17/07/2013
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – O efeito da maconha, da cocaína e do crack no cérebro e o dano causado por essas drogas em funções cognitivas como memória, atenção, capacidade de planejamento e de tomada de decisões foram os temas de uma palestra apresentada pelo neuropsicólogo Paulo Jannuzzi Cunha, do Laboratório de Neuroimagem da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), no World Congress on Brain, Behavior and Emotions.
Durante o evento, realizado em São Paulo no fim de junho, Cunha apresentou dados de pesquisas recentes que mostram como a reabilitação cognitiva – feita por meio de estímulos como o jogo de xadrez – pode ajudar a recuperar parte das habilidades perdidas pelo consumo de drogas e ser fundamental para evitar a recaída de dependentes químicos em tratamento.
Leia a seguir trechos da entrevista concedida por Cunha à Agência FAPESP
Agência FAPESP – De que forma a maconha, a cocaína e o crack afetam o cérebro?
Paulo Jannuzzi Cunha – Cada droga tem seu mecanismo de ação particular, mas todas atingem de alguma forma o sistema de recompensa cerebral, que envolve o córtex pré-frontal, a área tegmentar ventral, onde há um conjunto de neurônios responsáveis pela liberação do neurotransmissor dopamina, e o núcleo accumbens. Quando sentimos prazer – seja por um estímulo físico, como comida, seja por um estímulo emocional –, ocorre a liberação de dopamina na sinapse, que é o espaço de conexão entre um neurônio e outro. Mas não ficamos alegres o tempo todo e, para retornar à situação de equilíbrio, essa dopamina precisa ser recapturada pelo neurônio que a liberou inicialmente. As drogas impedem esse processo de recaptura e fazem com que um excesso de dopamina permaneça na fenda sináptica, estimulando a comunicação entre os neurônios do sistema de recompensa, intensificando e prolongando a sensação de prazer.
Agência FAPESP – De que maneira isso pode ser prejudicial?
Cunha – Como as drogas estimulam muito o sistema de recompensa, mas de maneira artificial, o cérebro começa a ficar preguiçoso para produzir e liberar dopamina. Na medida em que o uso da droga vai se tornando crônico, a pessoa literalmente começa a perder os prazeres da vida e a sensação de bem-estar vai ficando cada vez mais restrita ao uso da droga.
Agência FAPESP – Mas como isso afeta as funções cognitivas?
Cunha – Tudo o que fazemos precisa envolver um certo grau de prazer e bem-estar; caso contrário, não conseguimos manter a atenção por muito tempo na atividade. Então o sistema de recompensa está de alguma forma relacionado com funções executivas, memória, atenção, planejamento e tomada de decisões. Além disso, no uso agudo da cocaína e do crack, ocorre uma vasoconstrição e aumento da pressão arterial. Isso aumenta o risco de um acidente vascular cerebral e de entupimentos de pequenos vasos sanguíneos (isquemias). O uso crônico dessas drogas faz com que várias regiões do cérebro fiquem mal irrigadas, o que também pode afetar o processamento cognitivo. Os danos são ainda maiores quando a cocaína é associada ao consumo de álcool, pois a mistura das duas drogas causa a formação no fígado de um metabólito chamado cocaetileno, que intoxica os neurônios e pode causar danos ao coração. O crack, por ser absorvido mais rapidamente, causa os mesmos efeitos da cocaína e de forma ainda mais intensa. Já a maconha não causa a vasoconstrição, mas há estudos que mostram outras alterações vasculares, aumento no risco de derrame e a diminuição de certas regiões do cérebro como a amígdala e o hipocampo, que são ricas em receptores para o tetrahidrocanabinol (THC). Isso pode afetar diretamente a capacidade de memorização e a regulação de emoções como medo e agressividade.
Agência FAPESP – É por esse motivo que a maconha é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de transtornos psicóticos?
Cunha – A maconha aumenta o risco de desenvolver sintomas psicóticos, mas os mecanismos relacionados a esse fato ainda estão sendo estudados. A suscetibilidade parece estar ligada tanto a características genéticas como ao histórico de vida do usuário de maconha, a forma como ocorreu seu desenvolvimento neuropsicológico e seu estado psicológico no momento em que faz uso da droga. Há estudos que indicam que portadores de um determinado polimorfismo no gene que codifica a enzima catecol-O-metiltransferase (COMT) apresentam risco maior de desenvolver sintomas psicóticos se consumirem maconha. Um estudo do nosso grupo reforça a hipótese de que o cérebro de portadores de transtornos psicóticos – entre eles esquizofrenia e transtorno bipolar – que usam maconha é diferente do cérebro de portadores de psicoses sem história de uso de maconha.
Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Os dados foram coletados durante o doutorado da Maristela Schaufelberger, na FMUSP, hoje docente na USP de Ribeirão Preto, e parte deles foi analisada durante meu pós-doutorado, que conta com apoio da FAPESP. Os resultados foram divulgados na edição de julho da revista Schizophrenia Research. Nós comparamos, por meio de exames de neuroimagem, o volume de certas áreas cerebrais de 80 voluntários sadios e não usuários de drogas, com 78 portadores de transtornos psicóticos não usuários de droga e com 28 portadores de transtornos psicóticos com histórico de uso de maconha. Também comparamos o desempenho de cada grupo em testes que mediam fluência verbal, memória operacional e a amplitude da atenção.
Agência FAPESP – Quais foram os resultados?
Cunha – Era de se esperar que os psicóticos usuários de maconha se saíssem pior nas duas avaliações, mas curiosamente eles tiveram resultados mais parecidos com os do grupo controle. Os psicóticos não usuários da droga apresentaram volume cerebral menor, principalmente no córtex pré-frontal – ligado às funções executivas – e nas áreas hipocampais – ligadas à memória. Outros estudos recentes também estão apontando essa relação.
Agência FAPESP – Haveria algum efeito benéfico da maconha?
Cunha – Não parece ser o caso. Do ponto de vista dos efeitos cerebrais, a maconha fumada está cada vez mais potente e mais rica em THC, que é o princípio ativo da droga e que está associado fortemente com problemas cognitivos e sintomas psicóticos. Por outro lado, há autores que defendem a hipótese de que o canabidiol (CBD), outra substância presente na maconha, poderia ter algum efeito neuroprotetor. Mas nossos dados não permitem afirmar isso, até porque não temos informações sobre a concentração de CBD e THC na maconha que os pacientes fumaram. Além disso, quem fuma maconha não absorve apenas canabidiol, mas também altas doses de THC, que conhecidamente causa danos cerebrais. Nossa hipótese é de que as pessoas que desenvolvem algum tipo de transtorno psicótico mesmo sem usar nenhum tipo de droga já apresentam algum prejuízo anterior no neurodesenvolvimento, talvez desde a infância, que faz com que o quadro inicial seja mais severo e as anormalidades cerebrais também. Já o paciente psicótico com história de uso de uso de maconha teria inicialmente um perfil neuropsicológico mais preservado, mas com a desestruturação funcional decorrente da psicose, em sua fase inicial. Mas, à medida que a doença avança, o quadro se torna igualmente grave nos dois grupos, pior ainda se o uso de maconha persistir. Os usuários de maconha não apresentam uma psicose mais leve que os demais.
Agência FAPESP – Por que certas pessoas são mais suscetíveis aos prejuízos causados pelas drogas e outras mais resistentes?
Cunha – Há fatores genéticos e ambientais. Todos os estímulos que recebemos ao longo da vida, a cultura adquirida, o aprendizado de línguas e de novas habilidades, fazem com que o cérebro forme um maior número de sinapses e isso gera uma reserva cognitiva. Quanto maior for essa reserva, maior é a resistência ao déficit causado pelas drogas ou por doenças como Alzheimer nas funções executivas e na memória. Agora estamos estudando como a reabilitação cognitiva, que é uma espécie de musculação cerebral, pode ajudar a compensar o déficit funcional causado pelas drogas. Já temos dados que indicam que, quanto maior o prejuízo às funções executivas, maior o risco de um dependente em tratamento voltar a usar a droga.
Agência FAPESP – Como foi feito esse estudo?
Cunha – Participaram 32 pacientes com diagnóstico de dependência de cocaína ou de crack, entre 18 e 45 anos, internados na Enfermaria do Comportamento Impulsivo do HC-FMUSP. Após a semana de desintoxicação, quando o teste toxicológico deixou de detectar os metabólitos da droga na urina dos pacientes, eles foram submetidos a diversos testes de avaliação das funções executivas, como atenção sustentada (manter o foco por período prolongado), atenção alternada (observar dois estímulos sequenciais, como números e letras, ao mesmo tempo), capacidade de abstração, flexibilidade cognitiva (adaptar-se a novos padrões de raciocínio), planejamento e tomada de decisões pensando no futuro. Após o período de internação de aproximadamente cinco semanas, o seguimento foi feito por telefone durante um mês. Os pacientes que recaíram durante esse período de seguimento foram os que apresentaram no início do tratamento o pior desempenho nos testes de avaliação das funções executivas. Dessa forma, os déficits cognitivos podem ser interpretados como indicadores da probabilidade de recaída dos dependentes. A pesquisa foi desenvolvida durante o mestrado da neuropsicóloga Priscila Dib Gonçalves, que contou com apoio da FAPESP e foi orientada por Arthur Guerra de Andrade. Agora, durante o doutorado, ela está avaliando o impacto da reabilitação cognitiva no tratamento, a partir de um novo modelo de reabilitação cognitiva que nós criamos, chamado “Xadrez Motivacional”.
Agência FAPESP – Como funciona esse modelo?
Cunha – Usamos o jogo de xadrez aliado a técnicas de uma abordagem científica conhecida como Entrevista Motivacional, em que a terapeuta ajuda o dependente a entender as motivações que o levam a usar drogas e o auxilia a traçar metas para o futuro e estratégias para manter-se longe das drogas. Por meio de exames de ressonância magnética, estamos também investigando as regiões cerebrais ativadas durante a reabilitação, com apoio de Geraldo Busatto, que coordena o Laboratório de Neuroimagem da USP, com auxílio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sabemos que os dependentes químicos têm danos generalizados em várias regiões, mas pensamos que aqueles da região pré-frontal – que coordena as funções executivas – são os mais relacionados com as recaídas e a dificuldade de aderir ao tratamento. Por isso, focamos na reabilitação dessas áreas pré-frontais. Nosso objetivo é investigar se o treinamento de fato faz com que essas regiões cerebrais funcionem melhor.
Agência FAPESP – Como a reabilitação cognitiva atua sobre o cérebro?
