”, explica Alphen
Confira abaixo a lista completa. As descrições de cada item podem ser encontradas na seção “2013 e além”, no site JWTIntelligence.com.

1. Impressão Biológica em 3D

2. Playgrounds para Adultos

3. Estrelas Africanas da Tecnologia

4. Livre de Alergênicos

5. Moedas de Marcas Alternativas

6. Emboscado pela Amazon

7. Appcessórios

8. A Internet Arábica

9. Parcerias B2C/P2P

10. Veneno de Abelha

11. Autenticação Biométrica

12. Bloqueio de publicações chatas nas Mídias Sociais

13. Sementes de Chia

14. Compras estilo Clique-Retire

15. “Cloaking” – escolha de privacidade por um período de horas

16. Marcas de Coaching

17. Acampamentos Tecnologia

18. Tradução Colaborativa

19. Extinção do Intermediário

20. Guerra Cibernética

21. Pais nos Corredores

22. Cientistas de Dados: Os Novos Figurões

23. Declínio da Ostentação Chinesa

24. Dessalinização

25. Vida de Desintoxicação

26. Ecossistemas Digitais

27. Robôs em geral (Drones)

28. Caixa Eletrônico Ecológico

29. Congelamento de Ovos

30. Reconhecimento de Emoções

31. O Fim das Secretárias Eletrônicas

32. Carne Artificial

33. Estar em Forma Fora da Academia

34. Monitores ou telas flexíveis

35. Compartilhamento de Alimentos

36. Mercados de Fronteira

37. O G20 Involui para o G-Zero

38. Brinquedos com Limitações de Gêneros não Definidas

39. Delimitação Geográfica

40. Crescimento Verde

41. Caligrafia = Hieróglifos

42. Hotéis na África

43. Tecnologia Focada nos Seres Humanos

44. Alimentos Humanitários

45. Atendimento Hiperpersonalizado ao Consumidor

46. Terceirização de impacto

47. Imperfeições

48. Atenção Individual

49. Apps para limpeza instantânea de arquivos

50. JOMO (da sigla em inglês Joy Of Missing Out - Alegria em Não Participar)

51. Vida Transmitida ao Vivo

52. Robôs de Baixo Custo

53. Carregamento de Bateria de Baixa Tecnologia

54. Mídias que Conhecem Você

55. Smartphones Médicos

56. Jantares Sem Cardápio

57. Alimentos de Calorias Médias

58. Vida Consciente

59. Otimizações para Celulares se Tornam Populares

60. Estrelas do MOOC (da sigla em inglês para Cursos Online de Participação Massiva)

61. Natureza como Antídoto

62. Neurotecnologia

63. Nova Realeza Digital

64. Resumos de Notícias

65. Tags NFC

66. Objetos com Atitude

67. Pensamento Compensatório (Offset Thinking)

68. Supermercado Online

69. Educação sem Papel

70. Senhas 2.0

71. Renda via Patchwork

72. Propriedade de Dados Pessoais

73. Horário Nobre para a Segunda Tela

74. Etiqueta de Privacidade

75. Produtos Silenciosos

76. Doces com Menos Culpa

77. Web Design Ajustável

78. Varejistas Possibilitam a Reciclagem

79. Cruzeiros em Rios

80. Autosserviços

81. Ficção Digital Seriada

82. Turismo em Locações de Filmes

83. Hotéis Shopping

84. Hackers de Mídias Sociais

85. Mesas para se Trabalhar em Pé

86. Apps de Monitoramento de Estresse

87. Sugru – Substância de silicone

88. Compra por Tablet

89. Da Fazenda para a Mesa - Viabilizado pela Tecnologia

90. Semente de Teff

91. Cursos técnicos

92. Classificação de Confiança

93. Seguros Baseados no Usuário

94. Precificação Variável

95. Caixas Vegetais

96. Cultivo Vertical

97. Vídeo Games como Arte

98. Namorar Vitrines

99. Carregamento de Baterias sem Fio

100. Lojas de Iogurte

Tuesday, January 15, 2013

A evolução das práticas de gestão
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, uma seleção baseada no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes

Monica Paiva e Roberta Hummel*
Há algo que sustenta as melhores empresas para trabalhar no mundo. Algo que é comum a qualquer relacionamento, organização ou família de sucesso. Algo que, quando desenvolvido, tem a capacidade de criar sucesso e prosperidade. Estamos falando da confiança, a palavra-chave da gestão das melhores empresas.

colegas_alegres350A palavra trabalho vem de um instrumento de tortura da idade média chamado “tripalho”. Por aí vemos que o conceito da antiguidade sobre trabalho não era dos melhores: estava relacionado a sacrifício e tortura.  Mudar isso é o grande desafio deste século.

Fazendo uma retrospectiva, podemos notar que cada época exigiu um modelo de relacionamento entre empresas e funcionários. Na Era Industrial, o trabalho em linha de produção exigia o máximo aproveitamento do tempo do funcionário para manter a produtividade. Na Era da Informação, na qual o capital intelectual passou a ser o valor mais importante para diferenciar uma empresa de sua concorrência, as promoções eram dadas aos melhores técnicos.

Hoje, estamos em plena evolução para a Era das Pessoas, na qual não basta só o esforço braçal e o conhecimento intelectual. O relacionamento é o grande diferencial para o êxito das empresas. São as ideias, o entusiasmo e a paixão pelo trabalho que geram empresas de sucesso.

Um novo modelo de trabalho se faz necessário para que as pessoas se envolvam de corpo, mente e coração no que fazem. Esse é o modelo da confiança, que, ao contrário do que muitos acham, é tangível e mensurável através da pesquisa do Great Place to Work®, que gera o Trust Index de cada empresa participante da Lista das Melhores Empresas para Trabalhar publicada anualmente.

Quando confiamos nas pessoas, naturalmente elas retribuem com empenho e comprometimento, gerando um círculo virtuoso que aumenta cada vez mais à medida que delegamos, confiamos e orientamos as pessoas que lideramos.

O Great Place to Work® realiza pesquisas com as empresas para entender como realizam a gestão de pessoas e como fazem para manter um ambiente de confiança. Recentemente, Robert Levering, fundador do instituto, nos trouxe mais uma visão para entendermos os melhores ambientes de trabalho. Analisando ano a ano as práticas das Melhores Empresas, Robert formulou o que chamamos de “As Nove Práticas Culturais das Melhores Empresas para Trabalhar”. Trata-se das nove práticas mais importantes para uma boa gestão de pessoas.

Essas práticas culturais são as seguintes: Contratar e Receber, Inspirar, Falar, Escutar, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Celebrar e Compartilhar. A análise dessas práticas permite identificar necessidades e fortalezas e apoiar as transformações que as empresas desejam realizar em seu ambiente de trabalho. Outro conceito relevante é o Giftwork®, a possibilidade de o trabalho ser um lugar onde as pessoas possam trocar “presentes”. Isto mesmo: presentes generosos, únicos, personalizados e surpreendentes. Um “presente” pode ser um feedback, um sorriso, uma ideia, a confiança nas pessoas com quem trabalhamos, uma ajuda em um momento difícil ou o esforço extra para terminar um trabalho.

Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, um relacionamento baseado no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes, na busca de resultados que beneficiam a todos numa relação ganha-ganha.

Este é o futuro que já chegou para muitas empresas que estão na lista do Great Place to Work®.

E sua empresa, já está na Era das Pessoas?

Wednesday, December 19, 2012

16, dezembro, 2012

 

avast! detecta 100% do malware para celular móvel

Testes realizados com o aplicativo de verificação do Google para o Android 4.2  só reconheceram 15,3% dos malwares. A taxa de detecção do Google (20,41%) ficou atrás de todos os principais antivírus disponíveis para Android. Os resultados do teste com 1.260 amostras pertencentes a 49 famílias de malwares foram publicados no dia 30 de novembro passado.
Além do serviço interno do Google, foram testados o avast!, AVG, TrendMicro, Symantec, BitDefender, ClamAV, F-Secure, Fortinet, Kaspersky e Kingsoft. As taxas de detecção variaram entre 51,02% a 100%. O avast! atingiu 100%. No gráfico abaixo, a primeira barra da esquerda para a direita representa o aplicativo (serviço) do Google e a segunda (AV1) é do avast!. O serviço está pensado para escanear apps de todas as lojas (fontes alternativas), incluindo a oficial Google Play, e utiliza as definições de vírus baseando-se na nuvem.
Comparação entre o novo serviço (app) de verificação do Android 4.2 e 10 outros antivírus representativos para Android.
Mesmo comprando o serviço VirusTotal em setembro do ano passado (serviço que utiliza diferentes antivírus para escanear os arquivos), o Google não conseguiu mostrar-se eficaz. O serviço parece atualmente utilizar o valor SHA1 das amostras para determinar se são ou não infectadas. Conhecidamente, este mecanismo é frágil e os malwares podem facilmente esconder-se por trás dele.
O avast! detectou 100% das amostras utilizadas neste teste. Acho que é hora de você proteger o seu Android com o avast! Mobile Security. O avast! Mobile Security instalado nos aparelhos Android (clientes) escaneia cada instalação de aplicativos por dentro, utilizando também detecção genérica e análise de comportamento. Se algo suspeito é detectado, o app é enviado ao Laboratório de Vírus do avast! e novas definições de vírus são enviadas todos os dias às dezenas de milhões de usuários ao avast! gratuitamente.