Cunha – Trazer de volta os neurônios que já morreram é impossível, mas podemos estimular as áreas que continuam preservadas e deixá-las mais fortes para compensar o déficit cognitivo. É a chamada neuroplasticidade. Os dados preliminares já evidenciam melhoria cognitiva nesses pacientes, mas precisamos ir além e entender de que forma isso representaria melhoria na vida diária e na recuperação deles a longo prazo.
http://agencia.fapesp.br/17566
Wednesday, July 17, 2013
Monday, February 11, 2013
Tri PT: Amigo Dor, ou inimigo? - Tri PT: Pain, Friend or Foe?
Dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. O truque é entender o que ele está tentando dizer.
Por Christopher Johnson e Brence Joe, do PT.
Apesar da dor mau rap recebe, gostaríamos de persuadi-lo de que não é sempre uma coisa ruim, mas um sistema de alarme elaborado e necessário para proteger o corpo.
Uma analogia muitas vezes usamos na educação triatletas que sofrem de dor é a de um alarme de incêndio. Quando um alarme de incêndio é acionado, ele serve como um sistema de alerta que nos leva a agir. Em alguns casos, o alarme pode soar simplesmente por causa do excesso de calor ou fumaça de cozinhar em um fogão com pouca ventilação. Por outro lado, isso pode indicar que o apartamento está pegando fogo e perigo é iminente. Às vezes, o alarme pode até sair sem motivo aparente devido a uma avaria simples. Você pode imaginar, no entanto, se a bateria tinha morrido e que o alarme de fumaça não estava funcionando ainda havia monóxido de carbono no ar? Isso representaria uma ameaça potencialmente letal. Da mesma forma, o que se o corpo do sistema dor tinha defeito e tentamos completar uma corrida com um caco de vidro no nosso sapato?
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, dor é definida como "uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Dor desempenha um papel vital em nos proteger de qualquer real ou potencial perigo assim que nós tomamos medidas imediatas e apropriadas para voltar a treinar em tempo hábil. Infelizmente, um lema comum entre os triatletas é "sem dor, sem ganho". Apesar de empurrando através de dores e dores muitas vezes vem com o território, triatletas seria melhor servido a adotar o slogan, "conhecer a dor ou nenhum ganho."
Abaixo estão nove coisas que gostaríamos que você entenda sobre a dor.
1. A dor é uma produção do cérebro. Este é um dos fatos mais importantes sobre a dor. Existem vários exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo comum é o facto de o membro-fantasma. Muitos amputados muitas vezes se queixam de dor em um membro, que não existe mais. Esta sensação esquisita ocorre porque um mapa do caminho para esse membro, que existe dentro do cérebro, não foi re-escrito desde o membro foi perdido. Assim, a pessoa vai continuar a sentir dor, em um membro, apesar de que membros ter ido. Ainda mais louco, a pesquisa foi realizada em abordagens de tratamento que usam espelhos, para fazer o membro intacto refletir uma imagem saudável para aparecer como o membro amputado.
2. Dor depende de contexto. Você já percebeu que suas dores muitas vezes desaparecem magicamente como você estão se fechando sobre a linha de chegada de um triathlon? Isso provavelmente ocorre secundária a regulação hormonal através do que chamamos de neuromatriz. Eu posso atestar pessoalmente esta experiência durante o último ano do Ironman St. George, que teve lugar em condições traiçoeiras. Apesar de encontrar-me de uma forma ruim durante a segunda metade da maratona, eu de alguma forma conseguiu encontrar ainda engrenagem outro durante os últimos dois quilômetros de corrida.
3. A quantidade de dor não está necessariamente relacionada com a quantidade de dano tecidual. Tudo o que precisamos fazer é considerar como doloroso uma unha encravada é apreciar este fato a dor. Como se relaciona com triathlon, a quantidade de dor não se correlaciona necessariamente com a quantidade de danos nos tecidos. Podemos, por vezes, com um pé fraturado, e não sinto nenhuma dor, ou tem uma unha encravada e experimentar um monte de dor. A dor é um sistema de alerta, mas a sua intensidade, nem sempre é previsível ao longo de um grande prejuízo.
4. Triatletas iniciantes provavelmente irá sentir mais dor do que um triatleta experiente. Depois de estar envolvido com o esporte de triathlon por alguns anos, a pessoa começa a se familiarizar com certos dores e dores. Para um novato, no entanto, essas dores e dores pode muito bem ser percebida como uma ameaça maior porque eles são mais prováveis sensações estrangeiros. Isso pode acabar provocando uma resposta à dor, o que poderia levá-los a deter brevemente a sua formação enquanto não pode mesmo registar-se como dor de um triatleta veterano. Mais uma vez não só os tecidos precisam se adaptar às ameaças, mas o cérebro faz tão bem. Condicionado deve cultivar a mente eo corpo.
5. Os resultados de resultados de teste de diagnóstico pode não ser uma direta correlação com a quantidade de dor experiências de um triatleta. Dada a incidência relativamente alta de dor lombar associada com o ciclismo, não é incomum para os triatletas para eventualmente acabar sob ir testes de diagnóstico.Em muitos casos, triatletas têm marcado mudanças estruturais em suas estruturas espinhais ainda mínima para sem queixas de dor. Pelo contrário, eu tenho trabalhado com alguns triatletas, que têm ressonâncias magnéticas virgens, ainda estão se queixando de dor extrema. Isso nos lembra que resultados de testes de diagnóstico, muitas vezes não se correlacionam com queixas subjetivas de dor. Os testes de diagnóstico descartar patologia importante, não dor.
6. As condições meteorológicas não são verdadeiramente preditivo da dor que você vai sentir nesse dia. Talvez uma das perguntas mais comuns que recebemos como fisioterapeutas é, "Você acha que o tempo tem nada a ver com os meus sintomas?" Como todos sabemos, é fácil de encontrar tantos problemas quando é chovendo. A verdade da questão, no entanto, é que o mau tempo não significa que você vai ter mais dor naquele dia. Então, pare de fingir que você é um previsor de tempo com base em como você se sente quando joelhos está chovendo.
7. Fortalecimento do núcleo não é mais eficaz do que o exercício geral para a melhora da dor. Enquanto fortalecimento do núcleo pode proporcionar benefícios de desempenho, não tem se mostrado mais eficaz do que "o exercício geral" quando se trata de melhora da dor. Apesar desta informação, médicos e profissionais de fitness continuar a dizer aos seus pacientes e clientes que precisam de "fortalecer seu núcleo" para melhorar a sua dor lombar. Portanto, tenha cuidado de subscrever a desinformação, porque tal conselho foi cientificamente invalidada.
8. A dor é simplesmente dizer que algum comportamento precisa mudar. Há inúmeros exemplos que ilustram este ponto. Um exemplo que vem à mente é desenvolver o desenvolvimento de dor lombar de tentar holdholding uma posição aero enquanto trialing tempo. Em algum momento, quando a dor se torna insuportável, somos forçados a fazer uma mudança. Isto normalmente toma a forma de levantar o fundo do assento de esticar as pernas ou simplesmente para vir a sair da posição de aero para diminuir a pressão estática sobre os tecidos da região lombar.
9. Movimento é loção. Como seres humanos, sempre amar soundbites audição e este é um que eu uso frequentemente com triatletas. O corpo humano é projetado para se mover. Através do movimento, somos capazes de oferecer aos nossos articulações e os tecidos vontade nutrição e saúde geral valioso. Isto é particularmente importante quando se trata de as articulações do nosso corpo, que normalmente são lubrificados com fluido sinovial. Troca deste fluido desempenha um papel integral na integridade das nossas articulações. Então, eu sempre digo triatletas que "o movimento é loção", e que "a sua posição seguinte é a sua melhor posição."
No fechamento, a dor desempenha um papel importante na nossa vida como triatletas. Ele nos fornece informações críticas que promove a tomada de decisão em última instância bom que nos permite continuar a participar do esporte. Enquanto a dor pode, por vezes, nos levar para baixo, confiar na capacidade inerente do corpo de se reparar. Ao tomar o tempo para entender melhor a dor, venha a ser percebida como uma ameaça menor e mais como um sistema de alarme de trabalho para proteger nossos corpos.
Chris Johnson é uma das principais da cidade de Nova York terapeuta físico, que é especializada no atendimento de atletas de endurance. Além de ser o proprietário e diretor de Chris Johnson PT, localizado no Flatiron District de Manhattan, ele também é co-fundador do Clube de Triatlo de fórmula, e um triatleta norte-americano. Chris também compartilha dicas e conselhos para atletas multi em seu blog Canto do bicho, de, no chrisjohnsonpt.com . Joe
Brence é um fisioterapeuta com sede em Pittsburgh, PA, especializado no tratamento da dor. Ele corre forwardthinkingpt.com e está ativamente envolvido na pesquisa.
Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2KdsMS9AZ
Pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. The trick is understanding what it's trying to tell you.
By Christopher Johnson and Joe Brence, PT's.
Despite the bad rap pain receives, we would like to persuade you that it's not always a bad thing, but an elaborate and necessary alarm system to protect the body.
An analogy we often use in educating triathletes suffering from pain is that of a smoke alarm. When a smoke alarm is triggered, it serves as a warning system that prompts us to take action. In some cases, the alarm may sound simply because of excess heat or smoke from cooking on a stove with poor ventilation. On the other hand, it may indicate that the apartment is on fire and danger is imminent. Sometimes, the alarm may even go off for no apparent reason due to a simple malfunction. Can you imagine, however, if the battery had died and the smoke alarm was not working yet there was carbon monoxide in the air? This would pose a potentially lethal threat. Similarly, what if the body’s pain system had malfunctioned and we tried completing a run with a shard of glass in our shoe?
According to the International Association for the Study of Pain, pain is defined as “an unpleasant sensory and emotional experience associated with actual or potential tissue damage, or described in terms of such damage.” Pain plays a vital role in protecting us from any actual or potential danger so we take prompt and appropriate action to get back to training in a timely manner. Unfortunately, a common motto among triathletes is “no pain, no gain.” Though pushing through aches and pain often comes with the territory, triathletes would be better served to adopt the slogan, "know pain or no gain.”
Below are nine things we would like you to understand about pain.
1. Pain is an output of the brain. This is one of the most important facts about pain. There are several examples illustrating this point. A common example is that of the phantom limb. Many amputees will often complain about pain in a limb, which no longer exists. This freaky sensation occurs because a road map to that limb, which exists within the brain, has not been re-written since the limb was lost. So the person will still feel pain, in a limb, despite that limb being gone. Even crazier, research has been performed on treatment approaches which use mirrors, to make the intact limb reflect a healthy image to appear as the amputated limb.
2. Pain relies on context. Have you ever noticed that your aches and pains often magically disappear as you are closing in on the finish line of a triathlon? This most likely occurs secondary to hormonal regulation through what we call the neuromatrix. I can personally attest to this experience during the final year of Ironman St. George, which took place under treacherous conditions. Despite finding myself in a bad way during the second half of the marathon, I somehow managed to find yet another gear during the final two miles of the race.
3. The amount of pain does not necessarily correlate with the amount of tissue damage. All we need to do is consider how painful a hangnail is to appreciate this pain fact. As it relates to triathlon, the amount of pain doesn't necessarily correlate to the amount of tissue damage. We can sometimes run on a fractured foot, and feel no pain, or have a hangnail and experience a lot of pain. Pain is a warning system but its intensity, is not always predictive over a major injury.
4. Novice triathletes will likely experience more pain than a seasoned triathlete. After being involved with the sport of triathlon for a few years, one starts to become acquainted with certain aches and pains. To a beginner, however, such aches and pains may very well be perceived as a greater threat because they are most likely foreign sensations. This may wind up triggering a pain response, which could prompt them to briefly halt their training whereas it may not even register as pain to a veteran triathlete. Again not only do the tissues need to adapt to threats, but the brain does as well. Conditioning should cultivate both mind and body.
5. Findings from diagnostic test results may not be a direct correlate of the amount of pain a triathlete experiences. Given the relatively high incidence of low back pain associated with cycling, it is not uncommon for triathletes to eventually wind up under going diagnostic tests. In many cases, triathletes have marked structural changes in their spinal structures yet have minimal to no complaints of pain. On the contrary, I have worked with certain triathletes, who have pristine MRIs, yet are complaining of extreme pain. This reminds us that findings from diagnostic tests often do not correlate with subjective complaints of pain. Diagnostic tests rule out major pathology; not pain.
6. Weather conditions are not truly predictive of the pain you will experience that day. Perhaps one of the most common questions that we receive as physical therapists is, “Do you think the weather has anything to do with my symptoms?” As we all know, it is easy to find so many woes when it is pouring down rain. The truth of the matter, however, is that bad weather does not mean that you are going to have more pain that day. So stop pretending you are a weather forecaster based on how you knees feel when it’s raining.
7. Core strengthening is no more effective than general exercise for pain amelioration. While core strengthening may afford performance benefits, it has not been shown to be any more effective than “general exercise” when it comes to pain amelioration. Despite this information, medical and fitness professionals continue to tell their patients and clients that they need to “strengthen their core” to improve their low back pain. So be careful of subscribing to such misinformation because such advice has been scientifically invalidated.
8. Pain is simply telling you that some behavior needs to change. There are countless examples that illustrate this point. One example that comes to mind is developing the development of low back pain from trying to holdholding an aero position while time trialing. At some point, when the pain becomes too unbearable, we are forced to make a change. This typically takes the form of lifting your bottom off the seat to stretch the legs or to simply come coming out of the aero position to decrease the static strain on the tissues of the low back.
9. Motion is lotion. As humans we always love hearing soundbites and this is one that I often use with triathletes. The human body is designed to move. Through movement we are able to provide our joints and tissues will valuable nourishment and overall health. This is particularly important when it comes to the joints of our bodies, which are typically lubricated with synovial fluid. Exchange of this fluid plays an integral role in the integrity of our joints. So I always tell triathletes that “motion is lotion,” and that “your next position is your best position.”
In closing, pain plays a valuable role in our livelihood as triathletes. It provides us with critical information that fosters good decision making that ultimately allows us to continue participating in the sport. While pain may sometimes get us down, trust in the body’s inherent ability to repair itself. By taking the time to better understand pain, it will hopefully be perceived as less of a threat and more as an alarm system working to protect our bodies.
Chris Johnson is a leading New York City physical therapist who specializes in the care of endurance athletes. In addition to being the owner and director of Chris Johnson PT, located in the Flatiron District of Manhattan, he is also a co-founder of Formula Triathlon Club, and an all-American triathlete. Chris also shares tips and advice for multisport athletes on his blog, Critter’s Corner, at chrisjohnsonpt.com. Joe
Brence is a physical therapist based in Pittsburgh, PA who specializes in pain management. He runs forwardthinkingpt.com and is actively involved in research.
Originally from: http://www.ironman.com/triathlon-news/articles/2013/02/pain-friend-or-foe.aspx#ixzz2Kdsk3Shn
Monday, February 04, 2013
Recebido da amiga Monica Nunes:
ALECRIM, A ERVA DA MENTE
Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando pensei: "Vou tomar um chá de alecrim!"
Fui ao jardim e lá encontrei um viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e me servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti a sensação de enorme felicidade. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e veja só que maravilha.
O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedí-la em casamento!
Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos etimula o metabolismo.
Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício. Foi-lhe indicado que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.
Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. 'O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais'. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. "Obrigada, gentil alecrim! disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria."
...e assim foi!
BOM CHÁ PARA VOCÊ !!!
ALECRIM, A ERVA DA MENTE
Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro. Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste. É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando pensei: "Vou tomar um chá de alecrim!"
Fui ao jardim e lá encontrei um viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e me servi em uma linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando. Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti a sensação de enorme felicidade. Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e veja só que maravilha.
O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciada na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenescedora. Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedí-la em casamento!
Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo. Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado. E uma melhor irrigação dos órgãos etimula o metabolismo.
Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão divina que o tornou capaz de livrar-se do vício. Foi-lhe indicado que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris. O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual. É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa e, ainda, para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.
Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. 'O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais'. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã. "Obrigada, gentil alecrim! disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria."
...e assim foi!
BOM CHÁ PARA VOCÊ !!!
Thursday, January 17, 2013
100 coisas para se prestar atenção em 2013
Levantamento da JWT destaca o alcance da Amazon, o horário nobre para a Alphen: Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve.
A JWT divulga sua lista anual das “100 Coisas para se prestar atenção ao longo desse ano”. A agência aponta o crescimento da Amazon, que se instalou no Brasil recentemente, compras no estilo Clique-Retire e horário nobre para a segunda tela. No sétimo ano em que produz o levantamento, muitos itens envolvem tecnologia, como a proliferação dos “Appcessórios”, Ecossistemas digitais, Monitores de materiais flexíveis e o Web Design Ajustável.
Fernand Alphen, diretor de estratégia da JWT Brasil, explica que a agência está sempre preocupada em abastecer suas equipes e clientes com dados sobre novos produtos, tecnologias e mudanças de comportamento que podem vir a estourar a curto ou médio prazo. “Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve. Dependendo da área de atuação, podem até mesmo antecipar um problema ou apresentar uma solução”, explica Alphen
Confira abaixo a lista completa. As descrições de cada item podem ser encontradas na seção “2013 e além”, no site JWTIntelligence.com.
1. Impressão Biológica em 3D
2. Playgrounds para Adultos
3. Estrelas Africanas da Tecnologia
4. Livre de Alergênicos
5. Moedas de Marcas Alternativas
6. Emboscado pela Amazon
7. Appcessórios
8. A Internet Arábica
9. Parcerias B2C/P2P
10. Veneno de Abelha
11. Autenticação Biométrica
12. Bloqueio de publicações chatas nas Mídias Sociais
13. Sementes de Chia
14. Compras estilo Clique-Retire
15. “Cloaking” – escolha de privacidade por um período de horas
16. Marcas de Coaching
17. Acampamentos Tecnologia
18. Tradução Colaborativa
19. Extinção do Intermediário
20. Guerra Cibernética
21. Pais nos Corredores
22. Cientistas de Dados: Os Novos Figurões
23. Declínio da Ostentação Chinesa
24. Dessalinização
25. Vida de Desintoxicação
26. Ecossistemas Digitais
27. Robôs em geral (Drones)
28. Caixa Eletrônico Ecológico
29. Congelamento de Ovos
30. Reconhecimento de Emoções
31. O Fim das Secretárias Eletrônicas
32. Carne Artificial
33. Estar em Forma Fora da Academia
34. Monitores ou telas flexíveis
35. Compartilhamento de Alimentos
36. Mercados de Fronteira
37. O G20 Involui para o G-Zero
38. Brinquedos com Limitações de Gêneros não Definidas
39. Delimitação Geográfica
40. Crescimento Verde
41. Caligrafia = Hieróglifos
42. Hotéis na África
43. Tecnologia Focada nos Seres Humanos
44. Alimentos Humanitários
45. Atendimento Hiperpersonalizado ao Consumidor
46. Terceirização de impacto
47. Imperfeições
48. Atenção Individual
49. Apps para limpeza instantânea de arquivos
50. JOMO (da sigla em inglês Joy Of Missing Out - Alegria em Não Participar)
51. Vida Transmitida ao Vivo
52. Robôs de Baixo Custo
53. Carregamento de Bateria de Baixa Tecnologia
54. Mídias que Conhecem Você
55. Smartphones Médicos
56. Jantares Sem Cardápio
57. Alimentos de Calorias Médias
58. Vida Consciente
59. Otimizações para Celulares se Tornam Populares
60. Estrelas do MOOC (da sigla em inglês para Cursos Online de Participação Massiva)
61. Natureza como Antídoto
62. Neurotecnologia
63. Nova Realeza Digital
64. Resumos de Notícias
65. Tags NFC
66. Objetos com Atitude
67. Pensamento Compensatório (Offset Thinking)
68. Supermercado Online
69. Educação sem Papel
70. Senhas 2.0
71. Renda via Patchwork
72. Propriedade de Dados Pessoais
73. Horário Nobre para a Segunda Tela
74. Etiqueta de Privacidade
75. Produtos Silenciosos
76. Doces com Menos Culpa
77. Web Design Ajustável
78. Varejistas Possibilitam a Reciclagem
79. Cruzeiros em Rios
80. Autosserviços
81. Ficção Digital Seriada
82. Turismo em Locações de Filmes
83. Hotéis Shopping
84. Hackers de Mídias Sociais
85. Mesas para se Trabalhar em Pé
86. Apps de Monitoramento de Estresse
87. Sugru – Substância de silicone
88. Compra por Tablet
89. Da Fazenda para a Mesa - Viabilizado pela Tecnologia
90. Semente de Teff
91. Cursos técnicos
92. Classificação de Confiança
93. Seguros Baseados no Usuário
94. Precificação Variável
95. Caixas Vegetais
96. Cultivo Vertical
97. Vídeo Games como Arte
98. Namorar Vitrines
99. Carregamento de Baterias sem Fio
100. Lojas de Iogurte
A JWT divulga sua lista anual das “100 Coisas para se prestar atenção ao longo desse ano”. A agência aponta o crescimento da Amazon, que se instalou no Brasil recentemente, compras no estilo Clique-Retire e horário nobre para a segunda tela. No sétimo ano em que produz o levantamento, muitos itens envolvem tecnologia, como a proliferação dos “Appcessórios”, Ecossistemas digitais, Monitores de materiais flexíveis e o Web Design Ajustável.