Tuesday, October 23, 2012


Muitos profissionais não sabem quanto cobrar pelo seu trabalho. Para ajudar nessa difícil tarefa, apresento algumas “Tabelas Referenciais de Valores”.
Vender ilustração é diferente de vender peixe ou pãozinho. Cada trabalho é um caso isolado e terá um preço diferente. Nossos valores dependem de uma série de fatores que devem ser levados em consideração (tamanho do cliente, onde será veiculado, durante quanto tempo, em que veículos, dificuldade de execução, prazo, etc) na hora de enviar um orçamento.
E o ilustrador precisa aprender a reconhecer quanto vale o seu trabalho.
A melhor maneira de se começar é sabendo qual é o valor mínimo de uma ilustração e, para cumprir essa função, existem tabelas de preços de associações ou sindicatos.
Para oferecer alguns parâmeros, seguem Tabelas Referenciais de Valores de diversos órgãos e entidades.
Indice Referencial de Valores (IRV) da SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil: http://www.sib.org.br
Márcio Morais: o ilustrador Márcio Morais criou uma tabela que chegou a valores (médios e mínimos) com a ajuda de diversos outros ilustradores profissionais:http://www.marciomorais.com.br/referencia/referencia_valores_ilustracoes.pdf
Tabela Ilustrador Montalvo Machado (Info/Downloads): www.montalvomachado.com.br
Troféu HQ Mix: http://tinyurl.com/6ex6h67
Além de consultar as tabelas, é sempre bom conversar com alguns colegas ilustradores na hora de apresentar propostas de valores para os clientes.
Ganhar concorrências apostando no preço baixo é um caminho que pode ser bom a curto prazo. Mas esse é o tipo de aposta bastante arriscada, pois sempre poderá aparecer outro alguém disposto a cobrar menos. E aí?
Se o ilustrador não souber valorizar o seu trabalho, nenhum cliente o fará.
Para concluir, sugiro a leitura do artigo do cartunista Maurício de Souza: “A arte de cobrar pela arte”.
http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron031.htm

Wednesday, October 17, 2012


7 jeitos inusitados para ficar mais criativo

• Sábado, 30 de junho de 2012 - 10h31
São Paulo - Esqueça todas as teorias que argumentam que criatividade é um dom ou está relacionada com uma propensão genética ou é habilidade exclusiva de um seleto grupo de pessoas com um QI fora do normal. Pesquisas recentes comprovam: o ato de pensar fora da caixa e ter soluções inovadoras é o tipo de habilidade que pode, sim, ser desenvolvida.Boa parte dos estudos mostram que ideias e soluções criativas não surgem por geração espontânea. Antes, geralmente, elas são fruto da combinação de diferentes ideias já existentes.