Fernand Alphen, diretor de estratégia da JWT Brasil, explica que a agência está sempre preocupada em abastecer suas equipes e clientes com dados sobre novos produtos, tecnologias e mudanças de comportamento que podem vir a estourar a curto ou médio prazo. “Não são tendências, mas novidades que podem ser tendências num futuro breve. Dependendo da área de atuação, podem até mesmo antecipar um problema ou apresentar uma solução”, explica Alphen
Confira abaixo a lista completa. As descrições de cada item podem ser encontradas na seção “2013 e além”, no site JWTIntelligence.com.
1. Impressão Biológica em 3D
2. Playgrounds para Adultos
3. Estrelas Africanas da Tecnologia
4. Livre de Alergênicos
5. Moedas de Marcas Alternativas
6. Emboscado pela Amazon
7. Appcessórios
8. A Internet Arábica
9. Parcerias B2C/P2P
10. Veneno de Abelha
11. Autenticação Biométrica
12. Bloqueio de publicações chatas nas Mídias Sociais
13. Sementes de Chia
14. Compras estilo Clique-Retire
15. “Cloaking” – escolha de privacidade por um período de horas
16. Marcas de Coaching
17. Acampamentos Tecnologia
18. Tradução Colaborativa
19. Extinção do Intermediário
20. Guerra Cibernética
21. Pais nos Corredores
22. Cientistas de Dados: Os Novos Figurões
23. Declínio da Ostentação Chinesa
24. Dessalinização
25. Vida de Desintoxicação
26. Ecossistemas Digitais
27. Robôs em geral (Drones)
28. Caixa Eletrônico Ecológico
29. Congelamento de Ovos
30. Reconhecimento de Emoções
31. O Fim das Secretárias Eletrônicas
32. Carne Artificial
33. Estar em Forma Fora da Academia
34. Monitores ou telas flexíveis
35. Compartilhamento de Alimentos
36. Mercados de Fronteira
37. O G20 Involui para o G-Zero
38. Brinquedos com Limitações de Gêneros não Definidas
39. Delimitação Geográfica
40. Crescimento Verde
41. Caligrafia = Hieróglifos
42. Hotéis na África
43. Tecnologia Focada nos Seres Humanos
44. Alimentos Humanitários
45. Atendimento Hiperpersonalizado ao Consumidor
46. Terceirização de impacto
47. Imperfeições
48. Atenção Individual
49. Apps para limpeza instantânea de arquivos
50. JOMO (da sigla em inglês Joy Of Missing Out - Alegria em Não Participar)
51. Vida Transmitida ao Vivo
52. Robôs de Baixo Custo
53. Carregamento de Bateria de Baixa Tecnologia
54. Mídias que Conhecem Você
55. Smartphones Médicos
56. Jantares Sem Cardápio
57. Alimentos de Calorias Médias
58. Vida Consciente
59. Otimizações para Celulares se Tornam Populares
60. Estrelas do MOOC (da sigla em inglês para Cursos Online de Participação Massiva)
61. Natureza como Antídoto
62. Neurotecnologia
63. Nova Realeza Digital
64. Resumos de Notícias
65. Tags NFC
66. Objetos com Atitude
67. Pensamento Compensatório (Offset Thinking)
68. Supermercado Online
69. Educação sem Papel
70. Senhas 2.0
71. Renda via Patchwork
72. Propriedade de Dados Pessoais
73. Horário Nobre para a Segunda Tela
74. Etiqueta de Privacidade
75. Produtos Silenciosos
76. Doces com Menos Culpa
77. Web Design Ajustável
78. Varejistas Possibilitam a Reciclagem
79. Cruzeiros em Rios
80. Autosserviços
81. Ficção Digital Seriada
82. Turismo em Locações de Filmes
83. Hotéis Shopping
84. Hackers de Mídias Sociais
85. Mesas para se Trabalhar em Pé
86. Apps de Monitoramento de Estresse
87. Sugru – Substância de silicone
88. Compra por Tablet
89. Da Fazenda para a Mesa - Viabilizado pela Tecnologia
90. Semente de Teff
91. Cursos técnicos
92. Classificação de Confiança
93. Seguros Baseados no Usuário
94. Precificação Variável
95. Caixas Vegetais
96. Cultivo Vertical
97. Vídeo Games como Arte
98. Namorar Vitrines
99. Carregamento de Baterias sem Fio
100. Lojas de Iogurte
Tuesday, January 15, 2013
A evolução das práticas de gestão
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, uma seleção baseada no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes
Monica Paiva e Roberta Hummel*
Há algo que sustenta as melhores empresas para trabalhar no mundo. Algo que é comum a qualquer relacionamento, organização ou família de sucesso. Algo que, quando desenvolvido, tem a capacidade de criar sucesso e prosperidade. Estamos falando da confiança, a palavra-chave da gestão das melhores empresas.
A
palavra trabalho vem de um instrumento de tortura da idade média
chamado “tripalho”. Por aí vemos que o conceito da antiguidade sobre
trabalho não era dos melhores: estava relacionado a sacrifício e
tortura. Mudar isso é o grande desafio deste século.
Fazendo uma retrospectiva, podemos notar que cada época exigiu um modelo de relacionamento entre empresas e funcionários. Na Era Industrial, o trabalho em linha de produção exigia o máximo aproveitamento do tempo do funcionário para manter a produtividade. Na Era da Informação, na qual o capital intelectual passou a ser o valor mais importante para diferenciar uma empresa de sua concorrência, as promoções eram dadas aos melhores técnicos.
Hoje, estamos em plena evolução para a Era das Pessoas, na qual não basta só o esforço braçal e o conhecimento intelectual. O relacionamento é o grande diferencial para o êxito das empresas. São as ideias, o entusiasmo e a paixão pelo trabalho que geram empresas de sucesso.
Um novo modelo de trabalho se faz necessário para que as pessoas se envolvam de corpo, mente e coração no que fazem. Esse é o modelo da confiança, que, ao contrário do que muitos acham, é tangível e mensurável através da pesquisa do Great Place to Work®, que gera o Trust Index de cada empresa participante da Lista das Melhores Empresas para Trabalhar publicada anualmente.
Quando confiamos nas pessoas, naturalmente elas retribuem com empenho e comprometimento, gerando um círculo virtuoso que aumenta cada vez mais à medida que delegamos, confiamos e orientamos as pessoas que lideramos.
O Great Place to Work® realiza pesquisas com as empresas para entender como realizam a gestão de pessoas e como fazem para manter um ambiente de confiança. Recentemente, Robert Levering, fundador do instituto, nos trouxe mais uma visão para entendermos os melhores ambientes de trabalho. Analisando ano a ano as práticas das Melhores Empresas, Robert formulou o que chamamos de “As Nove Práticas Culturais das Melhores Empresas para Trabalhar”. Trata-se das nove práticas mais importantes para uma boa gestão de pessoas.
Essas práticas culturais são as seguintes: Contratar e Receber, Inspirar, Falar, Escutar, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Celebrar e Compartilhar. A análise dessas práticas permite identificar necessidades e fortalezas e apoiar as transformações que as empresas desejam realizar em seu ambiente de trabalho. Outro conceito relevante é o Giftwork®, a possibilidade de o trabalho ser um lugar onde as pessoas possam trocar “presentes”. Isto mesmo: presentes generosos, únicos, personalizados e surpreendentes. Um “presente” pode ser um feedback, um sorriso, uma ideia, a confiança nas pessoas com quem trabalhamos, uma ajuda em um momento difícil ou o esforço extra para terminar um trabalho.
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, um relacionamento baseado no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes, na busca de resultados que beneficiam a todos numa relação ganha-ganha.
Este é o futuro que já chegou para muitas empresas que estão na lista do Great Place to Work®.
E sua empresa, já está na Era das Pessoas?
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, uma seleção baseada no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes
Monica Paiva e Roberta Hummel*
Há algo que sustenta as melhores empresas para trabalhar no mundo. Algo que é comum a qualquer relacionamento, organização ou família de sucesso. Algo que, quando desenvolvido, tem a capacidade de criar sucesso e prosperidade. Estamos falando da confiança, a palavra-chave da gestão das melhores empresas.
Fazendo uma retrospectiva, podemos notar que cada época exigiu um modelo de relacionamento entre empresas e funcionários. Na Era Industrial, o trabalho em linha de produção exigia o máximo aproveitamento do tempo do funcionário para manter a produtividade. Na Era da Informação, na qual o capital intelectual passou a ser o valor mais importante para diferenciar uma empresa de sua concorrência, as promoções eram dadas aos melhores técnicos.
Hoje, estamos em plena evolução para a Era das Pessoas, na qual não basta só o esforço braçal e o conhecimento intelectual. O relacionamento é o grande diferencial para o êxito das empresas. São as ideias, o entusiasmo e a paixão pelo trabalho que geram empresas de sucesso.
Um novo modelo de trabalho se faz necessário para que as pessoas se envolvam de corpo, mente e coração no que fazem. Esse é o modelo da confiança, que, ao contrário do que muitos acham, é tangível e mensurável através da pesquisa do Great Place to Work®, que gera o Trust Index de cada empresa participante da Lista das Melhores Empresas para Trabalhar publicada anualmente.
Quando confiamos nas pessoas, naturalmente elas retribuem com empenho e comprometimento, gerando um círculo virtuoso que aumenta cada vez mais à medida que delegamos, confiamos e orientamos as pessoas que lideramos.
O Great Place to Work® realiza pesquisas com as empresas para entender como realizam a gestão de pessoas e como fazem para manter um ambiente de confiança. Recentemente, Robert Levering, fundador do instituto, nos trouxe mais uma visão para entendermos os melhores ambientes de trabalho. Analisando ano a ano as práticas das Melhores Empresas, Robert formulou o que chamamos de “As Nove Práticas Culturais das Melhores Empresas para Trabalhar”. Trata-se das nove práticas mais importantes para uma boa gestão de pessoas.
Essas práticas culturais são as seguintes: Contratar e Receber, Inspirar, Falar, Escutar, Agradecer, Desenvolver, Cuidar, Celebrar e Compartilhar. A análise dessas práticas permite identificar necessidades e fortalezas e apoiar as transformações que as empresas desejam realizar em seu ambiente de trabalho. Outro conceito relevante é o Giftwork®, a possibilidade de o trabalho ser um lugar onde as pessoas possam trocar “presentes”. Isto mesmo: presentes generosos, únicos, personalizados e surpreendentes. Um “presente” pode ser um feedback, um sorriso, uma ideia, a confiança nas pessoas com quem trabalhamos, uma ajuda em um momento difícil ou o esforço extra para terminar um trabalho.
Hoje, o ambiente de trabalho exige uma nova forma de relacionamento entre líderes e liderados, um relacionamento baseado no paradigma de que trabalhamos “com” e não “para” os líderes, na busca de resultados que beneficiam a todos numa relação ganha-ganha.
Este é o futuro que já chegou para muitas empresas que estão na lista do Great Place to Work®.