Por isso, os cientistas afirmam: quanto mais exposto a diferentes conceitos, culturas e valores, melhor. Mas para fazer essas conexões valiosas é preciso estar relaxado. Em outras palavras, quanto "mais de boa", melhor.
Por isso, ingerir bebidas alcóolicas, ter amigos de outras áreas e sonhar acordado podem ser hábitos essenciais para você virar o tipo de pessoa que vê como uma enorme teia de soluções criativas. Confira:
1 - Vá para um café
Quando faltarem ideias e você estiver mergulhado em um marasmo de criatividade, qual é a melhor opção: uma biblioteca (extremamente silenciosa) ou um café? De acordo com pesquisa da University of Illinois em Urbana-Champaign, a segunda opção é mais favorável para a criatividade.
Para chegar a esta conclusão, o professor Ravi Mehta e sua equipe observaram o desempenho dos participantes em um ambiente com 70 decibéis e em outro de 50. Aqueles que ficaram no ambiente menos silencioso, tiveram o melhor desempenho em tarefas de criatividade.
2 - Fique bêbado (ou quase)
Em uma pesquisa recente, cientistas da Universidade de Illinois em Chicago compararam o desempenho de estudantes sóbrios e bêbados em atividades que exigiam habilidades criativas. Aqueles que haviam ingerido bebidas alcoólicas conseguiram resolver 30% mais problemas do que os sóbrios.
Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Os participantes da pesquisa que tinham ingerido vodca tiveram mais “insights” ao resolver um conjunto de problemas linguísticos.
Mais: eles foram mais rápidos do que os que não tinham bebido uma gota da bebida, que por sua vez ficaram mais focados. Porém, pouco criativos.
3 - Divirta-se no YouTube
Chefes que proíbem acesso a redes sociais e sites de vídeos, como o YouTube, deveriam rever seus conceitos. Pesquisadores da University of Western Ontario dividiram os participantes do estudo em três grupos.
O primeiro ouviu um trecho de uma música de Mozart e assistiu a um vídeo de um bebê sorrindo; o segundo, um trecho da trilha sonora do filme “A lista de Schindler” e assistiu a uma reportagem sobre um terremoto, enquanto o último grupo ouviu uma música e assistiu a um vídeo que não alterou o humor deles.
Resultado: o grupo que foi exposto a vídeos e músicas mais felizes teve um desempenho melhor ao resolver problemas que exigiam criatividade. Ponto para o YouTube (e para o bom humor) durante o expediente.
4 - É uma pessoa noturna? Faça brainstorm de manhã
Qual é o período do dia que você está mais alerta e consegue se concentrar melhor? Então, estimule sua criatividade no período exatamente oposto a este. Isso mesmo.
Segundo estudo da psicóloga Mareike Wieth, publicado em dezembro passado, somos mais criativos no período em que estamos menos alerta no dia. Isso significa que se você é uma pessoa noturna, provavelmente terá insights no período matutino.
Na pesquisa, os voluntários conseguiram ter uma performance até 50% melhor em tarefas que exigiam criatividade no período em que eles, geralmente, ficavam menos alertas.
5 - Faça amigos. De preferência, longe da sua área de atuação
A criatividade é fruto da combinação de diferentes ideias já existentes. Por isso, quer ter mais e melhores insights? Expanda seus horizontes cognitivos e sociais.
Em um estudo com alunos da Stanford Business School, o sociólogo Martin Ruef , da Universidade de Princeton, constatou que aqueles que tinham amigos de outros setores eram mais inovadores.
6 - More no exterior
Na mesma toada, o contato com outras culturas também pode incrementar sua criatividade. A dupla de professores Willian Madduz e Adam Galinsky, respectivamente do INSEAD e Kellogg School of Management, comprovaram isso após observar o desempenho de estudantes americanos e estrangeiros (que moravam nos EUA) em um problema que exigia criatividade.
Segundo os pesquisadores, 60% dos estudantes estrangeiros e dos americanos que viveram no exterior conseguiram resolver a tarefa. Daqueles que nunca cruzaram a fronteira dos Estados Unidos, apenas 42% tiveram um “insight” para solucionar a atividade.
7 - Sonhe acordado
Freud estava errado. A arte de divagar, ou melhor, sonhar acordado não é um ato infantil ou neurótico, como ele pontuou. Em vez disso, pode ser uma excelente estratégia para aguçar a sua criatividade, entre outros fatores. Em pesquisa do professor Jonathan Schooler, da Universidade de Santa Bárbara (EUA), pessoas que tem uma propensão a sonhar acordado se dão melhor em testes de criatividade.

Sunday, May 06, 2012

Como mensurar suas campanhas de mídias sociais

Análise e Monitoramento, Mídias Sociais by Gustavo Souza button print blu20 Como mensurar suas campanhas de mídias sociais Uma boa mensuração de dados é essencial para o êxito da campanha incentivos fiscias inovacao analise relatorio mcti 289x300 Como mensurar suas campanhas de mídias sociaisMais do que planejar e executar uma campanha de mídias sociais, é preciso saber como mensurá-la. Afinal, uma campanha vive de resultados, e para tal, precisamos saber, com precisão, qual o retorno ela tem gerado. E para mensurar este resultado, é preciso levar em conta alguns fatores que são essenciais para o sucesso de uma campanha. Entre eles estão: Cadastre-se grátis e receba todas as novidades do blog por e-mail Comunidades: medir sua participação em comunidades, grupos de discussão e principais mídias como Twitter, Facebook e Linkedin irá te informar o primeiro engajamento que seu público-alvo tem com sua marca. Tráfego: Sempre analise separadamente o tráfego que chega ao seu site pelas mídias sociais. Para facilitar esse trabalho utilize os novos recursos do Analytics. Assine o canal do MidiaSocial.net no Google Currents Interações: Responder e participar de conversas nas mídias sociais pode trazer maior engajamento a sua marca e mais credibilidade para seus clientes. A maioria das mídias sociais possui algum tipo de relatório onde você pode mensurar o alcance de suas conversas e/ou de suas publicação. Utilize isso para saber qual tipo de assunto gera mais interação dos usuários. Indicações de clientes: Se você deseja saber quantos clientes as mídias sociais levam para seu negócio, você deve implementar algum tipo de solução de rastreamento, por exemplo formulários específicos para campanhas de SMM, URLs de rastreamento, cupons de desconto ou simplesmente uma enquete como forma de perguntar aos clientes como chegaram até você. Siga Gustavo Souza no Twitter Esses quatro fatores podem parecer um tanto óbvios, porém, muitos profissionais pecam nessas etapas, o que acaba comprometendo toda a mensuração de resultados. Relatórios personalizados de acordo com a sua necessidade são apenas reflexos de uma mensuração inicial bem sucedida. Artigos Relacionados: Postling, uma ferramenta para Social Media Business Site e mídias sociais, onde eu preciso estar? Compreenda o mundo das mídias sociais 9 mídias sociais que podem se destacar