E sua empresa, já está na Era das Pessoas?
Wednesday, December 19, 2012
16, dezembro, 2012
avast! detecta 100% do malware para celular móvel
Testes realizados com o aplicativo de verificação do Google para o Android 4.2 só reconheceram 15,3% dos malwares. A taxa de detecção do Google (20,41%) ficou atrás de todos os principais antivírus disponíveis para Android. Os resultados do teste com 1.260 amostras pertencentes a 49 famílias de malwares foram publicados no dia 30 de novembro passado.
Além do serviço interno do Google, foram testados o avast!, AVG, TrendMicro, Symantec, BitDefender, ClamAV, F-Secure, Fortinet, Kaspersky e Kingsoft. As taxas de detecção variaram entre 51,02% a 100%. O avast! atingiu 100%. No gráfico abaixo, a primeira barra da esquerda para a direita representa o aplicativo (serviço) do Google e a segunda (AV1) é do avast!. O serviço está pensado para escanear apps de todas as lojas (fontes alternativas), incluindo a oficial Google Play, e utiliza as definições de vírus baseando-se na nuvem.
Além do serviço interno do Google, foram testados o avast!, AVG, TrendMicro, Symantec, BitDefender, ClamAV, F-Secure, Fortinet, Kaspersky e Kingsoft. As taxas de detecção variaram entre 51,02% a 100%. O avast! atingiu 100%. No gráfico abaixo, a primeira barra da esquerda para a direita representa o aplicativo (serviço) do Google e a segunda (AV1) é do avast!. O serviço está pensado para escanear apps de todas as lojas (fontes alternativas), incluindo a oficial Google Play, e utiliza as definições de vírus baseando-se na nuvem.
Mesmo comprando o serviço VirusTotal em setembro do ano passado (serviço que utiliza diferentes antivírus para escanear os arquivos), o Google não conseguiu mostrar-se eficaz. O serviço parece atualmente utilizar o valor SHA1 das amostras para determinar se são ou não infectadas. Conhecidamente, este mecanismo é frágil e os malwares podem facilmente esconder-se por trás dele.
O avast! detectou 100% das amostras utilizadas neste teste. Acho que é hora de você proteger o seu Android com o avast! Mobile Security. O avast! Mobile Security instalado nos aparelhos Android (clientes) escaneia cada instalação de aplicativos por dentro, utilizando também detecção genérica e análise de comportamento. Se algo suspeito é detectado, o app é enviado ao Laboratório de Vírus do avast! e novas definições de vírus são enviadas todos os dias às dezenas de milhões de usuários ao avast! gratuitamente.
Tuesday, October 23, 2012
Muitos profissionais não sabem quanto cobrar pelo seu trabalho. Para ajudar nessa difícil tarefa, apresento algumas “Tabelas Referenciais de Valores”.
Vender ilustração é diferente de vender peixe ou pãozinho. Cada trabalho é um caso isolado e terá um preço diferente. Nossos valores dependem de uma série de fatores que devem ser levados em consideração (tamanho do cliente, onde será veiculado, durante quanto tempo, em que veículos, dificuldade de execução, prazo, etc) na hora de enviar um orçamento.
E o ilustrador precisa aprender a reconhecer quanto vale o seu trabalho.
A melhor maneira de se começar é sabendo qual é o valor mínimo de uma ilustração e, para cumprir essa função, existem tabelas de preços de associações ou sindicatos.
Para oferecer alguns parâmeros, seguem Tabelas Referenciais de Valores de diversos órgãos e entidades.
Indice Referencial de Valores (IRV) da SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil: http://www.sib.org.br
Márcio Morais: o ilustrador Márcio Morais criou uma tabela que chegou a valores (médios e mínimos) com a ajuda de diversos outros ilustradores profissionais:http://www.marciomorais.com.br/referencia/referencia_valores_ilustracoes.pdf
Tabela Ilustrador Montalvo Machado (Info/Downloads): www.montalvomachado.com.br
Troféu HQ Mix: http://tinyurl.com/6ex6h67
Além de consultar as tabelas, é sempre bom conversar com alguns colegas ilustradores na hora de apresentar propostas de valores para os clientes.
Ganhar concorrências apostando no preço baixo é um caminho que pode ser bom a curto prazo. Mas esse é o tipo de aposta bastante arriscada, pois sempre poderá aparecer outro alguém disposto a cobrar menos. E aí?
Se o ilustrador não souber valorizar o seu trabalho, nenhum cliente o fará.
Para concluir, sugiro a leitura do artigo do cartunista Maurício de Souza: “A arte de cobrar pela arte”.
http://www.monica.com.br/mauricio/cronicas/cron031.htm
Wednesday, October 17, 2012
7 jeitos inusitados para ficar mais criativo
Por Talita Abrantes, de EXAME.com
• Sábado, 30 de junho de 2012 - 10h31
Por isso, ingerir bebidas alcóolicas, ter amigos de outras áreas e sonhar acordado podem ser hábitos essenciais para você virar o tipo de pessoa que vê como uma enorme teia de soluções criativas. Confira:
1 - Vá para um café
Quando faltarem ideias e você estiver mergulhado em um marasmo de criatividade, qual é a melhor opção: uma biblioteca (extremamente silenciosa) ou um café? De acordo com pesquisa da University of Illinois em Urbana-Champaign, a segunda opção é mais favorável para a criatividade.
Para chegar a esta conclusão, o professor Ravi Mehta e sua equipe observaram o desempenho dos participantes em um ambiente com 70 decibéis e em outro de 50. Aqueles que ficaram no ambiente menos silencioso, tiveram o melhor desempenho em tarefas de criatividade.
2 - Fique bêbado (ou quase)
Resultados semelhantes foram encontrados por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Os participantes da pesquisa que tinham ingerido vodca tiveram mais “insights” ao resolver um conjunto de problemas linguísticos.
Mais: eles foram mais rápidos do que os que não tinham bebido uma gota da bebida, que por sua vez ficaram mais focados. Porém, pouco criativos.
3 - Divirta-se no YouTube
Chefes que proíbem acesso a redes sociais e sites de vídeos, como o YouTube, deveriam rever seus conceitos. Pesquisadores da University of Western Ontario dividiram os participantes do estudo em três grupos.
O primeiro ouviu um trecho de uma música de Mozart e assistiu a um vídeo de um bebê sorrindo; o segundo, um trecho da trilha sonora do filme “A lista de Schindler” e assistiu a uma reportagem sobre um terremoto, enquanto o último grupo ouviu uma música e assistiu a um vídeo que não alterou o humor deles.
Resultado: o grupo que foi exposto a vídeos e músicas mais felizes teve um desempenho melhor ao resolver problemas que exigiam criatividade. Ponto para o YouTube (e para o bom humor) durante o expediente.
4 - É uma pessoa noturna? Faça brainstorm de manhã
Segundo estudo da psicóloga Mareike Wieth, publicado em dezembro passado, somos mais criativos no período em que estamos menos alerta no dia. Isso significa que se você é uma pessoa noturna, provavelmente terá insights no período matutino.
Na pesquisa, os voluntários conseguiram ter uma performance até 50% melhor em tarefas que exigiam criatividade no período em que eles, geralmente, ficavam menos alertas.
5 - Faça amigos. De preferência, longe da sua área de atuação
A criatividade é fruto da combinação de diferentes ideias já existentes. Por isso, quer ter mais e melhores insights? Expanda seus horizontes cognitivos e sociais.
Em um estudo com alunos da Stanford Business School, o sociólogo Martin Ruef , da Universidade de Princeton, constatou que aqueles que tinham amigos de outros setores eram mais inovadores.
6 - More no exterior
Na mesma toada, o contato com outras culturas também pode incrementar sua criatividade. A dupla de professores Willian Madduz e Adam Galinsky, respectivamente do INSEAD e Kellogg School of Management, comprovaram isso após observar o desempenho de estudantes americanos e estrangeiros (que moravam nos EUA) em um problema que exigia criatividade.
Segundo os pesquisadores, 60% dos estudantes estrangeiros e dos americanos que viveram no exterior conseguiram resolver a tarefa. Daqueles que nunca cruzaram a fronteira dos Estados Unidos, apenas 42% tiveram um “insight” para solucionar a atividade.
7 - Sonhe acordado
Freud estava errado. A arte de divagar, ou melhor, sonhar acordado não é um ato infantil ou neurótico, como ele pontuou. Em vez disso, pode ser uma excelente estratégia para aguçar a sua criatividade, entre outros fatores. Em pesquisa do professor Jonathan Schooler, da Universidade de Santa Bárbara (EUA), pessoas que tem uma propensão a sonhar acordado se dão melhor em testes de criatividade.
Sunday, May 06, 2012
Como mensurar suas campanhas de mídias sociais
Análise e Monitoramento, Mídias Sociais
by Gustavo Souza
button print blu20 Como mensurar suas campanhas de mídias sociais
Uma boa mensuração de dados é essencial para o êxito da campanha
incentivos fiscias inovacao analise relatorio mcti 289x300 Como mensurar suas campanhas de mídias sociaisMais do que planejar e executar uma campanha de mídias sociais, é preciso saber como mensurá-la. Afinal, uma campanha vive de resultados, e para tal, precisamos saber, com precisão, qual o retorno ela tem gerado.
E para mensurar este resultado, é preciso levar em conta alguns fatores que são essenciais para o sucesso de uma campanha. Entre eles estão:
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Comunidades: medir sua participação em comunidades, grupos de discussão e principais mídias como Twitter, Facebook e Linkedin irá te informar o primeiro engajamento que seu público-alvo tem com sua marca.
Tráfego: Sempre analise separadamente o tráfego que chega ao seu site pelas mídias sociais. Para facilitar esse trabalho utilize os novos recursos do Analytics.
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Interações: Responder e participar de conversas nas mídias sociais pode trazer maior engajamento a sua marca e mais credibilidade para seus clientes. A maioria das mídias sociais possui algum tipo de relatório onde você pode mensurar o alcance de suas conversas e/ou de suas publicação. Utilize isso para saber qual tipo de assunto gera mais interação dos usuários.
Indicações de clientes: Se você deseja saber quantos clientes as mídias sociais levam para seu negócio, você deve implementar algum tipo de solução de rastreamento, por exemplo formulários específicos para campanhas de SMM, URLs de rastreamento, cupons de desconto ou simplesmente uma enquete como forma de perguntar aos clientes como chegaram até você.
Siga Gustavo Souza no Twitter
Esses quatro fatores podem parecer um tanto óbvios, porém, muitos profissionais pecam nessas etapas, o que acaba comprometendo toda a mensuração de resultados. Relatórios personalizados de acordo com a sua necessidade são apenas reflexos de uma mensuração inicial bem sucedida.
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Monday, April 16, 2012
Feitos um para o outro
15 de abril de 2012|
18h39|
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Por Redação Link
Ao comprar o Instagram por US$ 1 bilhão, o Facebook reforça a atual cultura das aparências
Por Dan Zak, do Washington Post
O Facebook comprou o Instagram na segunda-feira passada por um b-b-bilhão de dólares, um solavanco tecnônico no reino da mídia social. Mas o que isso tem a ver com o mundo real – este universo caótico que nos cerca, não apenas aquele que é nos apresentado de forma organizada nas pequenas telas de nossos smartphones?
—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook e no Google+
Nada. Ou tudo.
Dada a expressiva reação sobre a compra, tem-se a impressão de estarmos assistindo a uma transação como a de quando a British Petroleum comprou os poços da Standard Oil. Mas esqueça os Carnegies e os Rockefellers, estes titãs da utilidade.
O Facebook de Mark Zuckerberg e o Instagram de Kevin Systrom são nossos titãs da futilidade, em um mundo paralelo que nos delicia à medida que sacrificamos tempo e produtividade. Seus produtos expandiram o mundo ao mesmo tempo que o reduziu a um painel de controle. Eles fizeram a interface se sobrepor ao cara a cara e ampliaram nossa mentalidade de colmeia.
Esta colmeia zumbiu alto quando cogitou-se a possibilidade de o Facebook, cheio de penduricalhos, infectar a simplicidade clean do Instagram, mas os dois serviços foram feitos um para o outro. São ferramentas que usamos para definir e refinar nossas próprias imagens – e ambos nos permitem editar e filtrar o mundo como acharmos melhor.
Se até sua avó está no Facebook, isso quer dizer que ele já perdeu a aura de novidade entre os 483 milhões de usuários ativos. Mas com apenas 18 meses de idade e mais de 30 milhões de cadastrados, o Instagram é uma novidade. Seus usuários tiram fotos com o celular, escolhem filtros artísticos para retocá-las e publicam estes produtos estilizados para uma corrente de seguidores que “curtem” ou comentam as imagens.
Com o Instagram à disposição, uma formação geométrica na espuma do cappuccino não é um mero devaneio passageiro, mas um detalhe que merece ser registrado, filtrado de forma icônica e compartilhado com estranhos. Também é uma forma de comunicar aos outros que você é o tipo de pessoa que, além de beber cappuccino com uma espuma geométrica, também pode converter aquela imagem em arte instantânea. Instagram: o equivalente visual ao Miojo.
Nele, o kitsch e a ironia se encontram, com filtros que poderiam pertencer à paleta do recém-falecido Thomas Kinkade – autodenominado “pintor da luz” que nauseava a crítica e encantava milhões com suas paisagens ensolaradas. Há a boa arte e má arte, o fato e a ficção. O Instagram pousa em algum lugar nesse meio. E agora este território pertence ao reino do Facebook.
Da mesma forma que o Instagram faz fotos ruins parecerem boas e fotos boas parecerem ótimas, o Facebook nos vende como felizes e amados sempre. Personalize e compartilhe o que for editado e envernizado. Deixe a verdade de lado, realce a beleza.
Não publique o autorretrato em preto e branco que você tirou quando estava exausto numa cabine do banheiro do escritório. Não compartilhe com os amigos que sua namorada continua lhe traindo. Capture aquele pôr do sol e amplifique a beleza de sempre com o filtro “Toaster”. Publique suas fotos do Instagram em seu perfil do Facebook, de forma que sua surrealidade faça sentido neste contexto.
Então o que o casamento do Facebook com o Instagram significa para nosso mundo, este fora dos nossos telefones, que é filtrado apenas por nossas córneas e apresentado de forma aleatória, sem bloqueio e fora de ordem?
Nada. Ou tudo. É um dilema que só pode ser solucionado ao invocarmos Keats. Beleza. Verdade. Únicas e uma só. Extrapole isto para a mídia social e aceite que a beleza falsa possa ser a verdade real. Ergamos nossos smartphones à união do Instagram com o Facebook. E que seu matrimônio nos mantenha sempre em sua luz artística perpétua.
Wednesday, February 08, 2012
Na Campus Party, pesquisador prevê fim do celular em 5 anos
Novas tecnologias lançarão desafio a educadores, diz Sugata Mitra.
'O que fazer quando jovens tiverem o Google nas suas cabeças?', questiona.
Laura Brentano Do G1, em São Paulo sugata mitra (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)
Sugata Mitra mostra a experiência com internet em favela na Índia (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)
O celular como conhecemos vai desaparecer em breve e a educação terá que se adaptar a mais essa mudança, afirmou Sugata Mitra, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), durante a Campus Party, nesta terça-feira (7). O evento acontece no Anhembi, em São Paulo.
Especialista em tecnologia educacional, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de 5 anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman.
“O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google?"
Sugata Mitra, especialista
em tecnologia educacional
"O celular foi ficando melhor, mais barato e rápido. Se eu tivesse que fazer uma previsão, diria que ele vai desaparecer em 5 anos”, afirmou. Segundo Mitra, as novas tecnologias vão lançar um desafio aos professores. “O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google? O significado da educação, do diploma, terá que mudar em menos de 10 anos”, completou.
Em 1999, Mitra colocou um computador com acesso à internet em um muro de uma favela de Nova Déli, na Índia. Câmeras mostraram a interação das crianças com o computador. Segundo Mitra, elas iniciaram um novo processo de aprendizagem graças à internet.
Na época do experimento, chamado “Hole in the Wall” (buraco na parede, em inglês), os professores lhe questionaram o que aquilo mudaria na vida deles já que os resultados das provas não estavam melhorando.
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“Eles concluíram que o computador não estava ajudando, mas ninguém perguntou se o problema não estava na prova. O computador ajudou as crianças em várias áreas que a prova não contempla, como a autoconfiança. Isso não é medido pela escola”.
Crítica a provas escolares
Segundo Mitra, as provas desenvolvidas pelas instituições não medem a compreensão, e, sim, a memória. “No passado, a memória era importante porque o cérebro era o único meio de se reter informações. Hoje, ela não é mais importante, pois temos o pen drive, por exemplo”, explicou. “Precisamos pedir para o sistema mudar em vez de pedir para o aluno não usar o computador”.
Mitra acredita que é necessário redefinir o currículo escolar para que ele fique mais interessante. “Hoje, as empresa contratam funcionários com muita educação, mas que não são úteis. As pessoas conseguem ler uma página inteira e não entender nada. Essas habilidades são mais importantes para as empresas, hoje, do que trigonometria. Nós temos exigências que não têm relação com o que está sendo ensinado. Há 300 anos, o fato de o currículo não ser interessante, não era um problema. Hoje, isso não funciona”, completou.
Tuesday, February 07, 2012
Formar novos empresários vira meta da Campus Party
07/02/2012 - 08h00
CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO
Principal evento de inovação digital do país, a Campus Party, que começou ontem em São Paulo, também mira a formação de novos empresários de tecnologia.
Na pauta, palestras sobre empreendedorismo, concursos para desenvolvimento de aplicativos que podem gerar empresas e também apresentação de planos de negócios.
Entre as ações programadas para o evento, o Sebrae inclui games interativos e um concurso com três equipes para competir para a abertura de sua empresa. Os grupos terão palestras de consultores e empresários.
"Muitos empreendedores digitais têm criatividade de sobra, mas sem conhecimento de gestão", diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. Quem vencer o reality show de empreendedorismo terá um ano de consultoria grátis para montar uma empresa.
Em empreendedorismo criativo, a Telefônica/Vivo fará dois concursos. Um deles, o Hackaton, vai premiar desenvolvedores profissionais e amadores de aplicativos móveis de educação, sustentabilidade e esportes para iPhone, celulares com sistema operacional Android e que rodam linguagem Java.
Os participantes vão usar a Bluevia, plataforma mundial do grupo Telefónica. A premiação é de R$ 1.500 -- categoria amadora-- até R$ 5.500 para os profissionais, além de tablets, celulares e ingresso para jogos.
Depois de prontos, os aplicativos podem ser vendidos na loja da operadora e os desenvolvedores ficam com 70% da receita. Se o aplicativo gerar tráfego --com funções atreladas ao envio de mensagens de texto, por exemplo--, poderão receber pelo movimento a mais.
Em outro concurso, o Wayra, a operadora vai selecionar empreendedores que deem sugestões de negócios ou aplicativos tecnológicos. O vencedor, que será conhecido no fim da semana, será selecionado para uma nova etapa de competição com empresas iniciantes para fazer parte da academia de empreendedorismo da Telefônica/Vivo, que prevê investimentos de até US$ 70 mil (R$ 121 mil) em novos negócios.
"A ideia é apoiar a inovação e a retenção dos talentos no país", diz Pablo Larriex, diretor do Centro de Inovação da Telefônica/Vivo.
IDEIA VIRA EMPRESA
O carioca Rafael Peixoto, 35, foi um dos empresários "gerados" na Campus Party do ano passado. Com o sócio Cadu Fonseca, 30, fizeram em 2011 uma ação do Banco do Brasil em que vestiram os "campuseiros" com roupões com o logotipo do banco.
A ideia virou empresa, a Wikishow, que abocanhou três clientes -- Walmart, Sebrae e Serpro-- para ações no evento deste ano.
Thursday, February 02, 2012
Eles começaram uma empresa na universidade e hoje faturam até R$ 30 milhões por ano
Jovens empreendedores contam como tornaram realidade o sonho de ter o próprio negócio
Ligia Aguilhar - Estadão PME
Ricardo: empresa começou com a organização da festa de formatura
Eles tiveram uma grande ideia quando ainda ocupavam os bancos da universidade e mesmo sem muito investimento, contatos e experiência em gestão, construíram empresas promissoras que hoje estão consolidadas no mercado.
Conheça as histórias de Giovani Amianti, Juliano Martinez e Ricardo Buckup, três jovens empreendedores que realizaram o que, segundo pesquisa recente do Instituto Endeavor, é o sonho de metade dos estudantes universitários: ter o próprio negócio.
Giovani Amianti - Xmobots
O engenheiro Giovani Amianti, de 29 anos, acaba de fazer o seu primeiro milhão. Após sete anos de pesquisas e desenvolvimento de produtos, sua empresa, a Xmobots, especializada em veículos aéreos não tripulados (chamados de vants), começa a decolar.
O negócio foi idealizado em 2004 quando Amianti, então estudante do quarto ano de Engenharia Mecatrônica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), estudava e desenvolvia aeronaves cargueiras radiocontroladas como projeto de iniciação científica. Ao perceber que tecnologia poderia ser utilizada para monitorar linhas de transmissão de energia elétrica, uma atividade de risco que era realizada por helicópteros, se uniu a outros quatro amigos para tirar a empresa do papel. Como a operação em linhas de transmissão exigia investimentos elevados, eles decidiram mudar e desenvolver aeronaves voltadas para questões ambientais, como monitoramento de florestas e rios.