Monday, April 16, 2012

Feitos um para o outro 15 de abril de 2012| 18h39| Tweet este Post Por Redação Link Ao comprar o Instagram por US$ 1 bilhão, o Facebook reforça a atual cultura das aparências Por Dan Zak, do Washington Post O Facebook comprou o Instagram na segunda-feira passada por um b-b-bilhão de dólares, um solavanco tecnônico no reino da mídia social. Mas o que isso tem a ver com o mundo real – este universo caótico que nos cerca, não apenas aquele que é nos apresentado de forma organizada nas pequenas telas de nossos smartphones? —- • Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook e no Google+ Nada. Ou tudo. Dada a expressiva reação sobre a compra, tem-se a impressão de estarmos assistindo a uma transação como a de quando a British Petroleum comprou os poços da Standard Oil. Mas esqueça os Carnegies e os Rockefellers, estes titãs da utilidade. O Facebook de Mark Zuckerberg e o Instagram de Kevin Systrom são nossos titãs da futilidade, em um mundo paralelo que nos delicia à medida que sacrificamos tempo e produtividade. Seus produtos expandiram o mundo ao mesmo tempo que o reduziu a um painel de controle. Eles fizeram a interface se sobrepor ao cara a cara e ampliaram nossa mentalidade de colmeia. Esta colmeia zumbiu alto quando cogitou-se a possibilidade de o Facebook, cheio de penduricalhos, infectar a simplicidade clean do Instagram, mas os dois serviços foram feitos um para o outro. São ferramentas que usamos para definir e refinar nossas próprias imagens – e ambos nos permitem editar e filtrar o mundo como acharmos melhor. Se até sua avó está no Facebook, isso quer dizer que ele já perdeu a aura de novidade entre os 483 milhões de usuários ativos. Mas com apenas 18 meses de idade e mais de 30 milhões de cadastrados, o Instagram é uma novidade. Seus usuários tiram fotos com o celular, escolhem filtros artísticos para retocá-las e publicam estes produtos estilizados para uma corrente de seguidores que “curtem” ou comentam as imagens. Com o Instagram à disposição, uma formação geométrica na espuma do cappuccino não é um mero devaneio passageiro, mas um detalhe que merece ser registrado, filtrado de forma icônica e compartilhado com estranhos. Também é uma forma de comunicar aos outros que você é o tipo de pessoa que, além de beber cappuccino com uma espuma geométrica, também pode converter aquela imagem em arte instantânea. Instagram: o equivalente visual ao Miojo. Nele, o kitsch e a ironia se encontram, com filtros que poderiam pertencer à paleta do recém-falecido Thomas Kinkade – autodenominado “pintor da luz” que nauseava a crítica e encantava milhões com suas paisagens ensolaradas. Há a boa arte e má arte, o fato e a ficção. O Instagram pousa em algum lugar nesse meio. E agora este território pertence ao reino do Facebook. Da mesma forma que o Instagram faz fotos ruins parecerem boas e fotos boas parecerem ótimas, o Facebook nos vende como felizes e amados sempre. Personalize e compartilhe o que for editado e envernizado. Deixe a verdade de lado, realce a beleza. Não publique o autorretrato em preto e branco que você tirou quando estava exausto numa cabine do banheiro do escritório. Não compartilhe com os amigos que sua namorada continua lhe traindo. Capture aquele pôr do sol e amplifique a beleza de sempre com o filtro “Toaster”. Publique suas fotos do Instagram em seu perfil do Facebook, de forma que sua surrealidade faça sentido neste contexto. Então o que o casamento do Facebook com o Instagram significa para nosso mundo, este fora dos nossos telefones, que é filtrado apenas por nossas córneas e apresentado de forma aleatória, sem bloqueio e fora de ordem? Nada. Ou tudo. É um dilema que só pode ser solucionado ao invocarmos Keats. Beleza. Verdade. Únicas e uma só. Extrapole isto para a mídia social e aceite que a beleza falsa possa ser a verdade real. Ergamos nossos smartphones à união do Instagram com o Facebook. E que seu matrimônio nos mantenha sempre em sua luz artística perpétua.