Para viabilizar a empreitada, cada estudante usou suas habilidades. Enquanto um fez o projeto do avião, outro se dedicou ao software. Um terceiro desenvolveu o hardware, e Amianti e um amigo cuidaram da aeronave. Depois da formatura, três dos cinco estudantes continuaram o desenvolvimento da tecnologia em um mestrado. Só no segundo semestre de 2008, a primeira aeronave da empresa, a Apoena 1000, voou pela primeira vez, sendo lançada comercialmente em 2009, um ano e meio após a empresa se incubada no Cietec. “Nós investimos todo o dinheiro da bolsa de mestrado na empresa”, relembra Amianti.
A empresa hoje tem grandes clientes como a Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, e recebeu R$ 9 milhões em investimento de entidades como o Finep e o CNPq. Mas até chegar a esse estágio, Amianti e seus sócios precisaram trabalhar em dobro. “Só o sensor de um avião custa R$ 15 mil e nós não tínhamos recursos para pagar”, diz. A saída foi fazer escambo com os fornecedores dos equipamentos. Em troca de uma peça, ofereciam algum tipo de serviço.
Já a gestão da empresa foi aprendida na prática, por meio de alguns cursos de Sebrae e, principalmente, com dicas de outros empreendedores do Cietec. Apesar de criticar a falta de estímulo ao empreendedorismo nas universidades e a falta de capital semente no País, Amianti diz que o maior empecilho para jovens criarem negócios é a preguiça. “É muito difícil empreender no setor tecnológico, mas nada que não seja superado com muita garra.”
Juliano Martinez - Resolva.me
A primeira proposta de projeto de conclusão de curso elaborada pelo então estudante de marketing Juliano Martinez foi rejeitada pelos professores. Ele queria criar um portal na internet que funcionasse como uma rede de troca de recomendações entre clientes, prestadores e empresas de serviços, mas a ideia foi considerada pouco rentável.
Ele não desistiu. Nos últimos sete anos não só estudou o mercado como angariou o apoio de amigos e colegas de trabalho para tirar o projeto do papel. Há duas semanas, ele comemorava a compra do Resolva.me, lançado no mercado há menos de um ano, pela maior empresa de comparação de preços da América Latina, o site Buscapé.
“O maior incentivo que a universidade me deu foi negar o projeto. Se eu tivesse desenvolvido a empresa naquela época, não teria encontrado as pessoas certas para me associar (o Resolva.me tem cinco sócios) e poderia estar infeliz trabalhando em uma multinacional”, afirma.
Sem dinheiro para investir no negócio, Martinez e seus sócios - Edgard Zavarezzi, diretor de Tecnologia; Rodrigo Vitulli, diretor de Marketing e relacionamento, Pedro Sorrentino, responsável por relações públicas e estratégia de mercado e produto, e a agência digital DBR Interativa – tiveram que manter seus empregos e se dedicar ao empreendimento por noites e madrugadas após o horário comercial. “Nós reuníamos religiosamente três vezes por semana no Skype, compartilhávamos documentos pelo Google Docs e ficávamos acordados com muito energético e cafeína”, relembra Vitulli.
Em fevereiro do ano passado, eles desenvolveram o primeiro protótipo: um aplicativo para o Facebook. A partir de então, começaram a frequentar feiras e eventos de tecnologia e empreendedorismo para tornar o produto conhecido. “Circular é importantíssimo para fazer contatos e, mais do que isso, é preciso ter pelo menos um piloto do seu produto para mostrar para pessoas importantes”, conta Martinez. “Você acaba encontrando mentores que dão dicas valiosas para o seu projeto”, explica.
A grande virada aconteceu quando os jovens inscreveram a empresa em um concurso promovido pelo Buscapé, “Sua ideia vale R$ 1 milhão”, que premiaria as três melhores ideias de negócio com um investimento de R$ 300 mil. O Resolva.me ficou entre os 9 finalistas de 800 inscritos, mas não ganhou, Ainda assim, não saiu do radar da gigante de comparação de preços, que em janeiro comprou parte da empresa. “Ao empreender, temos que nos preparar para ouvir vários nãos e que a sua ideia é maluca”, diz Martinez. “Mas se você acredita em um projeto e consegue provar para todo mundo que é viável, consegue vencer os obstáculos”, afirma.
Ricardo Buckup - Grupo B2
Quando os estudantes de administração Ricardo Buckup e Carlos Balma se juntaram para organizar a própria festa de formatura, deram início a uma empresa que em menos de dez anos alcançou o faturamento de mais de R$ 30 milhões por ano. O trabalhou bem-sucedido na formatura rendeu na sequência um contrato com a própria universidade para a organização de um evento e, assim, os dois tiveram o estímulo necessário para fundar a B2, consultoria de marketing e promoção de ações para o público jovem.
O negócio começou em uma sala emprestada dentro do escritório de um amigo dos sócios, apenas com um telefone e um computador. “Nosso amigo tinha uma empresa de serviços de bartender. Nós pegávamos o contato de pessoas e empresas que ligavam para ele e oferecíamos serviços complementares”, lembra Buckup.
Foi dessa forma que em um ano eles conseguiram clientes suficientes para contratar dois funcionários e adquirir um escritório próprio. A partir daí a empresa cresceu em ritmo exponencial, com todo o lucro sendo reinvestido no negócio. “Nosso sonho não era comprar uma casa na praia, mas ver a empresa crescer. Por isso, sempre tiramos um salário muito pequeno do negócio.”
Para a B2 crescer, os empresários também precisaram corrigir falhas, como a falta de modelos de gestão e conhecimento dos aspectos legais do negócio. “Vejo que hoje a educação empreendedora melhorou, mas na época faltava estímulo para vencer o medo de empreender e exemplos de casos de sucesso”, afirma Buckup.
Para outros jovens empreendedores, a dica do empresário é arriscar. “Ninguém tem garantia de dar certo na vida nem como trainee de uma grande empresa. Quem tem vontade de empreender deve ir em frente. O importante é entender bem o negócio ao qual vai se dedicar”.
Monday, January 30, 2012
Sustentabilidade empresarial, o futuro começa hoje
30 de janeiro de 2012, 8:50
É fato: os recursos precisam ser administrados de forma equilibrada pelo bem do planeta, da competitividade e do seu bolso.
Por Telma Cunha
Todos os dias muitas decisões são tomadas. Um exemplo é quando chega a época de colocar os nossos filhos na escola. Procuramos escolher a melhor, a mais adequada à sua evolução acadêmica e posteriormente profissional.
Nesse momento plantamos o futuro no presente.
Na empresa o caminho é o mesmo. Quando ela começa a criar, a desenvolver e aplicar políticas de sustentabilidade está também focada no futuro, em um planejamento de médio ou longo prazo.
Diferente da decisão sobre a escola, em que poucas pessoas estão envolvidas, na empresa esta definição exige a participação de todos para obter sucesso. A soma de inteligências ajuda a criar cenários promissores.
E esse comprometimento é a parte mais difícil do caminho, pois exige conscientização e conceitos muitas vezes não adquiridos no desenvolvimento de nossas vidas. Conceitos atuais e não integrantes nas etapas de nosso aprendizado.
Nem todos foram instruídos ou sabem da necessidade de cuidar dos recursos naturais, em pensar e efetivar sustentabilidade. Tão pouco sobre a influência dos nossos atos no planeta. Essa não é uma preocupação corriqueira, rotineira.
É preciso mudar nosso jeito de ser. O mercado em evolução exige isso.
Na empresa, as políticas de sustentabilidade precisam ser “compradas” pelas pessoas para trazer resultados, para o próprio negócio e para todos os envolvidos (colaboradores, investidores, comunidade). E um dos caminhos para apoiar esta adesão é desenvolver indicadores que demonstrem o progresso alcançado, de forma rápida e transparente.
Gestão eficiente + consumo eficiente = maximização dos resultados
Imagine a decisão de controlar o volume de lixo produzido pela empresa. É possível na coleta, identificar a produção de cada área (por meio de recipientes padronizados) e desenvolver o indicador de consumo médio por área e por pessoa.
Com esta informação individualizamos a responsabilidade e estabelecemos metas para desenvolver programas de redução.
A importância do indicador está em comprometer o individuo, as equipes e gerar resultados (reduzir o volume de lixo).
Criar uma base de indicadores demanda interesse da empresa em investir tempo e recursos (pessoas – sistemas de coleta e de quantificação/comparação), entretanto produz resultados consistentes.
Áreas de inteligência são normalmente responsáveis pela base de indicadores financeiros ou comerciais e têm expertise para desenvolver indicadores de sustentabilidade, pois têm como premissa a visão coleta, distribuição e custo x resultados.
Ter a marca atrelada à administração “verde” é um ótimo diferencial, além de diminuir o impacto do consumo.
Mudar paradigmas, ser criativo são obrigações das pessoas e por consequência das empresas. Não podemos deixar o futuro para amanhã. [Webinsider]
Esboçar faz seu Logo Design Perfeito
Esboçar faz seu Logo Design Perfeito
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Today, the world is ruled by technology. Hoje, o mundo é governado pela tecnologia. But even in this age of technology, logo design professionals should take some time off from their tight schedules and go back to the times when design was done by sketching. Mas, mesmo nessa era da tecnologia, design de logotipo profissionais devem levar algum tempo fora de seus horários apertados e voltar aos tempos em que projeto foi feito por desenhar. No, not on computers, on paper with pencil. Não, não em computadores, em papel com lápis. This post is dedicated to those good old times and will describe how sketching with pencil on a paper will help you in logo designing . Este post é dedicado a todos aqueles bons e velhos tempos e irá descrever como desenhar com lápis em um papel irá ajudá-lo no logo design .
Here are the reasons why I advise you to sketch the old-fashioned way. Aqui estão as razões pelas quais eu aconselho você a esboçar a maneira old-fashioned.
You will be able to think deeper: When a logo design company takes up a new project, several ideas come flooding into the minds of designers. Você será capaz de pensar mais profundo: Quando uma empresa de design de logotipo ocupa um novo projeto, várias idéias vêm inundando as mentes dos designers. Using a paper and pencil to sketch these ideas as they arrive would help them think deeper and out of the box because that way their imagination won't be confined by technical limitations. Usando um papel e lápis para esboçar estas idéias que chegam iria ajudá-los a pensar mais profunda e fora da caixa, porque dessa forma a sua imaginação não será confinado por limitações técnicas.
You can go anywhere and sketch: If you are a logo designer, taking your laptop to wherever you go is not something uncommon for you. Você pode ir em qualquer lugar e desenho: Se você é um designer logo, levando seu laptop para onde quer que vá não é algo incomum para você. But if you try taking a sketchbook and pencil instead, you will realize that it is even more convenient than a laptop. Mas se você tentar tomar um sketchbook e um lápis em vez disso, você vai perceber que é ainda mais conveniente do que um laptop. You can go to the riverside, the rugged terrains, the subways or the countryside or anywhere else you want, to get ideas and you will see that a whole world of inspiration will open up before you. Você pode ir para o rio, os terrenos acidentados, o metrô ou o campo ou em qualquer outro lugar que você quer, para obter idéias e você vai ver que todo um mundo de inspiração abrirá diante de você.
You will be enriched as an artist: Developing sketching skills will fuel your artistic growth and make you a mature designer. Você será enriquecido como um artista: Desenvolver competências esboçar vai alimentar o seu crescimento artístico e torná-lo um designer maduro. You will get ideas faster and present them on paper quicker. Você vai ter as idéias mais rápido e apresentá-las no papel mais rapidamente. When you will hold a pencil in your hand, design ideas would dictate its movements on paper and the more you sketch, the more innovative design concepts you will come up with. Quando você vai segurar um lápis na mão, idéias do projeto ditaria os seus movimentos no papel e quanto mais você esboço, os conceitos de design mais inovador você vai vir para cima com.
You will realize the true reason why you are logo designing: Sketching connects you with your inner artist and as you devote more time to sketching, your concept would become clearer about what elements play an important part in your design. Você vai perceber a verdadeira razão por que você está logo design: Desenhando conecta você com o seu artista interno e como você dedicar mais tempo a desenhar, o seu conceito se tornaria mais claro sobre quais os elementos que desempenham um papel importante em seu projeto. You will be able to describe your designs better to your clients. Você será capaz de descrever seus projetos melhor para seus clientes.
Now, how you should go about it: Agora, como você deve ir sobre ele:
Brainstorm with the help of word lists and mind maps – These tools are designed to rescue logo designers like you when you are facing a mind-block. Brainstorm com a ajuda de listas de palavras e mapas mentais - Estas ferramentas são projetadas para resgatar logo designers como você quando você está enfrentando uma mente bloco. Though there are online tools for help, using paper will let your ideas flow in full swing and can even eradicate your discomfort of drawing on paper. Embora existam ferramentas online para ajudar, usando o papel vai deixar as suas ideias fluir em pleno andamento e pode até mesmo erradicar o desconforto de desenho sobre papel.
Sketch anything that comes to your mind – Or anything that you see around you and feel interested in. Begin with a simple circle or a straight line and give wings to your imagination! Nada de esboço que vem à sua mente - Ou qualquer coisa que você vê ao seu redor e sentir-se interessado em começar com um círculo simples ou uma linha reta e dar asas à sua imaginação!
Don't be set back by mistakes – You might not have sketched anything with pencil since you were in school. Não seja um retrocesso por erros - Você pode não ter esboçado qualquer coisa com lápis desde que você era na escola. So, mistakes are bound to occur. Assim, os erros são obrigadas a ocorrer. Don't be upset. Não fique chateado. Continue sketching and you will get better at it. Continue desenhando e você vai ficar melhor para ele. In fact, make ugly sketches intentionally. De fato, fazer esboços feio intencionalmente. That would loosen up your mind block and help you draw better. Que soltar o seu bloco de mente e ajudá-lo a desenhar melhor.
Sketch wherever you like – You don't have to limit yourself to sketchbooks. Esboço onde quiser - Você não tem que limitar-se a sketchbooks. You never know when an idea will pop up in your mind. Você nunca sabe quando uma idéia pode surgir em sua mente. So, sketch anywhere you feel like, even on tissue paper! Então, sketch qualquer lugar que você se sentir como, mesmo em papel de seda!
Use different media – Experiment with different media like pencils, crayons, watercolors and charcoal on different types of surfaces. Use diferentes meios de comunicação - Experiência com diferentes meios de comunicação como lápis, giz de cera, aquarela e carvão vegetal em diferentes tipos de superfícies. Stick to the ones that you feel most comfortable with. Stick para os que você se sinta mais confortável.
Lastly, don't forget to share your views! Por último, não se esqueça de compartilhar suas opiniões!
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Sketching Makes Your Logo Design Perfect
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You will realize the true reason why you are logo designing: Sketching connects you with your inner artist and as you devote more time to sketching, your concept would become clearer about what elements play an important part in your design. You will be able to describe your designs better to your clients.
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Sketch anything that comes to your mind – Or anything that you see around you and feel interested in. Begin with a simple circle or a straight line and give wings to your imagination!
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Tuesday, October 04, 2011
Veja o que prejudica a memória, os sinais de alerta e como exercitá-la.
29/09/2011 10h25 - Atualizado em 29/09/2011 13h42
Fazer associações, repetir, escrever
e usar calendário treinam a memória
Neurologista Tarso Adoni e pediatra Ana Escobar estiveram no programa.
G1, em São Paulo
É difícil entender por que recordamos com detalhes de fatos do passado, quando éramos crianças, e muitas vezes temos que fazer um grande esforço para lembrar onde deixamos a chave, a carteira ou o celular.
Da mesma forma, a maioria das pessoas sabe onde estava no 11 de Setembro, quando o Brasil venceu a Copa do Mundo ou na hora da morte de ídolos como Ayrton Senna e Michael Jackson – mas se esquece do que comeu ontem.
Para explicar como funciona a memória, quais os fatores prejudiciais, os sinais de alerta e como exercitar o seu cérebro, o neurologista Tarso Adoni, do Hospital Sírio-Libanês, e a pediatra Ana Escobar estiveram no Bem Estar desta quinta-feira (29).
Memória (Foto: Arte/G1)
É importante manter-se intelectualmente ativo para evitar problemas no futuro. Pressão e colesterol altos, diabetes, sedentarismo e obesidade são ruins para todas as células, inclusive para os neurônios.
Ter problemas de memória, eventualmente, não é sinal de doença. Em uma fase que você está mais cansado, por exemplo, costuma ter dificuldade para gravar as coisas. Além disso, se você não dorme adequadamente ou sobrecarrega o cérebro com muitas informações, sua memória pode falhar. É como uma máquina, que, se muito exigida, acaba pifando.
Segundo o neurologista Tarso Adoni, a falta de atenção nas tarefas cotidianas pode atrapalhar a memória. O ideal, portanto, é se concentrar no que você faz e procurar guardar objetos sempre no mesmo lugar, para evitar confusões.
Onde ficam guardadas as informações
O pré-requisito para a memória é a atenção. São os dois lobos frontais, na parte da frente do cérebro, que coordenam a razão e julgam quando devemos estar atentos.
Ao termos uma sensação muito marcante, que vem por um dos cinco sentidos (como um perfume forte, por exemplo), a informação vai para uma região central do cérebro chamada hipocampo. É uma espécie de “centro imediato da memória”, onde ficam guardadas temporariamente as informações do dia a dia.
Depois de um certo tempo, se o cérebro avalia que aquela informação é importante para a memória, ele a transfere do hipocampo para o centro daquele sentido específico, que varia de acordo com a informação.
Existem 5 tipos de memória:
1) Imediata
Usamos essa memória por segundos, para algo que precisamos executar imediatamente. Tem um espaço pequeno e é ativada, por exemplo, quando precisamos "anotar" um número de telefone no cérebro para usá-lo em seguida.
2) De trabalho
Empregamos essa memória durante o tempo necessário para trabalhar com determinada informação, como para fazer cálculos. Com ela, podemos processar dados e não só repeti-los mentalmente.
3) Episódica
É a memória que mais rende queixas, por ser a mais utilizada. É onde ficam guardados fatos e situações da vida, como recordações de momentos, pessoas e coisas que você fez no passado. O lugar onde você guardou a chave e o que fez no 11 de Setembro dividem espaço aí. A diferença é que memórias mais marcantes duram mais.
4) Semântica
Está relacionada com tudo o que aprendemos em termos culturais e de conhecimento. É usada na escola para saber o significado das coisas e das palavras, além dos sinônimos.
5) Inconsciente
Saber andar de bicicleta, nadar ou mexer no computador são atitudes guardadas na memória inconsciente. Ela retém conhecimentos motores e movimentos do corpo necessários para desempenhar atividades.
A memória de curto prazo serve para as atividades do dia a dia e logo é apagada. Se ela for especial, por algum motivo, torna-se de médio prazo e pode durar a longo prazo.
Por outro lado, se fazemos muitas atividades ao mesmo tempo, esquecemos onde guardamos a chave ou a carteira, porque nossa memória de trabalho fica superlotada de informações.
Fatores que atrapalham a memória
- Estresse
- Depressão
- Privação de sono
- Deficiência de vitaminas (principalmente B12)
- Hipotireoidismo
- Doenças degenerativas (como Alzheimer)
Sinais de alerta para problemas
- Ter dificuldade para resolver problemas que antes eram simples
- Sentir falta de concentração
- Precisar mudar parte da rotina porque a memória começou a falhar
Dicas para treinar a memória:
- Ler (livros, artigos, revistas e jornais)
- Aprender idiomas
- Participar de jogos de estratégia (gamão, xadrez e cartas)
- Reunir-se em grupos sociais (círculos de amigos, redes de discussão e clubes)
- Pesquisar áreas que não sejam do seu conhecimento
- Fazer atividades manuais (artesanato, biscuit e carpintaria)
- Tocar um instrumento musical
- Alterar rotas (modificar a rotina, seja a pé ou de carro)
Com o jogo da memória mostrado no programa, estimulamos a memória imediata e a de trabalho. Segundo os médicos, apenas uma coisa ou uma estratégia para exercitar o cérebro não resolve. É preciso diversificar e propor-se novos desafios o tempo todo.
saiba mais
* Baixos níveis de vitamina B12 podem prejudicar o cérebro, mostra estudo
Alimentação
Os neurônios precisam de glicose e oxigênio para funcionar, por isso é importante uma dieta balanceada, que forneça os nutrientes nas quantidades adequadas. É o caso da dieta do Mediterrâneo, que promove um bom equilíbrio de proteínas, gorduras, açúcares, vitaminas e antioxidantes.
A vitamina B12 é fundamental para o funcionamento do cérebro e da memória, e é proveniente dos derivados de animais. Pode ser encontrada em alimentos como carne, leite, ovos, queijo e iogurte.
Quando consumimos alimentos derivados de animais, nosso estômago produz uma proteína chamada "fator intrínseco", que se liga à vitamina B12, para facilitar sua absorção. Essa vitamina corre por todo intestino delgado, até chegar à região onde ele se encontra com o intestino grosso, chamada íleo.
Nesse local, o complexo vitamina-proteína encontra sua porta de entrada para o sangue. Quando, por algum motivo (como uma gastrite), o estômago não produz o fator intrínseco, a vitamina B12 passa direto pelo íleo e é descartada. Isso pode causar problemas de memória.
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