Wednesday, February 08, 2012

Na Campus Party, pesquisador prevê fim do celular em 5 anos

Novas tecnologias lançarão desafio a educadores, diz Sugata Mitra. 'O que fazer quando jovens tiverem o Google nas suas cabeças?', questiona. Laura Brentano Do G1, em São Paulo sugata mitra (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com) Sugata Mitra mostra a experiência com internet em favela na Índia (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com) O celular como conhecemos vai desaparecer em breve e a educação terá que se adaptar a mais essa mudança, afirmou Sugata Mitra, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), durante a Campus Party, nesta terça-feira (7). O evento acontece no Anhembi, em São Paulo. Especialista em tecnologia educacional, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de 5 anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman. “O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google?" Sugata Mitra, especialista em tecnologia educacional "O celular foi ficando melhor, mais barato e rápido. Se eu tivesse que fazer uma previsão, diria que ele vai desaparecer em 5 anos”, afirmou. Segundo Mitra, as novas tecnologias vão lançar um desafio aos professores. “O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google? O significado da educação, do diploma, terá que mudar em menos de 10 anos”, completou. Em 1999, Mitra colocou um computador com acesso à internet em um muro de uma favela de Nova Déli, na Índia. Câmeras mostraram a interação das crianças com o computador. Segundo Mitra, elas iniciaram um novo processo de aprendizagem graças à internet. Na época do experimento, chamado “Hole in the Wall” (buraco na parede, em inglês), os professores lhe questionaram o que aquilo mudaria na vida deles já que os resultados das provas não estavam melhorando. saiba mais “Eles concluíram que o computador não estava ajudando, mas ninguém perguntou se o problema não estava na prova. O computador ajudou as crianças em várias áreas que a prova não contempla, como a autoconfiança. Isso não é medido pela escola”. Crítica a provas escolares Segundo Mitra, as provas desenvolvidas pelas instituições não medem a compreensão, e, sim, a memória. “No passado, a memória era importante porque o cérebro era o único meio de se reter informações. Hoje, ela não é mais importante, pois temos o pen drive, por exemplo”, explicou. “Precisamos pedir para o sistema mudar em vez de pedir para o aluno não usar o computador”. Mitra acredita que é necessário redefinir o currículo escolar para que ele fique mais interessante. “Hoje, as empresa contratam funcionários com muita educação, mas que não são úteis. As pessoas conseguem ler uma página inteira e não entender nada. Essas habilidades são mais importantes para as empresas, hoje, do que trigonometria. Nós temos exigências que não têm relação com o que está sendo ensinado. Há 300 anos, o fato de o currículo não ser interessante, não era um problema. Hoje, isso não funciona”, completou.

Tuesday, February 07, 2012

Formar novos empresários vira meta da Campus Party

07/02/2012 - 08h00 CAMILA FUSCO DE SÃO PAULO Principal evento de inovação digital do país, a Campus Party, que começou ontem em São Paulo, também mira a formação de novos empresários de tecnologia. Na pauta, palestras sobre empreendedorismo, concursos para desenvolvimento de aplicativos que podem gerar empresas e também apresentação de planos de negócios. Entre as ações programadas para o evento, o Sebrae inclui games interativos e um concurso com três equipes para competir para a abertura de sua empresa. Os grupos terão palestras de consultores e empresários. "Muitos empreendedores digitais têm criatividade de sobra, mas sem conhecimento de gestão", diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. Quem vencer o reality show de empreendedorismo terá um ano de consultoria grátis para montar uma empresa. Em empreendedorismo criativo, a Telefônica/Vivo fará dois concursos. Um deles, o Hackaton, vai premiar desenvolvedores profissionais e amadores de aplicativos móveis de educação, sustentabilidade e esportes para iPhone, celulares com sistema operacional Android e que rodam linguagem Java. Os participantes vão usar a Bluevia, plataforma mundial do grupo Telefónica. A premiação é de R$ 1.500 -- categoria amadora-- até R$ 5.500 para os profissionais, além de tablets, celulares e ingresso para jogos. Depois de prontos, os aplicativos podem ser vendidos na loja da operadora e os desenvolvedores ficam com 70% da receita. Se o aplicativo gerar tráfego --com funções atreladas ao envio de mensagens de texto, por exemplo--, poderão receber pelo movimento a mais. Em outro concurso, o Wayra, a operadora vai selecionar empreendedores que deem sugestões de negócios ou aplicativos tecnológicos. O vencedor, que será conhecido no fim da semana, será selecionado para uma nova etapa de competição com empresas iniciantes para fazer parte da academia de empreendedorismo da Telefônica/Vivo, que prevê investimentos de até US$ 70 mil (R$ 121 mil) em novos negócios. "A ideia é apoiar a inovação e a retenção dos talentos no país", diz Pablo Larriex, diretor do Centro de Inovação da Telefônica/Vivo. IDEIA VIRA EMPRESA O carioca Rafael Peixoto, 35, foi um dos empresários "gerados" na Campus Party do ano passado. Com o sócio Cadu Fonseca, 30, fizeram em 2011 uma ação do Banco do Brasil em que vestiram os "campuseiros" com roupões com o logotipo do banco. A ideia virou empresa, a Wikishow, que abocanhou três clientes -- Walmart, Sebrae e Serpro-- para ações no evento deste ano.

Thursday, February 02, 2012

Eles começaram uma empresa na universidade e hoje faturam até R$ 30 milhões por ano

Jovens empreendedores contam como tornaram realidade o sonho de ter o próprio negócio Ligia Aguilhar - Estadão PME Ricardo: empresa começou com a organização da festa de formatura Eles tiveram uma grande ideia quando ainda ocupavam os bancos da universidade e mesmo sem muito investimento, contatos e experiência em gestão, construíram empresas promissoras que hoje estão consolidadas no mercado. Conheça as histórias de Giovani Amianti, Juliano Martinez e Ricardo Buckup, três jovens empreendedores que realizaram o que, segundo pesquisa recente do Instituto Endeavor, é o sonho de metade dos estudantes universitários: ter o próprio negócio. Giovani Amianti - Xmobots O engenheiro Giovani Amianti, de 29 anos, acaba de fazer o seu primeiro milhão. Após sete anos de pesquisas e desenvolvimento de produtos, sua empresa, a Xmobots, especializada em veículos aéreos não tripulados (chamados de vants), começa a decolar. O negócio foi idealizado em 2004 quando Amianti, então estudante do quarto ano de Engenharia Mecatrônica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), estudava e desenvolvia aeronaves cargueiras radiocontroladas como projeto de iniciação científica. Ao perceber que tecnologia poderia ser utilizada para monitorar linhas de transmissão de energia elétrica, uma atividade de risco que era realizada por helicópteros, se uniu a outros quatro amigos para tirar a empresa do papel. Como a operação em linhas de transmissão exigia investimentos elevados, eles decidiram mudar e desenvolver aeronaves voltadas para questões ambientais, como monitoramento de florestas e rios. Para viabilizar a empreitada, cada estudante usou suas habilidades. Enquanto um fez o projeto do avião, outro se dedicou ao software. Um terceiro desenvolveu o hardware, e Amianti e um amigo cuidaram da aeronave. Depois da formatura, três dos cinco estudantes continuaram o desenvolvimento da tecnologia em um mestrado. Só no segundo semestre de 2008, a primeira aeronave da empresa, a Apoena 1000, voou pela primeira vez, sendo lançada comercialmente em 2009, um ano e meio após a empresa se incubada no Cietec. “Nós investimos todo o dinheiro da bolsa de mestrado na empresa”, relembra Amianti. A empresa hoje tem grandes clientes como a Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, e recebeu R$ 9 milhões em investimento de entidades como o Finep e o CNPq. Mas até chegar a esse estágio, Amianti e seus sócios precisaram trabalhar em dobro. “Só o sensor de um avião custa R$ 15 mil e nós não tínhamos recursos para pagar”, diz. A saída foi fazer escambo com os fornecedores dos equipamentos. Em troca de uma peça, ofereciam algum tipo de serviço. Já a gestão da empresa foi aprendida na prática, por meio de alguns cursos de Sebrae e, principalmente, com dicas de outros empreendedores do Cietec. Apesar de criticar a falta de estímulo ao empreendedorismo nas universidades e a falta de capital semente no País, Amianti diz que o maior empecilho para jovens criarem negócios é a preguiça. “É muito difícil empreender no setor tecnológico, mas nada que não seja superado com muita garra.” Juliano Martinez - Resolva.me A primeira proposta de projeto de conclusão de curso elaborada pelo então estudante de marketing Juliano Martinez foi rejeitada pelos professores. Ele queria criar um portal na internet que funcionasse como uma rede de troca de recomendações entre clientes, prestadores e empresas de serviços, mas a ideia foi considerada pouco rentável. Ele não desistiu. Nos últimos sete anos não só estudou o mercado como angariou o apoio de amigos e colegas de trabalho para tirar o projeto do papel. Há duas semanas, ele comemorava a compra do Resolva.me, lançado no mercado há menos de um ano, pela maior empresa de comparação de preços da América Latina, o site Buscapé. “O maior incentivo que a universidade me deu foi negar o projeto. Se eu tivesse desenvolvido a empresa naquela época, não teria encontrado as pessoas certas para me associar (o Resolva.me tem cinco sócios) e poderia estar infeliz trabalhando em uma multinacional”, afirma. Sem dinheiro para investir no negócio, Martinez e seus sócios - Edgard Zavarezzi, diretor de Tecnologia; Rodrigo Vitulli, diretor de Marketing e relacionamento, Pedro Sorrentino, responsável por relações públicas e estratégia de mercado e produto, e a agência digital DBR Interativa – tiveram que manter seus empregos e se dedicar ao empreendimento por noites e madrugadas após o horário comercial. “Nós reuníamos religiosamente três vezes por semana no Skype, compartilhávamos documentos pelo Google Docs e ficávamos acordados com muito energético e cafeína”, relembra Vitulli. Em fevereiro do ano passado, eles desenvolveram o primeiro protótipo: um aplicativo para o Facebook. A partir de então, começaram a frequentar feiras e eventos de tecnologia e empreendedorismo para tornar o produto conhecido. “Circular é importantíssimo para fazer contatos e, mais do que isso, é preciso ter pelo menos um piloto do seu produto para mostrar para pessoas importantes”, conta Martinez. “Você acaba encontrando mentores que dão dicas valiosas para o seu projeto”, explica. A grande virada aconteceu quando os jovens inscreveram a empresa em um concurso promovido pelo Buscapé, “Sua ideia vale R$ 1 milhão”, que premiaria as três melhores ideias de negócio com um investimento de R$ 300 mil. O Resolva.me ficou entre os 9 finalistas de 800 inscritos, mas não ganhou, Ainda assim, não saiu do radar da gigante de comparação de preços, que em janeiro comprou parte da empresa. “Ao empreender, temos que nos preparar para ouvir vários nãos e que a sua ideia é maluca”, diz Martinez. “Mas se você acredita em um projeto e consegue provar para todo mundo que é viável, consegue vencer os obstáculos”, afirma. Ricardo Buckup - Grupo B2 Quando os estudantes de administração Ricardo Buckup e Carlos Balma se juntaram para organizar a própria festa de formatura, deram início a uma empresa que em menos de dez anos alcançou o faturamento de mais de R$ 30 milhões por ano. O trabalhou bem-sucedido na formatura rendeu na sequência um contrato com a própria universidade para a organização de um evento e, assim, os dois tiveram o estímulo necessário para fundar a B2, consultoria de marketing e promoção de ações para o público jovem. O negócio começou em uma sala emprestada dentro do escritório de um amigo dos sócios, apenas com um telefone e um computador. “Nosso amigo tinha uma empresa de serviços de bartender. Nós pegávamos o contato de pessoas e empresas que ligavam para ele e oferecíamos serviços complementares”, lembra Buckup. Foi dessa forma que em um ano eles conseguiram clientes suficientes para contratar dois funcionários e adquirir um escritório próprio. A partir daí a empresa cresceu em ritmo exponencial, com todo o lucro sendo reinvestido no negócio. “Nosso sonho não era comprar uma casa na praia, mas ver a empresa crescer. Por isso, sempre tiramos um salário muito pequeno do negócio.” Para a B2 crescer, os empresários também precisaram corrigir falhas, como a falta de modelos de gestão e conhecimento dos aspectos legais do negócio. “Vejo que hoje a educação empreendedora melhorou, mas na época faltava estímulo para vencer o medo de empreender e exemplos de casos de sucesso”, afirma Buckup. Para outros jovens empreendedores, a dica do empresário é arriscar. “Ninguém tem garantia de dar certo na vida nem como trainee de uma grande empresa. Quem tem vontade de empreender deve ir em frente. O importante é entender bem o negócio ao qual vai se dedicar”.